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Planos
11.02.16
ED. 5304

Estre Ambiental é um copo cheio de impurezas

  Acusação de sonegação de impostos da ordem de R$ 110 milhões pelo Ministério Público Federal em São Paulo, cadeira cativa na Operação Lava-Jato, queda de receita, prejuízos, alto endividamento. A água da Estre Ambiental é imprópria para consumo humano. O empresário Wilson Quintella vê o que já foi um dos maiores grupos privados de serviços ambientais do país se evaporar sem encontrar uma solução para a encruzilhada em que o negócio se encontra. Uma parte expressiva dos contratos de concessão vence nos próximos 12 meses. A dívida de quase R$ 2 bilhões exige novos aportes de capital no curto prazo. De “dentro de casa”, o dinheiro dificilmente virá. A Angra Partners, dona de 8% do capital, não está disposta a colocar mais recursos na Estre e dá sinais de que quer pular fora do negócio. O BTG, então, nem se fala. Neste momento, o banco, que detém 32% da companhia, mal consegue ajudar a si próprio. Quintella foi buscar uma saída da porta para fora da empresa. Nos últimos meses, vem tentando fisgar um novo investidor, até o momento sem sucesso. As recentes gestões com a GP Investments e a espanhola GS Inima, que comprou recentemente ativos de saneamento do grupo OAS, esbarram na intransigência do empresário, que quer permanecer no negócio como um acionista relevante e tomar conta da gestão.  Wilson Quintella não se dá por vencido. Cria do ex-rei da soja, o falecido Olacyr de Moraes, de quem foi sócio na Constran – posteriormente comprada pela UTC (incrível como as águas da Lava-Jato sempre se encontram em algum ponto) –, o empresário já virou o jogo diversas outras vezes na vida. Às vezes, quando o jogo sequer havia começado. Do zero construiu uma holding na área de saneamento e serviços ambientais com 17 centros de tratamento de resíduos no Brasil, Argentina e Colômbia e faturamento de R$ 2,5 bilhões ao ano. Mas hoje as circunstâncias lhe são cada vez menos favoráveis. O alívio poderia vir do fundo FIFGTS, ao qual a Estre Ambiental solicitou um aporte da ordem de R$ 500 milhões. No entanto, o processo está parado no conselho curador do Fundo desde 2014 e não há qualquer previsão para ser concluído, ainda mais com a Lava-Jato no encalço da Estre e de Quintella.  A empresa Estre Ambiental não retornou ou não comentou o assunto.

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11.02.16
ED. 5304

GásLocal é um palco de discórdia

  A GásLocal, comercializadora e distribuidora de Gás Natural Liquefeito (GNL), corre risco de paralisar as suas atividades. A Petrobras, que é sócia da White Martins no negócio, ameaça suspender o fornecimento de gás natural à empresa se a White Martins se mantiver irredutível em reajustar imediatamente os valores do combustível comprado da estatal. A Petrobras se baseia em uma decisão do Cade, que determinou a revisão do contrato entre a Petrobras, a White Martins e a GásLocal para acabar com qualquer tipo de subsídio nos preços do gás, que estariam prejudicando a concorrência. A White Martins, por sua vez, tentou barrar a decisão na Justiça, mas recentemente o STJ revogou liminar que suspendia a decisão do Cade.  Já houve diversas reuniões entre os sócios da GásLocal, mas não se chegou ainda a um acordo de preço. A White Martins alega que a proposta de reajuste da Petrobras inviabiliza a GásLocal. A estatal contra-argumenta que já teve quase R$ 350 milhões de prejuízo com os subsídios. Não aceita mais nem garantir o preço até 2024, como previa o contrato original, mas apenas até 2019 em função das volatilidades no mercado de gás natural. Se o impasse persistir, a White Martins, que tem 60% da GásLocal, pretende vender a planta de liquefação de Paulínia (SP), única unidade da GásLocal. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras e White Martins.

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11.02.16
ED. 5304

Sal grosso

 O ministro Eduardo Braga, de Minas e Energia, tem um número macabro sobre a mesa. Levantamento feito recentemente pelo Ministério aponta que até o ano que vem 100 usinas de cana-de-açúcar estarão em recuperação judicial, quase um terço do setor. Não falta muito para que o número seja atingido, pois 79 unidades já estão nessa situação.

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11.02.16
ED. 5304

Bancada ruralista

 A Frente Parlamentar da Agropecuária, com 270 parlamentares, próximo da metade do número de deputados e senadores do Congresso, se articula para criar um novo embaraço ao governo federal. Além de fechar questão sobre a PEC 215, que transfere para o Legislativo o poder sobre a demarcação indígena, a bancada ruralista se movimenta para alterar a MP 694 na parte que trata da incidência do Imposto de Renda sobre as letras de crédito do agronegócio (LCA), isentas de IR.

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11.02.16
ED. 5304

Gol

 O Morgan Stanley aposta alto na internacionalização do controle da Gol. O banco tem sido um voraz comprador de ações, com R$ 5 milhões em transações em uma semana.

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 O surgimento do nome de Gustavo Rocha, presidente da Invepar, na Lava-Jato é música aos ouvidos de Previ, Petros e Funcef . Os três fundos não veem a hora de destronar o executivo, indicado pela OAS.

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11.02.16
ED. 5304

Entre lençóis

 O KKR perdeu a disputa pela Alpargatas, mas não desistiu do setor têxtil. O novo alvo é a Springs, dona da marca Artex. O interesse da gestora norte-americana é ficar com a participação da Coteminas, que tem 53% do capital votante. Consultada, a Springs negou a venda.  A empresa KKR não retornou ou não comentou o assunto.

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11.02.16
ED. 5304

Baú de ofertas

  A saída repentina de Marcos Samaha da presidência da Jequiti deixou Silvio Santos ressabiado. O executivo ficou menos de um ano no cargo. Para reter o novo CEO Antônio Mônaco no cargo, foi oferecida sociedade no grupo. Mônaco vai retribuir o convite atraindo um private equity para o negócio.  A empresa Jequiti não retornou ou não comentou o assunto.

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