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Planos
05.05.16
ED. 5362

Shell aumenta sua aposta no pré-sal

 A Shell está envolvida simultaneamente em duas operações capazes de alavancar significativamente sua posição no mercado brasileiro de E&P. De um lado, estaria negociando a compra de parte das ações da Petrobras no megacampo de Libra, o mais celebrado dos ativos do pré-sal; do outro, já teria apresentado uma oferta pelos 25% da Repsol Sinopec em Sapinhoá, na Bacia de Santos. Nos dois casos, a Shell está dobrando sua aposta em operações das quais já participa. Em Libra, a empresa ampliaria sua fração de 20% para 30%, tornando-se a maior acionista, ao lado da própria Petrobras – juntas têm 60%. O restante das ações permaneceria nas mãos da Total e das chinesas CNOOC e CNPC. Em relação à Sapinhoá, a Shell se tornaria sócia majoritária com 55% – a companhia já detém 30% do consórcio herdados com a aquisição do controle mundial da BG. Os outros 45% estão nas mãos da onipresente Petrobras. Juntos, os campos de Libra e Sapinhoá somam de 10 a 14 bilhões de barris em reservas estimadas.  Entre sístoles e diástoles, a Shell tem feito uma rearrumação em seu portfólio de ativos no Brasil. A nova temporada de aquisições sucede um ciclo de desmobilização de participações que se estendeu ao longo dos últimos dois anos. Nesse período, entre outras operações, os anglo-holandeses venderam 23% do Parque das Conchas (BC- 10), na Bacia de Campos, para a Qatar Petroleum . Desfizeram-se também de 20% do BM-ES-23, no Espírito Santo, negociado para a tailandesa PTTEP . Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Shell, Repsol Sinopec e Petrobras .

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05.05.16
ED. 5362

Lula se “sacrificaria” em nome de uma nova esquerda?

 Circulam com velocidade em Brasília rumores do que pode vir a ser uma péssima notícia. Lula estaria sofrendo uma recidiva do câncer. O Relatório Reservado tentou, por todos os meios, apurar a informação, mas, por questões de ordem ética, plenamente justificáveis, foi atendido com o silêncio dos médicos e os desmentidos de praxe dos companheiros. Na edição de ontem, a Folha de S. Paulo levanta suspeita sobre o estado de ânimo do ex-presidente. De uma forma ou de outra, as condições físicas de Lula preocupam. Há evidência de que ele, há muito, já deixou de ser sua versão 2.0. O ex-presidente vive o dilema do mito de um deus pater, que, por sua vez, devora todos aqueles que poderiam sucedê-lo. Lula é detentor de 20% das intenções de votos firmes para a Presidência da República. Estaria, portanto, em suas mãos viabilizar uma nova candidatura do campo progressista das forças políticas.  Não haverá um novo candidato forte à esquerda sem que Lula generosamente permita que ele exista. Ponto final. É possível, talvez desejável, que essa candidatura não emergisse do PT, cuja revitalização exige férias da hegemonia entre os partidos progressistas. Lula deterá os direitos eleitorais sobre o discurso do “golpe” – direitos que pertencem de fato a Dilma, mas ela está morta – e permanece com um elevado piso de votos certos. Entretanto, não se sabe até que ponto esse capital político é transferível ou se trata de um ato de amor do eleitorado. Lembrai-vos de Dilma, diriam os lulistas mais otimistas. Também nesse caso vale uma ressalva: as condições de popularidade do governo e do próprio Lula eram bem diferentes.  Por enquanto, Lula faz parte do “sebastianismo” da esquerda. E é considerado mesmo pelos conservadores uma carta-chave do baralho eleitoral de 2018. A preferência dos seus partidários, ainda que arriscada, devido à visível debilidade física, é colocar o retrato do velho outra vez. É uma das decisões políticas mais sensíveis do nosso tempo. É bom lembrar que a candidatura permanente tem um papel fundamental na blindagem de Lula. Mas não custa ressaltar que, caso seja preso, ele se tornará provavelmente o maior eleitor do Brasil. Talvez um movimento sutil em direção à recusa de ser o nome do PT nas eleições de 2018 possa ser realizado com a habilidade dos grandes enxadristas. É uma questão de jogar com o timing e o mimetismo. E Lula é o mestre de todas as estratégias.

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05.05.16
ED. 5362

Fora de hora

 Primeira bobagem do autodeclarado presidente Michel Temer: anunciar que trocará os presidentes do BC, do BB e da Petrobras, “um daqui a um mês, outro um pouquinho mais”. Com a declaração, ele desautoriza os atuais executivos e deixa a gestão meio acéfala. E fica sempre a dúvida se um mês pode virar dois meses, e um pouquinho mais um tempinho.

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05.05.16
ED. 5362

Segunda época

 A Moving Vinci, segunda maior empresa de estacionamentos do país, teria retomado as conversações com o BTG para a compra da Estapar. A primeira rodada de conversas foi abruptamente interrompida em dezembro do ano passado, depois que os franceses se negaram a aceitar a contratação de um adviser em comum acordo para avaliar o ativo. Procurada, a Estapar nega a negociação. Já a Moving não se pronunciou.

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 O empresário David Neeleman, dono da Azul, tem dito que é candidatíssimo à compra da Aerolíneas Argentinas se o governo de Mauricio Macri levar adiante o projeto de privatização da companhia. Procurada pelo RR, a Azul não comentou o assunto.

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05.05.16
ED. 5362

Escalada

 A gestora norte-americana Capital World tem comprado freneticamente ações da Kroton. Em poucas semanas, teria ampliado sua participação de 5% para 7%, tornando-se a maior acionista individual do grupo educacional.

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 Armínio Fraga empenha-se em angariar apoio e recursos para a candidatura do neotucano Carlos Roberto Osorio à Prefeitura do Rio.

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05.05.16
ED. 5362

Amigos de infância

 O mundo dá voltas: Aécio Neves e Renan Calheiros nunca estiveram tão próximos. São personagens imantados pelas circunstâncias.

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