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Planos
23.05.16
ED. 5374

Transnordestina passa pela Ásia para chegar à estação final

 A rumorosa saída de Ciro Gomes da Transnordestina se dá justo no momento em que Benjamin Steinbruch joga uma cartada decisiva para a continuidade do projeto. A CSN estaria negociando a venda de parte de suas ações na Transnordestina Logística para a CK Holdings, de Hong Kong. Segundo o RR apurou, o acordo envolveria a transferência de 25% do capital ordinário – a siderúrgica permaneceria no controle, com 74%. Estima-se que a operação possa injetar cerca de US$ 500 milhões na concessionária, recursos fundamentais para tirar o empreendimento do atoleiro. Do percurso total de 1,8 mil quilômetros, até o momento apenas a metade foi entregue – o cronograma original previa a conclusão da obra em 2010.  A venda de um pedaço da Transnordestina conta com o aval do governo, parte mais do que interessada no equacionamento dos graves problemas financeiros da concessionária. Só nos últimos dois anos, o Tesouro Nacional despejou mais de R$ 800 milhões na empresa, recursos que acabaram convertidos em equity, com o aumento da participação da Valec de 8% para 32% das ações preferenciais. Na semana passada – coincidência ou não, no mesmo dia em que Ciro Gomes deixou a empresa para evitar que “perseguições políticas interfiram ainda mais no projeto” – o TCU proibiu novos repasses da União à Transnordestina. Se o cofre do Tesouro está fechado, da cartola de Benjamin Steinbruch, então, é que não sairá coelho algum. Com uma dívida de R$ 27 bilhões – oito vezes o seu patrimônio –, a CSN não tem condições de arcar com os mais de R$ 4 bilhões que faltam para complementar o orçamento.  Fôlego financeiro é exatamente o que sobra à CK Holdings. Trata-se de um dos maiores grupos de investimento de Hong Kong, com participações nas áreas de transporte, energia elétrica, telecomunicações, real estate e hotelaria, que somam quase US$ 900 bilhões. Recentemente, após uma série de atritos com o governo local, a CK vendeu todos os ativos na China. Colocou mais de US$ 16 bilhões no caixa e decidiu que era hora de se aventurar na América Latina. A Transnordestina, tudo indica, será a primeira estação. Procurada pelo RR, a CSN não comentou o assunto.

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23.05.16
ED. 5374

GSI marca os movimentos sociais sob pressão

  O governo Michel Temer se defende do “contragolpe”. O recriado Gabinete de Segurança Institucional (GSI), sob o comando do general Sergio Etchegoyen, tem se dedicado especialmente ao monitoramento de grupos sociais, a exemplo do MST e do MTST. A operacionalização está ancorada no Centro de Inteligência do Exército (CIE) e no Centro de Defesa Cibernética, localizados em Brasília. O trabalho dos órgãos de inteligência tem se concentrado notadamente no acompanhamento de redes sociais e de outros meios de comunicação digital, com o objetivo de se antecipar a protestos com maior poder de impacto sobre a população. Na semana passada, por exemplo, o Batalhão de Caçapava, no Vale do Paraíba paulista, passou três dias em regime de prontidão por suspeitas de que movimentos sociais realizariam um grande bloqueio na Presidente Dutra.  Além do fechamento de estradas, que tem forte impacto simbólico e efeitos sobre a própria economia, a área de defesa do governo monitora eventuais paralisações em vias urbanas nos grandes centros. Outro foco de preocupação é a possibilidade de ocupação de instalações estratégicas com maior potencial de riscos a segurança, como usinas geradoras, torres de transmissão de energia elétrica e ferrovias.

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 O Planalto escalou uma tropa de choque para garantir que o Senado aprove a polêmica Medida Provisória 706. Na linha de frente, estão os ministros Romero Jucá e Geddel Vieira Lima, que têm notória influência sobre o Congresso. Entre os senadores, o trabalho de convencimento é conduzido pelos peemedebistas Eduardo Braga e Edison Lobão – não por coincidência, dois ex-ministros de Minas e Energia. A MP 706 prevê o repasse aos consumidores de energia de R$ 3,5 bilhões relativos a perdas das distribuidoras federalizadas pela Eletrobras. A proposta passou sem problemas pela Câmara dos Deputados. Mas, devido à forte reação contrária das empresas de energia e da própria Aneel, o governo colocou seus centuriões em campo para evitar uma reviravolta no Senado.

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23.05.16
ED. 5374

Pé na estrada

 A Braspress – maior empresa privada nacional de encomendas expressas, com faturamento anual de R$ 900 milhões – está prestes a iniciar seu processo de internacionalização. A companhia já recebeu autorização da ANTT e, a partir de junho, começará a operar na Argentina e Paraguai. Ainda nesse ano, a empresa pretende chegar também ao Uruguai e ao Chile.

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23.05.16
ED. 5374

Para inglês ver

 A exemplo de José Serra, que já anunciou o possível fechamento de representações diplomáticas na África e no Caribe, Henrique Alves pretende reduzir o número de escritórios do Ministério do Turismo no exterior. Assim como no caso do Itamaraty, a medida tem mais efeito simbólico do que impacto sobre o orçamento. A economia não chegaria a R$ 50 milhões anuais.

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23.05.16
ED. 5374

Namoro na TV

A família Saad, dona da Rede Bandeirantes, e Silvio Santos vêm tentando sensibilizar o governo a aumentar o limite para o capital estrangeiro em emissoras de TV, hoje restrito a 30%.

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23.05.16
ED. 5374

Barreira de aço

 O governo deverá atender ao pleito das siderúrgicas e aumentar as alíquotas para a importação de aço. Trata-se de uma decisão direta de Michel Temer, que, não custa lembrar, levou a Camex para dentro do seu gabinete.

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23.05.16
ED. 5374

Headlines

 Vai dar no New York Times e também no El País: os dois jornalões são os próximos da fila para entrevistar a presidente afastada Dilma Rousseff.

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