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Planos

  Poucos investidores internacionais têm levado tão a sério a tese de que é uma boa hora para se comprar ativos no Brasil quanto a Brookfield. Além da iminente entrada no capital da Invepar e do suposto interesse na participação da Petrobras na Braskem, especulado no noticiário nos últimos dias, o RR apurou que a companhia canadense está envolvida em outras duas operações no Brasil, nas áreas de logística ferroviária e saneamento. De um lado, mantém tratativas com o empresário Rubens Ometto para se associar à Rumo ALL; do outro, já teria aberto conversações para a compra de uma participação da Águas do Brasil , holding pertencente às construtoras Queiroz Galvão, Cowan e Carioca Engenharia e Acquapar. Procurada, a empresa de saneamento nega a operação.  A Brookfield está se aproveitando da combinação “perfeita” de momento – câmbio favorável, crise econômica e depreciação dos ativos – para acelerar seu projeto de ocupação e consolidação de setores como energia elétrica, petróleo, concessões de infraestrutura e real estate. O Brasil é a bola da vez no mapa de negócios da companhia. Nos últimos dois anos, para cada quatro dólares desembolsados pelos canadenses na América Latina, três dólares foram direcionados à compra de empresas brasileiras. Nesse período, a Brookfield aportou R$ 5 bilhões no país. Fontes próximas à empresa afirmam que os canadenses reservaram o equivalente a R$ 4 bilhões para novas aquisições ao longo deste ano.  A Brookfield enxerga um aspecto em comum na Águas do Brasil e na Rumo ALL: ambas podem servir como ponto de partida para a montagem de um colar de participações nas áreas de saneamento e de logística ferroviária. As duas empresas guardam também outra semelhança, esta não meritória: fragilizadas pelas circunstâncias, têm encontrado dificuldades para avançar com as próprias pernas. A Águas do Brasil estaria em busca de um sócio há mais de um ano. Já a Rumo ALL prepara um programa de desmobilização de ativos para conseguir honrar os investimentos obrigatórios em suas concessões – ver RR edição de 9 de outubro de 2015. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Brookfield e Rumo ALL.

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25.01.16
ED. 5294

Petros busca aliados contra oferta da Dasa

  Nos últimos dias, a direção da Petros vem mantendo intensas conversações com os principais acionistas minoritários da Dasa, especialmente a norte-americana Oppenheimer e o Leblon Equities. O fundo de pensão tenta costurar um grande acordo para barrar a oferta pública de recompra de ações da empresa de medicina diagnóstica, que pretende deixar o Novo Mercado da Bovespa. O leilão está marcado para o próximo dia 1º de fevereiro. Dona de 10% da Dasa, a Petros discorda do valor oferecido pela companhia: R$ 10,50 por ação. Entre a proposta de uma e a pretensão de outra, há um abismo: a fundação exige algo em torno de R$ 18. Segundo o RR apurou, até o momento Oppenheimer e Leblon Equities têm mantido uma posição dúbia em relação ao assunto. Em meados do ano passado, quando a Dasa divulgou o laudo de avaliação e o preço de R$ 10,50, a gestora norte-americana criticou publicamente a oferta. Depois disso, fechou-se em copas. Procurado pelo RR, o Oppenheimer não quis se pronunciar, assim como a Petros. Já o Leblon Equities informou que “analisa a conveniência de participar ou não da oferta.”  O grande receio da Petros é ficar isolada e perder definitivamente a queda de braço que trava com a Dasa – notadamente seu acionista controlador, Edson Bueno – há dois anos. No início de 2014, a rede de laboratórios comprou uma parte expressiva das ações em circulação ao preço de R$ 15. A fundação recusou a oferta. Na ocasião, a cotação girava em torno dos R$ 14. De lá para cá, no entanto, a realidade mudou brutalmente. Em dezembro, a ação, que chegou a ser negociada ao longo de 2015 na casa dos R$ 12, estava em R$ 7,60. E só subiu para o patamar de R$ 10 nas últimas duas semanas justamente após a confirmação da oferta de recompra.

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25.01.16
ED. 5294

Conta de luz

 Há uma articulação para que a Eletrobras e suas subsidiárias Chesf e Eletronorte assumam o novo aporte de capital na Usina de Belo Monte, aumentando sua participação no consórcio. Os demais sócios, que já injetaram R$ 590 milhões no fim de 2015, resistem a aportar mais de R$ 500 milhões. É o valor de que Belo Monte precisa para honrar seus compromissos de curto prazo.

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25.01.16
ED. 5294

Trem-bala 2?

 Dilma Rousseff insiste no projeto de construção da Bioceânica, ligação ferroviária de 3.600 Km entre o Brasil e o Peru. Além dos estudos técnicos, centralizados na Pasta dos Transportes, os ministros Jaques Wagner e Armando Monteiro foram encarregados de conduzir as negociações com o governo peruano e possíveis interessados na construção e operação.

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25.01.16
ED. 5294

Interesse no TCP

 A APM Terminals já se movimenta para aumentar sua participação no TCP, o terminal de contêineres do Porto de Paranaguá controlado pelo fundo Advent. A APM tem 5% do negócio, fatia herdada com a recente aquisição da espanhola Maritim TCB . A APM não retornou o assunto.

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25.01.16
ED. 5294

Tela da Sony

 Seguindo os passos da Fox, da HBO, entre outros concorrentes, a Sony planeja produzir conteúdo próprio no Brasil. No cardápio, minisséries, documentários e programas de humor.

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25.01.16
ED. 5294

Dízima fiscal

 O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, começou o ano com uma projeção de déficit fiscal de R$ 4,6 bilhões para 2016. Janeiro nem acabou e a estimativa já foi refeita e ultrapassa os R$ 5 bilhões.

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 A Hidrovias Brasil, associação entre a Pátria Investimentos e a Promon, vai investir em projetos de navegação na Argentina.

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