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Planos
24.02.16
ED. 5313

Olimpíada é a linha de chegada ou de partida do Hilton no Brasil

 O Hilton Worldwide está aguardando o suspiro da Olimpíada para tomar a decisão de encolhimento das suas operações no Brasil. Quem garante é uma fonte histórica do RR que conhece cada centímetro quadrado do grupo no país. Os norte-americanos ancoravam todas as suas expectativas de recuperação dos resultados no mercado brasileiro nos Jogos Olímpicos. Mas, a julgar pelos números à mão até o momento, a medalha do aumento da rentabilidade não virá. No centro do problema, o hotel da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, bairro que receberá boa parte das competições da Rio 2016. A menos de seis meses dos Jogos Olímpicos, o índice de reservas fechadas para agosto seria de apenas 50% – o Hilton esperava chegar a fevereiro com uma taxa de ocupação projetada acima dos 70%. A decepcionante performance da unidade da Barra da Tijuca é mais um problema de um empreendimento que já nasceu torto e começou a dar prejuízo antes mesmo de abrir as portas. O valor de construção ficou 20% acima do orçamento original, de R$ 150 milhões. Em apenas dez meses após a inauguração, os custos operacionais cresceram 25%. O cenário é tão preocupante que a Carvalho Hosken , dona do imóvel onde está instalado o hotel, já cogita até mesmo a hipótese de romper o contrato com a rede norte-americana. Segundo o RR apurou, a receita da construtora com o aluguel do edifício varia em função dos resultados do hotel.  Com mais de 4,3 mil hotéis em 100 países e um faturamento de US$ 10 bilhões/ano, o Hilton não consegue replicar nem uma fração desse poderio no mercado brasileiro. Sua operação no país vem encolhendo seguidamente. Nos últimos cinco anos, os norte-americanos desativaram hotéis em Belém, São Paulo e Minas Gerais. Sobraram apenas a operação da Barra da Tijuca e o Hilton São Paulo Morumbi. As promessas de duplicar o número de quartos no Brasil até 2017 ficaram no passado. À exceção da Barra da Tijuca, os novos projetos não saíram do papel, a maioria pela inapetência do próprio Hilton, quando não por golpes inusitados do destino. Em 2013, por exemplo, o grupo assinou um contrato com a HDauff, incorporadora de J. Hawilla, dono da Traffic e hoje “exilado” em Miami, para a construção de um hotel em São José do Rio Preto (SP). No entanto, o Hilton rompeu o acordo depois que Hawilla foi incriminado pela Justiça americana no escândalo do “Fifagate”. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Hilton e Carvalho Hosken.

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24.02.16
ED. 5313

Fraude no Postalis também se escreve com “X”

  As investigações da Polícia Federal que apuram um rombo de R$ 5 bilhões nas contas do Postalis avançam sobre a participação do fundo no antigo Império “X”. Há fortes indícios de irregularidades na compra de ações da então OGX feitas entre 2010 e 2011. A fraude seguiria o modus operandi adotado na aquisição de títulos do BVA, também sob investigação da PF. Corretores no exterior, notadamente nos Estados Unidos, teriam comprado ações da OGX, revendendo-as por um valor mais alto a empresas offshore. No passo seguinte, o Postalis teria adquirido os títulos a preços ainda maiores. Procurada, a fundação diz “não ter conhecimento sobre as referidas investigações”. A entidade informou que “as ações do grupo EBX foram adquiridas através de um fundo de investimentos que, por sua vez, investia em outro fundo.” O Postalis afirma ainda que todo o processo de aquisição foi conduzido pelo BNY Mellon, gestor dos dois fundos.  Na época, a fundação dos Correios aplicou cerca de R$ 130 milhões em empresas da EBX. Para se ter uma ideia do tamanho do negócio e do seu impacto sobre as finanças da entidade, em determinado momento as empresas “X” responderam por mais de 20% dos investimentos do Postalis em renda variável.

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24.02.16
ED. 5313

Lobisomem

 O codinome do grande gestor da solução financeira da joint venture entre Fernando Henrique Cardoso e Miriam Dutra atende por “Lobisomem”. O RR não revela a identidade do dito cujo por respeito à lenda viva. Mas dá uma pista: em seu diário de bordo no governo, FHC informa que o personagem aparecia no Palácio do Alvorada, à noite, na hora que queria, sem avisar ou combinar o assunto. A contrapartida aos serviços prestados pelo “Lobisomem” teria sido o acesso especial ao alto-comando da Petrobras e uma influência sem par junto aos fundos de pensão das estatais.

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24.02.16
ED. 5313

Voo baixo

 Com uma dívida de R$ 6 bilhões e um prejuízo mensal da ordem de R$ 300 milhões, a Gol segue perdendo altitude. A companhia estuda encerrar suas operações para Assunção, no Paraguai, e reduzir o número de rotas para Mendoza, na Argentina. Consultada, a Gol nega alterações em sua malha. Cabe lembrar, no entanto, que a empresa anunciou recentemente a suspensão de voos para os Estados Unidos.

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24.02.16
ED. 5313

Marcação cerrada

 A vinda de Neymar ao Brasil no fim de março, quando a seleção enfrentará o Uruguai pelas Eliminatórias, é motivo de grande preocupação para seus advogados. O temor é que a Justiça aproveite a presença do jogador no país e o convoque para um depoimento. Neymar é acusado pela Procuradoria da Fazenda de sonegar R$ 63 milhões em impostos.

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24.02.16
ED. 5313

Dinheiro na mão

 A Cemig deverá fechar nos próximos dias um empréstimo com um pool de bancos, entre eles BB e CEF, para financiar as concessões arrematadas no leilão de geração da Aneel. Melhor assim. O mercado estava reticente quanto à possibilidade da estatal fechar captação dos R$ 2,3 bilhões em tempo hábil.

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24.02.16
ED. 5313

Fila para o “Lava Jato”

 O juiz Sergio Moro tem sido procurado por uma grande editora interessada em comprar os “direitos autorais” da Lava Jato. A concorrência vai fazer fila.

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24.02.16
ED. 5313

À deriva

 O estaleiro Vard Promar , de Pernambuco, teria demitido cerca de 200 trabalhadores nas últimas semanas. Procurado pelo RR, a Vard Promar não comentou o assunto.

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