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Planos
18.02.16
ED. 5309

Reforma da Previdência é a casa da mãe Joana

 Se uma boa recomendação ainda vale de algo, Dilma Rousseff deveria fazer uma convocação extraordinária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) para discutir a reforma da Previdência e colaborar na elaboração da proposta. Ainda há tempo hábil para o governo recolocar nos trilhos a condução de seu projeto mais importante – para muitos, o único – e brecar o bate-cabeças que se criou em torno do assunto. Nos últimos dias, o noticiário vem descortinando uma série de divergências entre os ministros de Dilma, seja no que diz respeito ao modelo para a reforma, seja até mesmo em relação ao timing para a sua implantação. Nelson Barbosa sabe bem onde o calo lhe aperta e tem pressa – defende a apresentação de um projeto ainda neste semestre – ao passo que o próprio ministro do Trabalho e Previdência, Miguel Rossetto, veio a público para dizer que o tema exige diálogo e tudo deve ser conduzido com “serenidade” – ontem, durante o Fórum Nacional da Previdência Social, Rossetto botou o galho dentro e negou divergências com o titular da Fazenda.  A situação chegou a tal ponto que a própria Dilma Rousseff teve de se pronunciar para arbitrar a questão. Melhor seria se apenas e tão-somente seguisse o script anunciado e levasse o tema para ser destrinchado pelo CDES – não da maneira ligeira com que ele foi tratado pela presidente durante a reunião da entidade no último dia 28 de janeiro. O Conselhão não foi relançado e revigorado para servir de plateia de luxo, mas, sim, para validar os grandes projetos do governo. A entrada em cena do CDES, lócus natural para a discussão de uma proposta de reforma da Previdência, serviria para eliminar os ruídos que cercam a questão, angariar o apoio necessário dos mais diversos grupos da sociedade e reduzir as resistências do Congresso. Já está mais do que na hora de o governo parar de desperdiçar as oportunidades que passam à sua frente.

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18.02.16
ED. 5309

Combustível do Walmart chega ao fim

 Ao menos por ora, o título acima não se trata de uma metáfora fatalista para a própria operação do Walmart no Brasil. Os norte-americanos estão decididos a sair do negócio de postos de combustíveis no país. A intenção é vender as 10 unidades espalhadas em seus hipermercados no país ou, no limite, simplesmente esvaziar o tanque, encerrar a operação e lançar mais este prejuízo em balanço.  Assim como outras redes varejistas, o Walmart apostou na abertura de postos de gasolina no Brasil na expectativa de ampliar o leque de serviços e atrair público para seus hipermercados. O negócio, no entanto, jamais alcançou a escala necessária e, muito menos, a rentabilidade esperada – hoje, praticamente todos os estabelecimentos operam no vermelho. É por essas e outras que o Walmart é visto por muitos como uma espécie de HSBC do varejo, leia-se um gigante global disposto a manter uma operação no país por critérios geoeconômicos, mesmo acumulando seguidos anos de baixa rentabilidade. No caso do banco, deu no que deu. Procurada pelo RR, a empresa Walmart não comentou o assunto

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18.02.16
ED. 5309

Corta, corta, corta

 A chegada de Ana Maria Horta Veloso à presidência da Light marca um novo ciclo de cortes. O pacote inclui redução de investimentos, dispensa de funcionários terceirizados e venda de ativos, a começar pelas seis usinas hidrelétricas da empresa. Procurada, a Light confirma que está revendo seus custos e, “havendo necessidade, poderá realizar cortes”.  A Foxconn já pensa em fazer uma nova temporada de cortes na fábrica de Indaiatuba (SP). Desta vez, seria algo em torno de cem demissões. Em janeiro, a companhia dispensou 480 trabalhadores.  O empresário Nelson Kaufman faz contorcionismos para melhorar os resultados da rede varejista Etna. Uma das medidas que deverão ser adotadas é a redução de algumas lojas, com estrutura de custos mais pesada: a unidade da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, poderá ser extirpada em quase 40% da sua área. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Etna e Foxconn.

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18.02.16
ED. 5309

Sete Brasil é um território partido ao meio

 A Sete Brasil vive sua Guerra da Secessão. O RR apurou que um grupo de acionistas, encabeçado por Previ, Funcef e BTG, estaria se articulando para entrar na Justiça contra a Petros, também sócia da empresa. O objetivo seria impedir o fundo de pensão de votar nas próximas reuniões de Conselho. A alegação é de que existe um conflito de interesses por conta do duplo chapéu da Petrobras – sócia e maior cliente da Sete Brasil. Puro jogo de cena. A manobra teria como finalidade abrir caminho para a aprovação do pedido de recuperação judicial da companhia. Hoje, entre os maiores acionistas, a Petros seria o único contrário à medida. Procurada, a Sete Brasil disse desconhecer o assunto. Ressalte-se que a empresa contratou os préstimos da consultoria Alvarez & Marsal, sinônimo de recuperação judicial.

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18.02.16
ED. 5309

Livro em branco

 O Ministério da Educação voltou a atrasar os pagamentos referentes à compra de livros didáticos. No caso de algumas editoras, a inadimplência já estaria na casa dos três meses.

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18.02.16
ED. 5309

 Nem os crustáceos sobrevivem à crise

 O IMC, braço do fundo Advent para o setor de alimentação, procura um investidor disposto a assumir a operação da Red Lobster no Brasil. Em dezembro, os norte-americanos anunciaram o fechamento de um restaurante da rede em São Paulo, além de lanchonetes de outras quatro bandeiras de fast food. Procurada pelo RR, a IMC não comentou o assunto.

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18.02.16
ED. 5309

“Ex-suplente”

 O empresário Pedro dos Santos Filho, suplente de Delcídio do Amaral, já “cassou” por conta própria o mandato do titular. Desde o reinício das atividades no Congresso, tem procurado outros senadores para apresentar sua “futura” agenda política.

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