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Planos
05.04.16
ED. 5341

Lava Jato põe foco nas feridas do Grupo Bertin

 Os fatos que começam a ser desvendados pela Lava Jato apenas confirmam o que parceiros, credores e mesmo autoridades já conhecem: o Grupo Bertin tem um estilo bastante peculiar de fazer negócios. O jeito Bertin inclui relações sinuosas com o poder, sobre as quais a força-tarefa de Curitiba começa a jogar foco. Segundo o RR apurou, a acusação de operações fraudulentas com o pecuarista José Carlos Bumlai, que veio a público na última semana, seria apenas o fio da meada. De acordo com fontes envolvidas nas investigações, outra ponta deste emaranhado levaria ao lobista Fernando “Baiano”, tido como operador do PMDB. A conferir.  O estilo Bertin inclui também vender energia de térmicas que não existem. E quem o diz é a própria Aneel, que recentemente anunciou a abertura de um processo para cobrar da companhia uma multa de R$ 6,25 bilhões. Seis usinas do grupo deveriam ter iniciado sua operação em 2013, mas, até hoje, as obras não foram concluídas. Ao longo dos últimos três anos, a agência reguladora fez uma série de alertas ao Bertin, que procrastinou o caso até não poder mais. A situação chegou a tal ponto que, ao divulgar a instauração do processo, o diretor geral da Aneel, Romeu Rufino, disse textualmente que “hoje encerramos a longa e triste história desse contrato”.  A julgar pelos fatos, o modus operandi do Bertin passa também pelo expediente de deslocar para sócios dívidas que lhe pertencem. O caso em questão está prestes a eclodir no Espírito Santo. O Tribunal de Justiça do estado vai julgar em breve ação em que o grupo é acusado de tentar empurrar para terceiros passivos de outras sociedades das quais é acionista, por meio de manobras contábeis vistas como pouco ortodoxas. O valor da causa gira em torno dos R$ 70 milhões.  A maneira Bertin de reger seus negócios se volta contra o próprio grupo. A extensa folha de litígios ameaça a reestruturação da companhia, justamente agora em que seus acionistas, os irmãos Fernando, Silmar e Natalino, estariam tentando se desfazer de ativos para fazer caixa e repactuar as dívidas de suas empresas. Segundo informações filtradas junto ao Bertin, o grupo procura um comprador para a Águas de Itu, sua única concessão de saneamento. Em outro front, estaria em negociações para a venda do controle da Infinity Bioenergy, que reúne seis usinas sucroalcooleiras. As concessões rodoviárias SPMar e Atlantia também estariam na prateleira. Alguns destes ativos, no entanto, fazem mais parte do problema do que da solução. É o caso da Infinity Bioenergy. Em recuperação judicial, a companhia carrega um passivo estimado em aproximadamente R$ 2 bilhões. Procurado pelo RR, o Grupo Bertin não comentou o assunto.

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05.04.16
ED. 5341

Wärtsilä põe um pé na porta de saída

  A Wärtsilä, gigante mundial da produção de sistemas de geração para plataformas de petróleo e termelétricas, está com um pé fora do Brasil. A empresa já esgotou todo o seu paiol de medidas na tentativa de manter a operação no país, com demissões, redução dos custos e suspensão de contratos com fornecedores. A única planta da companhia no Brasil, localizada no Porto do Açu, no norte do Rio de Janeiro, está paralisada e não há qualquer previsão de retomada das atividades.  A Wärtsilä foi arrastada pela Lava Jato e, em particular, pela débâcle da Sete Brasil. A encomenda de motores para dez sondas para a prestadora de serviços à Petrobras foi cancelada. Para piorar, até o momento os finlandeses não conseguiram fechar qualquer novo contrato que justificasse a reabertura da fábrica do Açu e, no limite, a própria continuidade das suas operações no Brasil. Procurada, a companhia confirma que decidiu “hibernar” a operação do Açu devido aos “adiamentos no prazo de entregas de equipamentos”. A Wärtsilä garante que o “Brasil permanece como um dos principais mercados para a empresa no mundo”.  Apesar de termos publicado o posicionamento da Wärtsila, a companhia procurou o RR, após a publicação da matéria, para esclarecer alguns pontos. Segue o consideramos relevante. O restante já está esclarecido na matéria.  “A companhia classifica como leviana a informação de que fora “arrastada” pelo andamento das operações da Lava Jato, uma vez que suas operações no país não se resumem ao contrato com a Sete Brasil. Com uma base instalada de 2600 MW em 30 usinas e 1166 MW em 271 embarcações e instalações offshore, a empresa atua em três grandes divisões: Energy Solutions; Marine Solutions; e Services, não restringindo, portanto, sua operação ao Delivery Centre Açu (DCA) – unidade que encontra-se em hibernação no aguardo dos novos prazos por parte de seus clientes. No Brasil, a empresa opera seu escritório matriz no Rio de Janeiro e centros de serviços em Niterói (RJ), Manaus (AM) e Recife (PE), além de estar presente em outros seis estados.”

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05.04.16
ED. 5341

A volta de Vinícius Lages

 Vinicius Lages, que deixou o Ministério do Turismo para dar lugar a Henrique Alves, está cotado para voltar ao governo. Poderá, inclusive, assumir o comando da Embratur – vago desde ontem. Caso a nomeação se confirme, seria mais uma evidência da sintonia entre o Planalto e o peemedebista Renan Calheiros, padrinho político de Lages.

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05.04.16
ED. 5341

Alugue um sócio

 A filha de Eduardo Cunha, Danielle Ditz Cunha, estaria desfazendo sua sociedade com o site Rent a Local Friend no Brasil – como diz o nome, especializado no “aluguel” de amigos para turistas. Consultada, a empresa garante que não há mudanças previstas no quadro societário.

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05.04.16
ED. 5341

Novo pasto

 Com o máximo de sigilo que o assunto exige, Daniel Dantas estaria providenciando a transferência do domicílio fiscal da Agropecuária Santa Bárbara para o exterior. É menos custo e menor risco. Procurada, a empresa nega. Nem poderia ser diferente.

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05.04.16
ED. 5341

Um café e a conta

 O Advent procura um comprador para a rede de restaurantes Viena. Os planos da gestora norte-americana de montar um banquete de participações no setor estão queimando no fundo da panela devido à baixa rentabilidade de sua holding, a International Meal Company. Procurada pelo RR, a Advent não comentou o assunto.

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05.04.16
ED. 5341

Replicantes

 Há um Joaquim Barbosa em cada esquina digital. Nos últimos dias, circula nas redes sociais um áudio, atribuído ao ex-ministro, com uma efusiva defesa do impeachment de Dilma Rousseff. Há pouco mais de 15 dias, Barbosa teve de vir a público desmentir uma suposta gravação sua com pesadas críticas a Lula e ao PT.

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05.04.16
ED. 5341

Por um fio

 Suba, desça ou mantenha-se o preço do petróleo, Aldemir Bendine está por um fio na Petrobras.

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