Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
22.02.16
ED. 5311

Lockheed Martin invade o espaço aéreo da Helibras

  Dois gigantes da área de defesa, notadamente da indústria aeronáutica, estão prestes a travar uma dura batalha nos céus brasileiros. A Lockheed Martin prepara uma ofensiva com o objetivo de furar o bloqueio e minar a primazia da Helibras, leia-se Airbus, na venda de helicópteros não apenas no Brasil, mas em todo o mercado latino-americano. A ponta de lança desta operação é a Sikorsky Aircraft, que teve seu controle comprado pelos norte-americanos no ano passado, numa operação de US$ 9 bilhões. A Lockheed Martin decidiu instalar uma fábrica de helicópteros e um centro de manutenção em Taubaté (SP) – a cidade de São José dos Campos também estava no páreo, mas foi superada no quesito “afagos fiscais”. Esta será a primeira base industrial da Sikorsky em toda a América Latina. Os norte-americanos já iniciaram o processo de alistamento da sua tropa no Brasil: fecharam um convênio com o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) para a formação de engenheiros especializados na produção de helicópteros.  O desembarque da Sikorsky no Brasil se dá em um momento bastante delicado para a Helibras, de longe, o principal alvo a ser batido no setor – a empresa é responsável por mais de 50% das vendas de helicópteros na América Latina. No ano passado, a Airbus Helicopters se viu obrigada a aportar cerca de R$ 170 milhões na fabricante brasileira para compensar a redução das encomendas, sobretudo das Forças Armadas. Estima-se que a queda dos pedidos no segmento militar tenha passado dos 40% no comparativo com 2014. A fraca performance – associada a uma certa fadiga no relacionamento com os europeus – custou a cabeça de Eduardo Marson, que deixou a presidência da Helibras em dezembro, depois de seis anos no cargo. Ressalte-se que as turbulências do mercado também deixaram suas marcas na fuselagem da Sikorsky. Recentemente, a Líder Aviação cancelou a opção de compra de seis helicópteros da companhia norte-americana, um contrato da ordem de US$ 180 milhões. A suspensão do pedido, no entanto, não alterou o plano de voo da Lockheed Martin para a sua controlada, assim como a crise no setor de óleo e gás, um grande demandador de aeronaves. O grupo entende que a instalação de uma base de produção na América Latina, mais precisamente no Brasil, é condição sine qua non para a Sikorsky disputar o mercado na região. Mira na venda de helicópteros civis e no fornecimento às forças armadas dos países vizinhos. Dessa forma, os norte-americanos esperam, finalmente, deglutir a espinha que está atravessada em suas gargantas desde a derrota na licitação para o fornecimento dos novos caças da Força Aérea Brasileira. Na ocasião, a Lockheed Martin não chegou sequer à fase final da disputa. Procurada pelo RR, a Lockheed Martins/Sikorsky não comentou o assunto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.02.16
ED. 5311

Caso FHC é o tira-teima da isonomia

  Se houver alguma justiça além da divina nesta terra de obliquidades, o Ministério Público e a Polícia Federal devem iniciar imediatamente uma investigação sobre os indícios de comportamento criminoso do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Já existem evidências, delação sem prêmio, várias contas no exterior, apartamento em Paris, sítio em parceria com empreiteira, dinheiro recebido de uma empresa isenta de impostos nas suas vendas em aeroportos e até denúncia de falsificação de teste de DNA.  Para juízes e policiais, será um maná: é a possibilidade das autoridades que destrincham os casos do mensalão, petrolão e devassam sítios e apartamentos triplex demonstrar que as operações realizadas até agora não são ideológicas. Vento que venta lá, venta cá. O RR sugere, com candura, um nome para a PF batizar com a criatividade de praxe a investigação: “Operação Papudo”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.02.16
ED. 5311

Shutdown

 De mansinho, o ministro Nelson Barbosa empurrou o instituto do shutdown para dentro do pacote fiscal. Ele explicita as condições em que o governo suspende o pagamento ou sequestra parcialmente os recursos das despesas públicas. Os Estados Unidos são useiros e vezeiros nessa iniciativa. Simplesmente, o Executivo para de pagar e joga o problema no colo do Congresso. É uma medida forte.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.02.16
ED. 5311

Jogando a toalha

 Um dos maiores credores da Imcopa, o Credit Suisse praticamente jogou a toalha. Diante do fracasso das tentativas de recuperação da trading agrícola, o banco deverá fazer a baixa contábil dos seus créditos contra a empresa, um espeto da ordem de R$ 100 milhões. No total, a dívida da Imcopa com bancos e fornecedores passa de R$ 1 bilhão. O próprio Credit Suisse tentou buscar um sócio para a empresa, sem sucesso. Procurada pelo RR, a Credit Suisse não comentou o assunto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Um dos caciques do PMDB defende que Pedro Paulo tenha uma mulher como candidata a vice nas eleições para a Prefeitura do Rio. As razões, de tão óbvias, nem precisam ser explicadas. Mas a sacada também pode virar alvo de chacota.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.02.16
ED. 5311

Avanço da Mitsui

A Mitsui está se aproveitando da liquidação de ativos da Petrobras e do câmbio a favor para ampliar seu poder na área de gás. Após comprar 49% da Gaspetro, fez uma oferta para ficar com parte das ações da estatal na MSGás . As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  Petrobras e Mitsui.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.02.16
ED. 5311

Jorge Amado

 A Olam, de Cingapura, tem mais de um quarto da moagem de cacau no Brasil e quer mais. Pretende duplicar a fábrica de Ilhéus, comprada à norte-americana ADM. E já iniciou os estudos para a instalação de uma segunda planta de moagem em 2017.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.02.16
ED. 5311

Techint

 Discórdia, soberba, animosidade societária, recusa de capitalização. A Techint, fundada pelo fascista Agostino Rocca, foi a pior coisa que aconteceu na vida da Usiminas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.