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Planos
26.02.16
ED. 5315

CCEE provoca curto circuito financeiro no mercado de energia

 O governo vai acabar causando um blecaute financeiro no mercado de energia. A situação crítica é motivada pela retenção dos pagamentos de termelétricas que entraram em operação ou aumentaram sua produção ao longo do ano passado para compensar a crise hídrica. A dívida já chega à casa dos R$ 4 bilhões. Em janeiro, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) – “paraestatal” que funciona como clearing de todos os acordos de compra e venda do insumo e é responsável pela compensação financeira dos contratos – não liberou um centavo sequer para as térmicas. Em fevereiro, quitou apenas 12% do valor devido. A próxima compensação de contratos está marcada para o dia 8 de março. Mas, entre as empresas do setor, a percepção é que a CCEE não vai realizar qualquer pagamento. Com isso, a bola de neve da inadimplência deverá subir para R$ 6 bilhões. Esta situação afeta 14 grupos da área geração, privados e estatais. Em termos absolutos, a maior prejudicada é a Petrobras, que tem a receber aproximadamente R$ 2,5 bilhões da CCEE. A estatal, aliás, é duplamente atingida, pois o passivo se transforma em um complicador aos planos de desmobilização de ativos da companhia, que busca sócios ou compradores para suas térmicas.  O impasse entre os agentes e a CCEE é resultado do imbróglio jurídico que se arrasta desde o ano passado. Na outra extremidade deste fio desencapado estão as usinas hidrelétricas. Elas vêm obtendo seguidas liminares para não pagar integralmente a energia comprada a pre- ços mais altos no mercado livre. A motivação da exigência foi a necessidade de honrar os acordos de fornecimento com as distribuidoras. As hidrelétricas alegam que não podem ser penalizadas por terem cumprido uma determinação do ONS para reduzir sua geração própria e, assim, preservar o nível dos reservatórios. Estão cobertas de razão, tanto quanto as térmicas, que compraram combustível, arcaram com os custos de ativação das usinas e agora não recebem pela energia despachada. O fato é que a reação das hidrelétricas provocou um efeito dominó. Sem receber destas empresas, a CCEE decidiu brecar o pagamento das térmicas com a justificativa de que não há recursos suficientes para compensar os contratos. O curto-circuito no mercado de energia é o que poderia se chamar de um episódio kafkniano: o ONS que ordenou às hidrelétricas a redução da sua produção pró- pria e a compra de energia no mercado livre é o mesmo que autorizou o despacho das térmicas. Por sua vez, a CCEE que cobra o calote parcial das hidrelétricas é a mesma que não paga às térmicas. No centro, o governo, que adotou um modelo tarifário prejudicial a todos os geradores, tenta convencer térmicas e hidrelétricas a engolir as perdas com a promessa de uma eventual compensação mais à frente. Já se sabe onde essa conta corre o risco de parar: debaixo da porta do consumidor.

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26.02.16
ED. 5315

Napster afina sua operação no Brasil

  A Napster iniciou conversas com a Telefônica com o objetivo de transformar a parceria comercial em uma sociedade. A associação ampliaria o poder de fogo da empresa no país: já na partida, permitiria seu acesso aos 80 milhões de celulares da Telefônica no Brasil. Mas a busca por um sócio não está circunscrita aos espanhóis. A Napster considera que o tamanho do seu desafio no Brasil exige um companheiro de viagem. Pouco mais de um ano após chegar ao mercado brasileiro, está tendo de rever todo o modelo de operação.  A reestruturação da empresa de compartilhamento de músicas contempla mudanças na estratégia comercial, novas plataformas e uma ampla revisão de processos. O curto espaço de tempo entre a chegada ao país e as drásticas mudanças pode sugerir uma certa falta de paciência do controlador, a norte-americana Rhapsody. No entanto, a reação do grupo se dá na mesma velocidade das transformações do mercado. A Napster já reinou absoluta no setor, mas perdeu espaço quando foi processada pelas gravadoras e teve de interromper seus serviços gratuitos. O Brasil é vital nos seus planos: o mercado de compartilhamento de músicas tem crescido 30% ao ano. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Telefônica e Napster.

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26.02.16
ED. 5315

Novo morador

 A rede Guanabara acertou a compra da antiga loja do Walmart na Tijuca, Zona Norte do Rio. Abandonado há mais de dois anos, o elefante branco de aproximadamente 25 mil m2 é apenas um dos mais de 80 super e hipermercados que os norte-americanos fecharam no Brasil desde 2012.

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26.02.16
ED. 5315

Velas acesas

 Lula tem acendido uma vela para os empresários e outra para os intelectuais. Nesta semana conversou com um dirigente de instituição financeira. Estão previstos encontros do ex-presidente com acadêmicos em vários estados.

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26.02.16
ED. 5315

Liquidação

A Camargo Corrêa teria contratado o Banco Itaú para conduzir a venda de seus ativos na área têxtil, leia-se a Tavex. Procurada pelo RR, a Camargo Corrêa não comentou o assunto.

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26.02.16
ED. 5315

Louis Dreyfus

 A Louis Dreyfus deverá fazer um aporte de R$ 300 milhões na Biosev. Com uma dívida de curto prazo de R$ 3 bilhões, a sucroalcooleira precisa de glicose na veia. Procurada pelo RR, a Louis Dreyfus não comentou o assunto.

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A Sinochem é candidata à compra das operações de fertilizantes da Anglo American no Brasil. O conglomerado chinês já atua no país no setor de petróleo e gás.

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26.02.16
ED. 5315

Argumentador

 José Dirceu tem usado argumentos convincentes junto a seus antigos clientes para que retomem os contratos de consultoria. São argumentos fortes.

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