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Planos
09.03.16
ED. 5323

Celular da Microsoft no Brasil chama, chama e ninguém atende

  A Microsoft prepara-se para interromper a produção e comercialização de smartphones das marcas Nokia e Lumia no Brasil. De acordo com uma fonte próxima à empresa, em recente reunião com executivos do grupo nos Estados Unidos, a própria presidente da subsidiária brasileira, Paula Bellizia, teria defendido o fim da venda de handsets e a saída em definitivo deste mercado. Os motivos para a decisão são variados, a começar pelo mau desempenho do negó- cio. No ano passado, a comercialização de smartphones da companhia caiu mais de 20%, quase o dobro do declínio do mercado em geral, em torno de 12%. Ninguém melhor do que a executiva para reconhecer as limitações concorrenciais da Microsoft neste segmento. Até julho do ano passado, ela comandava a Apple no Brasil, empresa que disputa palmo a palmo com a Samsung a liderança do mercado de smartphones.  O mais curioso é que o share do Windows Phone, sistema operacional que concorre com o iOS (Apple) e Android (Google), cresceu em 2015 no Brasil, saindo de 3,9% para perto de 5,5%. No entanto, esse avanço se deveu basicamente às vendas de outros aparelhos que usam o sistema, como Samsung e LG. Se dependesse do santo de casa, ou seja, as marcas Nokia e Lumia, provavelmente a participação de mercado do Windows Phone no Brasil seguiria lá atrás.  O consenso na Microsoft Brasil é que a empresa deve se concentrar na produção de softwares e na venda de PCs e consoles de video game, o Xbox. Mesmo porque os resultados obtidos no core business também não são nada alvissareiros. No ano passado, as vendas de programas, por exemplo, caíram em torno de 15%. Nem mesmo o lançamento mundial do Windows 10, o novo sistema operacional da companhia e grande aposta comercial dos norte-americanos, foi capaz de frear a queda. Procurada pelo RR, a Microsoft não comentou o assunto.

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09.03.16
ED. 5323

Bancários do HSBC sofrem com o risco Cade

 Seria bom se fosse criado um Cade para o Cade. A demora do órgão antitruste em aprovar a venda do HSBC Brasil para o Bradesco é um revés não apenas para o grupo de origem inglesa e seus acionistas, mas também para outros protagonistas deste enredo. Trata-se de uma derrota compartilhada pelos clientes do HSBC, pela cidade de Curitiba, centro de decisões do banco e sua sede histórica desde os idos do Bamerindus, e, sobretudo, pelos próprios funcionários. O clima no banco é de crescente apreensão. A morosidade do Cade atinge diretamente os quase 20 mil profissionais do grupo no país, que hoje se encontram numa espécie de limbo trabalhista.  Segundo o RR apurou, os funcionários do banco paralisarão suas atividades nos próximos dias. O protesto deverá ser estender a diversas capitais do país, portanto com abrangência superior à da manifestação do dia 29 de fevereiro. Na ocasião, os bancários do HSBC fizeram uma greve de 24 horas em agências de Curitiba cobrando uma definição quanto ao pagamento da participação nos resultados referentes a 2015. Pior do que a interrogação sobre o pagamento ou não do benefício é a desorientação dos funcionários quanto a quem cobrar: de um lado um acionista que já dá o banco como vendido; do outro, um comprador, que é impedido de assumir o controle e, portanto, do ponto de vista legal, nada tem a ver com o impasse.  Neste roteiro non sense, o mais paradoxal é que a ausência de veredito do Cade já traz embutido um juízo de valor. O simples impasse significa a manutenção de um status quo. No limite, qualquer compra feita por Bradesco, Santander e Itaú leva ao aumento de concentração de mercado. Ao pé da letra, o sucesso no próprio greenfield também resultaria em concentração. O ideal para o Cade, então, seria que os cinco maiores do ranking (90% do setor bancário nacional) ficassem onde estão ou, melhor ainda, perdessem market share para as instituições menores. Ao que consta, entre as missões do Cade não figura ser o retratista de um mercado estático, nem congelador do ranking bancário.

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09.03.16
ED. 5323

Stihl

 Nem tudo está perdido na indústria nacional. A Stihl deverá investir aproximadamente R$ 200 milhões no Brasil até o fim de 2017. Uma das maiores fabricantes de ferramentas industriais da Europa, a companhia alemã vai usar a unidade de São Leopoldo (RS) para fornecer peças a outras plantas do grupo nos Estados Unidos e na China.

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09.03.16
ED. 5323

Onipresença

 O acordo que a Petrobras firmou recentemente para a compra de GNL junto à Cheniere, de Houston, contou com a participação de um personagem tão importante quanto discreto. Quem conduziu toda a negociação pelo lado da empresa norte-americana foi o executivo brasileiro Rodrigo Vilanova. Coincidentemente, até setembro do ano passado Vilanova era o gerente executivo de Gás e Energia da própria estatal.

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09.03.16
ED. 5323

Delação elétrica

 A Rádio Lava Jato informa: além da senadora Gleisi Hoffmann, a delação premiada do ex-vereador paranaense Alexandre Romano, vulgo “Chambinho”, apontaria também na direção do presidente de Itaipu, Jorge Samek. A conferir.

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09.03.16
ED. 5323

Votorantim

O Banco Votorantim tem reduzido substancialmente a oferta de crédito para a compra de veículos. Logo agora que a instituição sai das cordas e volta a dar lucro não é hora de brincar com essa tal de inadimplência. Procurada pelo RR, o Banco Votorantim não comentou o assunto.

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09.03.16
ED. 5323

Fora de campo

 Marco Polo del Nero já confidenciou a amigos que vai renovar seu pedido de licença da presidência da CBF, que vence no fim de maio. Ainda que temporariamente, o cartola quer ser “esquecido” pela mídia. Já a amnésia do FBI vai ser mais difícil de conseguir… Procurado pelo RR, a CBF não comentou o assunto.

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09.03.16
ED. 5323

Passe disputado

 O deputado Fausto Pinato, o primeiro relator do processo contra Eduardo Cunha no Conselho de Ética da Câmara, aproveita seus minutos de fama. Prestes a deixar o PRP, é cortejado pelo PP e pelo DEM.

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