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Planos
12.05.16
ED. 5367

Aporte nas estatais está no topo da agenda Temer

 As capitalizações da Petrobras e da Eletrobras, com recursos do governo, já está contratada junto ao futuro ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. É consenso entre os próceres de Michel Temer que o nível de endividamento das duas empresas superou a instância corporativa e beira a irresponsabilidade cívica. Ambas as estatais têm uma participação no crescimento econômico insubstituível. E encontram-se aos frangalhos devido a um passivo que não tem solução fora da injeção de recursos públicos. A estimativa é que a Petrobras não sai do ponto em que se encontra se não for capitalizada em R$ 100 bilhões. Essa ordem de grandeza não dispensa corte de despesas e de investimentos e venda de ativos. É uma medida indispensável, conforme Armínio Fraga, que vem sendo cogitado para a presidência da Petrobras. Quando o economista se manifesta publicamente a favor de um aporte de capital na estatal, existem pelo menos três hipóteses: ou ele está com a carteira da sua gestora de recursos abarrotada de papéis da dita cuja; ou faz o seu próprio lobby para o cargo; ou exerce o hábito de ser palpiteiro. O RR considera a terceira hipótese como a mais provável.  O modelo que está sendo cogitado é um derivativo da proposta do BTG de conversão da dívida da Petrobras junto aos bancos públicos. Em um novo ambiente econômico, com um dólar na faixa de R$ 3,20, previsão da própria estatal, a regulamentação das leis que retiram a obrigatoriedade de participação em 30% nos campos do pré-sal e o fim da exigência do similar nacional, é razoável esperar que a capitalização da empresa seja acompanhada pelo acionista minoritário. No final do ano passado, ainda com Joaquim Levy na Fazenda, e no início deste ano, com Nelson Barbosa na Pasta, Aldemir Bendine bateu na porta de ambos com o mesmo pedido. Não foi atendido. A perspectiva agora é a de que a dívida pública bruta é um problema consumado, para se resolver apenas mais à frente. O débito das estatais não pode mais ser ignorado.  A capitalização da Eletrobras será menos espetaculosa, mas não menos relevante do que a da Petrobras. Há engenhosidades sendo preparadas no laboratório de Minas e Energia de Michel Temer. Elas passam fundamentalmente pela área de transmissão. As participações da Chesf, Furnas, Eletronorte e Eletrosul no setor seriam transferidas para a própria holding, mais precisamente para um novo braço da estatal: a Eletrobras Transmissão. Esta empresa já nasceria como dona do maior colar de ativos no transporte de energia elétrica do país, com participação em quase metade das linhas transmissoras em operação e em fase de implantação. Ou seja: em uma das mãos, ativos maduros, já amortizados; na outra, a garantia de receitas futuras com a entrada em cena das novas concessões. Um mix que seria ofertado ao mercado numa bandeja de prata com a abertura de capital da Eletrobras Transmissão. Por vias oblíquas, o governo captaria recursos para a empresa-mãe tocar projetos prioritários, notadamente na área de geração – a começar pela construção das usinas do Tapajós. Nesse caso, aliás, Temer já vai receber de herança o modelo e o edital para a concessão das hidrelétricas.

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12.05.16
ED. 5367

Na vitrine

 Com um rombo fiscal de mais de R$ 5 bilhões sobre os ombros, o governador gaúcho José Ivo Sartori estuda a venda de parte do capital da CEEE Transmissão e Geração. Trata-se do negócio mais lucrativo da estatal de energia. Consultada, a CEEE nega o projeto.

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12.05.16
ED. 5367

Conta-gotas

 A OAS Soluções Ambientais vai se desmanchando aos poucos. Depois de se desfazer da concessão de saneamento de Araçatuba (SP), a companhia procura um comprador para a sua participação em uma PPP na cidade de Guarulhos. Procurada pelo RR, a OAS não comentou o assunto.

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12.05.16
ED. 5367

Luz e sombra

 A título de curiosidade: no quesito agenda, a ministra Carmem Lucia é a campeã de transparência do Supremo. Quase todos os dias, o site do STF registra seus compromissos oficiais. O lanterninha no ranking do disclosure é Luiz Fux. Seus passos raramente são divulgados. Nos últimos 35 dias, por exemplo, não há qualquer agenda do ministro publicada no portal do Supremo.

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12.05.16
ED. 5367

Biruta

 Waldir Maranhão, “astro” por um dia no Congresso, está absolutamente desgovernado. Desde a segunda-feira, Maranhão deixou escapar por duas vezes que não suportava mais aquilo e renunciaria não à vice-presidência da Câmara, mas ao próprio mandato. Foi demovido em coro por seus mais de 20 assessores parlamentares.

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12.05.16
ED. 5367

Farol da Barra II

 Favoritíssimo à reeleição, o prefeito de Salvador, ACM Neto, articula uma mudança em sua chapa. A atual vice, Célia Sacramento (PV) daria lugar à senadora Lídice da Mata (PSB). “Le Petit ACM” não mira na eleição deste ano, mas em 2018, quando pretende sair candidato ao governo da Bahia. Ao deixar Lídice no cargo, seria como se ACM permanecesse sentadinho na cadeira de prefeito.

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12.05.16
ED. 5367

Farol da Barra I

 O cargo que aguarda por Jaques Wagner na Bahia é uma supersecretaria do governo de Rui Costa (PT), englobando a Casa Civil e a área do Planejamento.

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12.05.16
ED. 5367

Gasoduto

 A Cosan deverá retomar o projeto de construção de um gasoduto entre a Bacia de Santos e a área de concessão da controlada Comgás, um investimento da ordem de R$ 5 bilhões. Seria a oferenda de Rubens Ometto ao governo de Michel Temer. Procurada pelo RR, a Cosan não comentou o assunto.

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12.05.16
ED. 5367

Fiação elétrica

 Ex-presidente da Eletrobras, Firmino Sampaio vem mantendo intensa interlocução com o novo diretor-geral do ONS, Luiz Eduardo Barata. Ligado ao DEM, Firmino é forte candidato a voltar ao governo na gestão Michel Temer.

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12.05.16
ED. 5367

Portas abertas

O Grupo ORM, maior afiliado da Rede Globo na Amazônia, estaria em busca de um novo sócio. Um forte candidato seria o empresário paraense Fernando Yamada. Procurado, o ORM nega a negociação. Já Yamada não se pronunciou.

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