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Planos
10.03.16
ED. 5324

Protestos terão esquema de segurança da Rio-2016

 Do ponto de vista do Alto-Comando militar, o 13 de março significará a antecipação do esquema de segurança previsto para os Jogos Olímpicos. Essa medida reflete o grau de preocupação das Forças Armadas com as manifestações convocadas para o próximo domingo. O planejamento, notadamente do Exército, prevê a utilização de estratégias, tecnologias e dispositivos que serão empregados na Rio-2016. Os protestos, muito a contragosto, servirão de “evento-teste”, sobretudo, para o trabalho de inteligência e monitoramento das redes digitais e das comunicações. Em janeiro, a Anatel autorizou as Forças Armadas a usar bloqueadores de sinais de radiocomunicações nos Jogos Olímpicos. O texto do decreto publicado pela agência reguladora contém uma sutileza que vem a calhar para este domingo: permite também a interferência em redes celulares durantes as chamadas Operações de Garantia de Lei e da Ordem (Op GLO). O Exército dispõe de aparelhos portáteis e de equipamentos instalados em viaturas capazes de bloquear comunicações telefônicas em situações que coloquem em risco a ordem pública.  Nos últimos dias, as Forças Armadas acentuaram o monitoramento de redes sociais e outros canais de comunicação, trabalho este que será intensificado durante o fim de semana. Esta missão está a cargo do Centro de Inteligência do Exército (CIE) e do Centro de Defesa Cibernética (CD Ciber), localizados em Brasília. Ambos vêm produzindo contínuos relatórios de acompanhamento remetidos imediatamente ao Comandante do Exército, General Eduardo Villas Boas, e ao chefe do Estado Maior do Exército, General Sergio Etchegoyen. A vigilância digital é considerada uma peça-chave no esquema de segurança dos Jogos Olímpicos. Os terroristas responsáveis pelos ataques a Paris em novembro do ano passado, por exemplo, utilizaram a rede de comunicação de jogos online de um PlayStation para organizar as ações. No dia 13, todo o cuidado é necessário.  Em relação aos protestos de domingo, o maior motivo de preocupação dos comandantes militares é Brasília, seja pelo seu valor simbólico, seja por questões cronológicas. As manifestações na capital federal estão marcadas para às nove da manhã, antes, portanto, das mobilizações nas grandes cidades, especialmente Rio e São Paulo. Nas Forças Armadas, a percepção é que Brasília funcionará como um termômetro para as demais praças do país no que diz respeito ao estado de espírito dos manifestantes e ao êxito no esquema de segurança.  Consultado, o Centro de Comunicação Social do Exército informou que “não há previsão do emprego de militares da Força Terrestre durante as manifestações de 13 de março”. Segundo o RR apurou, ao longo do domingo as Forças Armadas atuarão no sentido de dar respaldo às polícias militar e civil, ainda assim em circunstâncias pontuais. Um exemplo: tropas poderão ser deslocadas para o apoio na proteção de instalações vitais, como usinas geradoras, redes de energia elétrica, estações de tratamento de água, caso seja necessário liberar um número maior de PMs para o policiamento ostensivo nas cidades. Ou seja: a priori, militares nas ruas apenas em condições extremamente excepcionais, que escapem ao controle das forças de segurança estaduais.

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10.03.16
ED. 5324

Novela sem fim

  A BM&F Bovespa apresentará, até o fim do mês, uma nova proposta de compra da Cetip. Desta vez, irá com menos sede ao pote. Conforme o RR antecipou no dia 15 de janeiro, os sócios da Cetip rejeitaram a oferta pela totalidade de suas ações. Querem manter uma participação minoritária no negócio. Procurada pelo RR, a BM&F Bovespa não comentou o assunto.

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10.03.16
ED. 5324

Imobiliária

 A Eletrobras deverá ocupar o prédio da rua da Quitanda, 196, no Centro do Rio, que até dois anos atrás abrigava a sede do ONS. O Eletros, fundo de pensão da própria estatal e dono do imóvel, agradece. Desde que o ONS deixou o local, jamais conseguiu encontrar um novo inquilino.

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10.03.16
ED. 5324

Saúde coletiva

 Em mais uma medida para arrumar a casa da Intermédica e colocá-la entre as líderes do setor de seguro saúde, o fundo americano Bain Capital decidiu zerar os planos individuais da companhia. A participação dos coletivos já representa mais de 90% da carteira. O restante deverá ser vendido. Procurada pelo RR, a Intermédica não comentou o assunto.

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10.03.16
ED. 5324

Prévias

Antes de o TSE decidir se confirma a cassação do governador do Amazonas, José Melo, e a posse do segundo colocado na eleição, o atual ministro Eduardo Braga, o PMDB já se movimenta para emplacar seu eventual substituto nas Minas e Energia. O clã Sarney trabalha pela indicação do ex-governador maranhense João Alberto Souza.

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10.03.16
ED. 5324

Correios

s Correios estudam o fechamento de até 5% da sua rede de lojas próprias, o equivalente a 300 agências, para reduzir custos e melhorar seus raquíticos resultados. Procurada, a estatal confirmou que “está trabalhando em medidas de redução de despesas buscando sua sustentabilidade financeira”.

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10.03.16
ED. 5324

Crepúsculo

 Paulo Maluf ainda acredita que consegue dar as cartas nos destinos do PP. Recém-condenado pela Justiça da França, Maluf trabalha pela manutenção da aliança do partido com o PT na eleição à prefeitura de São Paulo. A essa altura, talvez nem o próprio Fernando Haddad queira tal apoio.

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 Mais uma notícia negativa para a Embrapa, que convive com seguidos cortes de verba. Dilma Rousseff determinou que a ministra Kátia Abreu congele a inclusão na nova lei agrícola de aumentos anuais do orçamento da estatal. A medida era prioridade da ministra da Agricultura.

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10.03.16
ED. 5324

Pet shop

 A Elanco, unidade veterinária do grupo norte-americano Eli Lilly, quer cravar uma grande aquisição no Brasil. O alvo é a divisão de saúde animal do laboratório União Química, com receita anual de meio bilhão de reais. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Elanco e União Química.

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10.03.16
ED. 5324

Agora é tarde

 Um amigo muito próximo de Delcídio do Amaral contou ao RR que o senador pretende alegar problemas de saúde para explicar a confusão em torno da delação premiada.

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