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Planos
18.04.16
ED. 5350

“Aviancas” se encontram à espera do embarque da Advent

 José e German Efromovich têm muitas dúvidas sobre o futuro da Avianca e uma certeza. A convicção custou caro. Foram necessários muitos milhões em perdas financeiras para finalmente concluírem que operar separadamente a Avianca Holdings e a Avianca Brasil é rasgar dinheiro. A primeira companhia tem sob o seu radar toda a América Latina, enquanto a Avianca Brasil é uma estrela isolada da constelação. Juntas deram um prejuízo líquido de US$ 150 milhões em 2015 ao grupo Sinergy. Os resultados previstos para este ano não são muito diferentes. Os irmãos Efromovich, famosos pela sagacidade nos negócios, demoraram para entender o significado da palavra sinergia. Além dos ganhos operacionais e financeiros, a fusão das duas empresas está relacionada a uma negociação de José e German com a gestora Advent para o ingresso no capital da Avianca Holdings. Os norte-americanos querem um aumento da escala da empresa para tornar-se sócia. O ponto de maior fricção entre as partes é justamente a separação dos ativos. Com a inclusão da operação brasileira, a companhia, com sede em Bogotá, aumentaria em 15% a sua receita líquida de aproximadamente US$ 5 bilhões.  Segundo a fonte do RR, a gestora de recursos argumenta que a fusão também serviria para compensar o rombo no caixa provocado pelas perdas da operação venezuelana da Avianca. A empresa reconheceu perdas de US$ 240 milhões em função da política cambial restritiva do governo de Nicolás Maduro. Até agora, as tratativas com a Advent seguem bem. A gestora entrou em 2015 no capital da LifeMiles, empresa de milhagem da Avianca, por intermédio de um fundo regional lançado há pouco mais de um ano. Essa associação é vista pelos Efromovich como o primeiro passo de uma estratégia maior de ter a Advent como sócia da companhia aérea. A parceria abriria portas para que novos investidores entrem no negócio. Em função das restrições da lei brasileira, a Avianca Holdings deverá ter 49% do capital da empresa brasileira. O restante permanecerá com José e German. Procurada pelo RR, a Avianca não comentou o assunto.

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 Marco Polo del Nero e Ricardo Teixeira têm o corpo fechado no Congresso Nacional. Há cerca de dez dias, o próprio Renan Calheiros suspendeu a convocação dos cartolas pela CPI do Futebol, em curso no Senado. Agora, a blindagem se dá na Câmara dos Deputados. Parlamentares da bancada da bola se movimentam com o objetivo de esvaziar a CPI da Máfia do Futebol, instaurada há apenas um mês. O camisa 10 do time é o deputado Marcelo Aro (PHS-MG). Uma de suas missões mais importantes é exatamente barrar os pedidos de convocação de Del Nero, que reassumiu na semana passada a presidência da CBF, e de Ricardo Teixeira, ex-nº1 da entidade – ambos já protocolados pelo deputado Arnaldo Jordy (PPS/ PA). No melhor dos mundos para a CBF, seria aprovado apenas o pedido de depoimento do antecessor de Del Nero, José Maria Marin, que já está purgando seus pecados junto à Justiça norte-americana.  A CBF – em especial Marco Polo del Nero – confia bastante em Marcelo Aro. O parlamentar, que se notabilizou por fazer micagens com um boneco do ex-presidente Lula durante as sessões da comissão do impeachment, vem de uma longeva linhagem de cartolas. Há mais de 40 anos, sua família manda e desmandam no futebol mineiro. Seu avô – José Guilherme Ferreira, chefe do gabinete militar do governador Magalhães Pinto na década de 60 – dirigiu a Federação local. Já seu pai e seu tio foram afastados da entidade, no início dos anos 2000, por denúncias de formação de quadrilha, falsificação de documentos e desvio de recursos. A bola agora está com Marcelo de Aro.

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18.04.16
ED. 5350

Novas regras

  A Aneel estuda mudanças nos leilões de energia de térmicas a gás. A principal é o fim da exigência de comprovação prévia do suprimento de gás para toda a concessão, normalmente de 15 anos. Pela nova regra, o investidor teria de apresentar garantias só para os primeiros cinco anos. É mais uma tentativa da Aneel de garantir a oferta de energia. Imaginem se o país estivesse crescendo 2% ao ano…

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18.04.16
ED. 5350

Canoa furada

 A Brookfield começa a achar que embarcou numa canoa furada ao se associar à Arteris. Além da queda de receita das concessões rodoviárias do grupo, na ordem de 10%, a intenção dos espanhóis de comprar novos ativos no Brasil tem causado fortes divergências. A Brookfield se pergunta como a Arteris, engasgada com uma dívida de R$ 6 bilhões, vai financiar as aquisições. Os canadenses não querem nem saber a resposta. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Brookfield e Arteris.

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18.04.16
ED. 5350

Corretagem

A liquidação de ativos do BTG deverá se estender ao Chile e à Colômbia. Segundo fonte ligada ao próprio banco, suas corretoras de valores nos dois países estariam à venda. Procurado, o BTG nega a negociação dos ativos. A conferir.

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18.04.16
ED. 5350

Dupla dinâmica

 A prisão do ex-senador Gim Argello calou fundo em Renan Calheiros. Nos últimos dois anos do mandato de Argello, encerrado em 2014, ambos despachavam juntos praticamente todos os dias. Era o auge da CPMI da Petrobras, na qual Argello mandou e desmandou.

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18.04.16
ED. 5350

Acefalia

 A título de curiosidade: exatamente hoje a BR Distribuidora completa sete meses sem um presidente efetivo.

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18.04.16
ED. 5350

Fora de cena

 A rotina de trabalho de Murilo Mendes tem intrigado até mesmo seus mais próximos e antigos colaboradores. A presença do octogenário empreiteiro na sede da Mendes Junior é cada vez mais rara. Logo agora… Procurada pela RR, a Mendes Junior não comentou o assunto.

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