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Planos
21.01.16
ED. 5292

Brasil e Argentina dão a partida em novo acordo automotivo

  Vem da Argentina uma rara notícia positiva para a indústria automobilística brasileira, setor que paralisou metade de suas linhas de produção e fechou quase 15 mil vagas de emprego em 2015. O presidente Mauricio Macri já sinalizou ao governo brasileiro que é favorável à elaboração de um novo acordo automotivo entre os dois países – o atual vence em junho. Mais importante ainda: Macri tem se mostrado disposto a rever as pesadas barreiras comerciais aos veículos brasileiros impostas por sua antecessora, Cristina Kirchner. Segundo o RR apurou, os primeiros encontros oficiais entre autoridades brasileiras e argentinas para discutir a questão devem ocorrer em fevereiro, inclusive com a provável vinda a Brasília do ministro da Fazenda de Macri, Alfonso Prat-Gay. Antes disso, há a expectativa de que Nelson Barbosa e Prat-Gay tenham uma conversa preliminar sobre o assunto ainda nesta semana em Davos, onde ambos se encontram para participar do Fórum Econômico Mundial. A renovação do acordo automotivo depende de uma série de negociações intrincadas que passam por três pontos fundamentais: adoção de cambio único, a eliminação da exigência de pré-autorização para exportação e a flexibilização dos limites de importação de automóveis brasileiros.  Do lado da iniciativa privada, o primeiro passo para a discussão do novo acordo automotivo entre os dois países foi dado na última segunda-feira. Dirigentes da Anfavea e da Adefa – associação que reúne as montadoras argentinas – se reuniram em Buenos Aires. Uma nova rodada de conversações está programada para o início de fevereiro. O presidente da Anfavea, Luiz Moan, confirmou ao RR que as duas entidades já começaram a alinhavar um documento com propostas conjuntas que será encaminhado aos governos do Brasil e da Argentina.  Nas estimativas da indústria automobilística brasileira, o novo acordo automotivo abriria caminho para um aumento da ordem de 20% nas exportações de veículos para a Argentina. No total das vendas de automóveis brasileiros para o exterior, o impacto positivo ficaria próximo dos 15%. Ressalte-se que a Argentina é o destino de quase dois terços de todos os carros exportados do Brasil. Com o mercado interno em queda livre – as vendas de veículos no país recuaram 26% no ano passado – , a revisão do acordo bilateral torna-se fundamental para evitar novos cortes de produção nas montadoras e mais uma onda de demissões no setor.

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21.01.16
ED. 5292

Crise faz parada obrigatória no free shop

 A Dufry virou uma passageira da agonia. O dólar a R$ 4 e o consequente declínio das viagens para o exterior estão triturando a operação brasileira da maior rede de free shops do mundo. A companhia trabalha com um cenário desalentador para 2016, sobretudo a partir de março, depois do período de férias e do Carnaval. As estimativas apontam para uma queda de receita em dólar da ordem de 10% em relação ao ano passado, por conta do menor fluxo nos aeroportos, notadamente nos voos internacionais.  A Dufry responde com o verbo possível para as circunstâncias: cortar, cortar e cortar. Segundo fonte próxima ao presidente da empresa no Brasil, Gustavo Fagundes, os suíços suspenderam os investimentos de R$ 120 milhões previstos para este ano. Os planos de expansão no país foram duramente atingidos: até 2018, deverão ser abertas menos de 20 lojas no país, um quarto do que estava previsto. Os suíços pretendem dar prioridade à inaugura- ção de lojas de rua – seja pela ausência de novos aeroportos no Brasil, seja pelo bom desempenho alcançado pelo único ponto de venda da companhia neste conceito até o momento. A loja da Dufry no Centro do Rio teve um lucro de 10% sobre a receita em 2015 – uma das raras unidades do grupo no país a fechar o ano no azul. A empresa Dufry não retornou o assunto.

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21.01.16
ED. 5292

Abreu e Lima

 O novo corte no programa de investimentos da Petrobras deverá empurrar a conclusão das obras da refinaria de Abreu e Lima para 2020, dois anos depois do prazo previsto. A estatal calcula que ainda terá de desembolsar US$ 1,6 bilhão no projeto. A Petrobras não comentarou o assunto.

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21.01.16
ED. 5292

Mais metros quadrados para GLP

 A GLP, de Cingapura, que já investiu mais de US$ 1,5 bilhão em galpões industriais no Brasil, quer agora se aproveitar da crise no setor imobiliário para comprar prédios comerciais no Rio e em São Paulo. Tudo na bacia das almas.

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21.01.16
ED. 5292

Consolação

 O BTG esperava embolsar cerca de R$ 2,2 bilhões pela sua participação de 51% na Pan Seguros. Provavelmente, terá de se contentar com a oferta de R$ 1,5 bilhão da francesa CNP Assurances, a maior até o momento. A BTG não comentou o assunto.

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21.01.16
ED. 5292

Culpa do brent

 Sinal dos tempos: a PDVSA deverá deixar o andar que ocupa em um prédio na Praia do Flamengo, no Rio. Os venezuelanos já procuram um local mais modesto para instalar seu escritório na cidade. A PDVSA não comentou o assunto.

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21.01.16
ED. 5292

Sem brincadeira

 A Zenith Asset Management vem chamando atenção no mercado pela volúpia na compra de ações da Estrela. A gestora paulista já tem nas mãos mais de 15% do capital total da fabricante de brinquedos de Carlos Tilkian.

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21.01.16
ED. 5292

Tecnisa

 Diante da necessidade de fazer caixa, a Tecnisa pretende reduzir ainda mais sua participação no Jardim das Perdizes – bairro planejado na Zona Oeste de São Paulo. Com 57,5% do projeto, a incorporadora espera arrecadar algo em torno de R$ 150 milhões com a negociação de 15% do capital. Há três meses, ela transferiu outros 17% para a norte-americana Hines.

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