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Planos
14.04.16
ED. 5348

Um programa de governo entre a adoção e a orfandade

 Atos políticos contundentes e soberanos, enfrentamento aberto dos adversários irrecuperáveis, uso intensivo da comunicação de massa, proposta de plebiscito para questões emergenciais que exigem apoio popular e um novo rito para convocação do Congresso visando a apreciação de projetos de elevado interesse nacional. Segundo fonte do RR na Casa Civil, essas são as linhas gerais da estratégia do governo para assumir com pulso forte o que está sendo chamado de quarto mandato do PT, caso a presidente Dilma Rousseff consiga vencer a dura batalha contra o impeachment neste domingo. Dilma e Lula se dividirão na maior ou menor exposição dessas operações, que também levam em consideração o tempo do ex-presidente no governo, caso ele consiga assumir a Casa Civil, e seu ingresso na campanha eleitoral.  Ambos têm clareza que uma nova gestão precisará ser tonificada com ações de impacto e capital humano de qualidade. Lula é quem vai buscar o “fator gente” para colaborar com as ideias e as formulações necessárias à rearrumação da casa. Tem jeito para a missão. Apesar de todo ódio que é destilado, conversa ao pé de ouvido com o empresariado. E vai ter nova carta ao povo brasileiro. Muita coisa já está pronta, nas gavetas de Nelson Barbosa e Valdir Simão. São reformas da previdência, fiscal e uma versão 2.0 da desburocratização do finado Hélio Beltrão, avançando em medidas para reduzir o Custo Brasil. Terão prioridade as comunicações, a Petrobras e a corrupção. Não será uma surpresa excepcional se o governo abrir um canal de conversação com os procuradores de Curitiba, que são quem detêm hoje os projetos constitucionais mais estruturados para o combate à corrupção. Uma novidade será a busca de grandes parcerias internacionais, que permitam a captação de recursos para investimentos, e de novos acordos externos na área de comércio. A China é uma das mecas, mas cabem na lista países do Oriente Médio, além de todas as agências multilaterais. Lula é um especialista nesse assunto e sempre criticou a presidente por ter uma política externa tíbia, desperdiçando oportunidades raras como o acordo multissetorial assinado com a China, uma peça cheia de fios desamarrados.  E o superávit primário? Bem esse mantra já foi incorporado pelo governo. Aliás, por qualquer um que venha a dirigir o país. Talvez seja tarde demais para Dilma – Lula ainda tem 2018. Mas quem sabe não seria o caso de repetir o lapso cognitivo de Michel Temer e digitar essas linhas gerais para um grupo pensando em outro. Seria uma pena um projeto desses não vir à tona.

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14.04.16
ED. 5348

Vagões vazios

 A temperatura societária esquentou no Grupo Randon. Previ e Guepardo Investimentos, donos de 10% do capital, pressionam o presidente do grupo, David Randon, por mudanças na estratégia de negócio. Questionam, por exemplo, a exposição ao setor ferroviário e a decisão da companhia de construir uma fábrica de vagões em Araraquara (SP) diante da forte queda da demanda. Entende-se a insatisfação dos acionistas e sua preocupação com o curtíssimo prazo. A Randon, que sempre foi uma pródiga distribuidora de dividendos, fechou 2015 no vermelho e caminha para um novo prejuízo neste ano. Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Previ e Randon.

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14.04.16
ED. 5348

Efeito dominó

 Entre efeitos colaterais de maior ou menor impacto, o envolvimento de Delcídio do Amaral na Lava Jato embaralhou a disputa pela prefeitura de Campo Grande (MS). A candidatura de Zeca do PT, que tinha em Delcídio seu principal articulador, perdeu força. A ponto de o ex-governador André Puccinelli (PMDB) tentar cooptar petistas para a sua campanha.

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14.04.16
ED. 5348

Sócio de raiz

 A Eco Brasil Florestas, dona de reservas de eucaliptos controlada pela família Zogbi, estaria em negociações para a venda de parte do seu capital a um fundo de origem asiática. Esta seria uma operação fundamental para a empresa levar adiante o projeto de entrar na produção de celulose. Ressalte-se que, no início do ano, a Eco Brasil já vendeu parte de suas florestas para a Suzano. Procurada pelo RR, a Eco Brasil não comentou o assunto.

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 No momento em que a Brasil Kirin perde mercado e a Petrópolis cai no copo de Sergio Moro, a alemã Paulaner tenta ganhar espaço no mercado brasileiro. A estratégia da cervejeira passa pela abertura de quiosques em shoppings nas principais capitais do país.

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14.04.16
ED. 5348

Time mantido

 Eduardo Paes aproveitou a passagem de Lula pelo Rio de Janeiro para dissipar as especulações de que exoneraria o secretario de desenvolvimento econômico solidário, Fabiano Horta. Nesse caso, Horta reassumiria sua cadeira na Câmara dos Deputados no lugar do suplente Wadih Damous, voto certo contra o impeachment.

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14.04.16
ED. 5348

Tribanco

 O Grupo Martins, um dos maiores atacadistas do Brasil, busca um sócio para o Tribanco, seu braço financeiro. A instituição tem uma carteira de crédito da ordem de R$ 1,5 bilhão, leia-se clientes e fornecedores do grupo. Procurado pelo RR, o Grupo Martins não comentou o assunto.

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14.04.16
ED. 5348

Minas e Energia

 O senador Romero Jucá já rabisca no papel um esboço de partilha dos cargos do setor elétrico no eventual governo Michel Temer. Dá especial atenção à Eletronorte, sua antiga jurisdição.

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14.04.16
ED. 5348

Aquecimento

 Os executivos da Invepar temem que a delação do empreiteiro Ricardo Pessoa, que levou à condução coercitiva do presidente da empresa, Gustavo Rocha, tenha sido apenas um amargo aperitivo. O prato principal viria com o depoimento de Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, uma das acionistas da Invepar

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14.04.16
ED. 5348

Corpo a corpo

 Até domingo, Lula deverá ter pelo menos mais uma conversa olho no olho com Ciro Nogueira, presidente do PP. É bom lembrar que, para todos os efeitos, o partido rompeu com o governo, mas Nogueira não.

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