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Planos
19.01.16
ED. 5290

Carlyle e GIC avançam sobre o controle da Rede D´Or

 A estratégia do Carlyle e do GIC para a Rede D’Or vai além da Rede D’Or. A companhia será a ponta de lança de um abrangente projeto de consolidação na área de saúde. A estratégia da gestora norte-americana e do fundo soberano de Cingapura é transformar a Rede D’Or em um grande grupo de healthcare, uma holding com participações em hospitais, laboratórios de medicina diagnóstica e clínicas especializadas em doenças de alta complexidade. Carlyle e GIC pretendem jogar para dentro da empresa suas futuras aquisições na área médica no Brasil. Antes, no entanto, querem se assegurar de que terão as rédeas do negócio. Para isso, estariam articulando um novo aporte de capital na Rede D’Or com o objetivo de assumir o controle. Segundo uma fonte que acompanha as conversações, as cifras podem chegar a R$ 3 bilhões. A operação envolveria a transferência de aproximadamente 15% das ações. Com a nova capitalização, a participação da família Moll – fundadora e maior acionista da Rede D’Or – seria diluída dos atuais 64% para 49%. Consequentemente, a dupla GIC e Carlyle sairia de 36% para 51%, assumindo o controle da companhia. Assim como ocorreu nas recentes capitalizações realizadas pelos dois investidores internacionais, os novos recursos iriam direto para o caixa da Rede D’Or, com o objetivo de financiar futuras aquisições e também os projetos greenfield. Para este ano, estão programados investimentos da ordem de R$ 500 milhões na expansão e modernização da rede hospitalar.  Consultada pelo RR, a Rede D´Or garantiu que “não há negociação em andamento neste momento”. Está feito o registro. No entanto, os fatos recentes sugerem que a transferência do controle da empresa vem se desenhando gradativamente, com os seguidos avanços do Carlyle e do GIC sobre a participação dos demais sócios. Em abril do ano passado, no embalo da nova legislação que permitiu a entrada de investidores estrangeiros na área hospitalar, os norte-americanos pagaram cerca de R$ 1,75 bilhão ao BTG para ficar com 8,3%. Um mês depois, foi a vez de o fundo soberano de Cingapura comprar 14% junto à própria instituição financeira e à família Moll. Em dezembro, os asiá- ticos fisgaram os 11,7% que ainda estavam em poder do BTG. Esta operação, ressalte-se, já estava engatilhada, mas a intenção do banco era seguir na mesma toada e vender o restante das suas ações ao longo do primeiro semestre deste ano. A Lava Jato precipitou os fatos.

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19.01.16
ED. 5290

Agricultura faz vigilância sanitária com um olho só

  Os grandes frigoríficos brasileiros gastam por ano mais de R$ 2 bilhões para assegurar o cumprimento de rigorosas normas sanitárias. Pelo andar do ajuste fiscal, este espeto vai ficar ainda maior. Os cortes no orçamento da União têm reduzido sistematicamente as verbas do Ministério da Agricultura para vigilância e inspeção sanitária. No ano passado, o desembolso foi de apenas R$ 200 milhões, metade dos recursos de 2014. Para este ano, tudo indicava que haveria um aumento dos recursos para a defesa agropecuária, mas a realidade começa a mostrar o contrário.  Na aponta do lápis, o orçamento do Ministério da Agricultura prevê um total de R$ 331 milhões para o combate a doenças no pasto ao longo deste ano. Mas já se sabe que o governo promoverá novos cortes no orçamento da Agricultura. No próprio Ministério, a expectativa é que a verba para ações de defesa agropecuária não passe dos R$ 250 milhões. Segundo cálculos dos técnicos da Pasta, trata-se de metade do valor necessário para garantir minimamente os serviços de vigilância e inspeção sanitária do gado bovino em todo o país. A questão é ainda mais preocupante em relação aos pequenos frigoríficos: muitos deles operam às margens das melhores práticas sanitárias. A conta estoura no andar de cima da indústria, que é obrigada a ocupar a lacuna deixada pelo Estado e a aumentar seus gastos com inspeção e vigilância dos fornecedores.

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19.01.16
ED. 5290

Casino

 Eduardo Rossi, braço direito de Abilio Diniz na Península , tem contado com a luxuosa consultoria de um ex-diretor do Casino, que deixou o grupo há cerca de três meses. Uma das principais missões do “quinta coluna” é abastecer de informações o investidor norte-americano Carson Block, que tem feito uma agressiva campanha contra o Casino, a ponto de se tornar alvo de uma investigação da AMF, órgão regulador da Bolsa de Paris.

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19.01.16
ED. 5290

O “sem denúncia”

 Comentário atribuído ao ex-ministro Gilberto Carvalho: “O Mercadante ficou quase dois anos na Casa Civil e ninguém se deu ao trabalho de levantar uma denúncia para valer contra ele. Jaques Wagner só está lá há três meses e já toma tiro de tudo que é lado. Isso mostra o desprestígio de um e o prestígio de outro”.

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19.01.16
ED. 5290

Corretora chinesa

 No rastro dos bancos chineses que avançam no mercado brasileiro, a Guosen Securities ensaia seu desembarque no país. Trata-se de uma das cinco maiores corretoras de valores da China, com ativos totais de US$ 50 bilhões.

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19.01.16
ED. 5290

Fator Josué

 Fernando Pimentel articula a candidatura de Josué Gomes da Silva à Prefeitura de Belo Horizonte em uma aliança entre PT e PMDB – partido ao qual o empresário é filiado. Josué é visto pelos petistas como uma cartada imbatível para neutralizar o deputado Leonardo Quintão, que tenta sua indicação pelo PMDB.

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19.01.16
ED. 5290

Lista Youssef

 Além de mapear o caminho do dinheiro no PP, que levou a Justiça a levantar o desvio de R$ 358 milhões da Petrobras, Alberto Youssef citou em seus últimos depoimentos integrantes do partido que ainda não constam da Lista Janot.

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19.01.16
ED. 5290

Annus horribilis

 A Etna, varejista de móveis e artigos de decoração controlada por Nelson Kaufman, deverá passar 2016 inteiro sem abrir uma só loja – fato inédito na história da empresa. Na verdade, já será uma proeza chegar ao fim do ano com os atuais 18 pontos de venda.

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