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Planos
25.04.16
ED. 5354

Pequenas grandes cenas da TV brasileira

 – A investida de Carlos Sanchez e de Lírio Parisotto na área de mídia não ficará restrita à aquisição dos jornais e emissoras de rádio e TV da RBS em Santa Catarina. Sanchez, dono do laboratório EMS, e Parisotto, fundador da Videolar, miram agora na TV Bahia. A emissora, também afiliada da Rede Globo, pertence aos herdeiros de Antonio Carlos Magalhães. Ressalte-se que Tereza Magalhães, uma das filhas da ACM, desistiu da disputa judicial com a família pelo espólio do ex-governador baiano, o que impedia a venda de qualquer empresa. Procurada, a TV Bahia nega a venda do controle.  – O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, teria apresentado uma proposta pelo controle da TV Alterosa, de Minas Gerais, afiliada do SBT. A emissora atravessa uma delicada situação financeira, assim como outras empresas dos Diários Associados. Há cerca de dois meses, os funcionários chegaram a fazer uma paralisação de quase uma semana, devido a atrasos no pagamento de salários. Ratinho, aliás, já é mais sócio do que empregado de Silvio Santos. Por meio da Rede Massa, é dono de retransmissoras do SBT no Paraná.  – J. Hawilla jogou a toalha. O empresário, que por muito tempo resistiu à ideia de vender o melhor dos seus negócios, procura um comprador para a TV Tem. Hawilla, que tenta, sem sucesso, passar à frente a agência de marketing esportivo Traffic, precisa se capitalizar com certa urgência. Nos próximos meses, terá de pagar US$ 150 milhões à Justiça norte-americana dentro do acordo de cooperação para se livrar do escândalo do Fifagate. A TV Tem, que opera em quatro cidades do interior de São Paulo, fatura por ano mais de R$ 1,2 bilhão. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Grupo Massa, TV Alterosa e TV Tem.

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25.04.16
ED. 5354

Total acelera no mercado de combustíveis

 A Total vai fincar bandeira no mercado brasileiro de distribuição de combustíveis. Segundo o RR apurou, o grupo francês contratou a consultoria Estáter para vasculhar o setor em busca de ativos. Na mira, redes com forte atuação regional e, no mínimo, 100 postos. Vestem esse figurino, por exemplo, a Petrobahia e a paranaense CiaPetro, que, juntas, somam aproximadamente 330 pontos de atendimento. De acordo com informações filtradas junto à própria Total, a meta da empresa é chegar ao patamar de 600 postos até o próximo ano, o que a transformaria na quinta maior distribuidora do país, atrás de BR, Ipiranga, Raízen e Ale.  Em outro front, a Total surge também como um potencial candidato a fisgar postos da própria BR Distribuidora. Diversos revendedores da estatal têm virado a casaca insatisfeitos com a política de royalties da companhia. Quem mais tem cooptado distribuidores da BR é a Ipiranga/Grupo Ultra – ver RR de 10 de julho de 2015.  Há cerca de três anos, não custa lembrar, a Total ensaiou sua entrada no setor. Eram outros tempos: com o barril acima dos US$ 100, toda a aposta dos franceses estava concentrada na exploração e produção de petróleo e gás – o grupo é sócio da Petrobras no megacampo de Libra e de outros 15 blocos de exploração e produção no país. Na ocasião, a Total chegou a assinar um contrato de exclusividade para negociar a compra do controle da rede de postos Ale, mas não houve acordo em relação ao preço. Se, por um lado, o fracasso nas tratativas com a Ale impediu que a Total comprasse a quarta maior distribuidora de combustíveis do país, por outro os franceses voltam ao jogo em condições bastante favoráveis, por conta do câmbio e da depreciação dos ativos. Procurada pelo RR, a Total não comentou o assunto.

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25.04.16
ED. 5354

Ascensão de Cunha

 Por razões óbvias, o fato não mereceu destaque na grande mídia: em meio ao processo de impeachment, Eduardo Cunha assumiu a presidência da AP-CPLP, associação que reúne os parlamentos dos países de língua portuguesa. Aliás, durante a cerimônia de posse, realizada em Brasília, congressistas ironizavam a “coerência” na linha de comando da entidade. Cunha recebeu o cargo do presidente da Assembleia Nacional Angolana, Fernando Piedade dos Santos, alvo de inúmeras denúncias de corrupção. Há, ao menos, uma diferença: Fernando Piedade é acusado de agir em nome dos interesses do presidente da República, José Eduardo dos Santos, há 37 anos no Poder.

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25.04.16
ED. 5354

Trampolim

 Dona de 40% do capital da mato-grossense SinAgro, a United Phosphorus (UPL) estaria em negociações para a compra do controle da fabricante de agroquímicos. O objetivo dos indianos seria transformar a empresa em plataforma para novas aquisições no Brasil. Procurada, a UPL nega a operação. Já a SinAgro não se pronunciou.

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25.04.16
ED. 5354

Writeoff

 Com todo o sigilo que o assunto exige, a chilena Cencosud estuda uma nova baixa contábil de seus ativos no Brasil. Procurada, a companhia nega o writeoff. Não custa lembrar que, no ano passado, a rede varejista reconheceu em balanço uma perda de US$ 167 milhões referente à operação brasileira.

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25.04.16
ED. 5354

Photochart

 Safra e Itaú estão tentando, por via judicial, escarafunchar o patrimônio de Emerson Fittipaldi no exterior. Seus credores desconfiam que a crise de liquidez do ex-piloto, que acumula R$ 30 milhões em dívidas, se limita ao território brasileiro.

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25.04.16
ED. 5354

“PT do T”

 Pelas suas próprias contas, Tarso Genro já teria cerca de 50 petistas de peso, entre intelectuais, ex e atuais parlamentares, dispostos a segui-lo na criação de um novo partido.

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25.04.16
ED. 5354

Limpeza

 O espanhol está fadado a virar língua morta na Enel Brasil. O italiano Carlo Zorzoli, novo presidente da companhia, tirou todos os executivos ligados ao antigo controlador, a Endesa. O último a apagar a luz será o diretor de planejamento, Luis Larumbe Aragon. Procurada pelo RR, a Enel não comentou o assunto.

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