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Planos
11.01.16
ED. 5284

BMW troca de piloto em busca de uma direção mais segura

  A BMW não tolera a menor derrapagem em sua trajetória no Brasil. Mesmo com crescimento de 6% nas vendas do ano passado, seu melhor resultado nos últimos anos, a matriz alemã não aceitou a perda histórica do primeiro lugar no ranking do mercado de carros de luxo. Suas concorrentes Mercedes-Benz e Audi cresceram respectivamente 56% e 36% no mesmo período, o que é surpreendente porque se trata de montadoras que importavam os veículos até o ano passado. Tiraram a liderança da BMW mesmo com a alta de 50% do dólar e ainda pagando taxas de importação. Para tornar a perda ainda mais indigesta, a mudança no ranking aconteceu justamente no primeiro ano de funcionamento da fábrica de Araquari (SC), um investimento de aproximadamente R$ 600 milhões da BMW. O próprio presidente demitido da companhia no país, Arturo Piñeiro, que deixará o cargo no mês que vem, fez questão de declarar publicamente que a fábrica está sendo subaproveitada e a BMW parou de expandir sua rede de concessionárias.  É por essas e outras que Piñeiro deixará a operação brasileira, uma das mais importantes do grupo no mundo, para ser o executivo responsável pela BMW of Manhattan, com apenas quatro lojas próprias em Nova York. A transferência é vista dentro do grupo como uma espécie de aposentadoria de luxo. Talvez seja também uma forma de evitar que Piñeiro prossiga dando declarações constrangedoras e prejudiciais aos negócios da montadora no Brasil. Helder Boavida, que assumirá a presidência da subsidiária, terá trabalho duplo. Além de recuperar a liderança perdida, terá a missão de apagar os incêndios provocados por seu antecessor, com arranhões na imagem institucional da BMW. Piñeiro conseguiu arrumar problemas nas mais diversas direções. Teve atritos com outros executivos da companhia, tanto no Brasil quanto na Alemanha, bateu de frente com fornecedores e revendedores e, ao perder a dianteira do mercado, subiu no meio-fio e acusou publicamente a Audi de promover dumping no país, o que jamais se confirmou. Boavida pretende marcar o início de sua gestão com um pacote de boas notí- cias. Estão nos planos do executivo uma redução nos preços dos veículos, que viria acompanhada de uma nova campanha publicitária, o lançamento de dois modelos no mercado brasileiro e o projeto de produção do carro elétrico i3 na fábrica de Araquari. A BMW não retornaou o assunto.

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11.01.16
ED. 5284

Azteca deixa um rastro de dívidas trabalhistas

   O derretimento do Banco Azteca no Brasil não é uma ameaça apenas para seus clientes – o correspondente a 32% dos depósitos não conta com cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A liquida- ção extrajudicial da institui- ção, anunciada na última sexta-feira pelo BC, aumenta também a agonia de funcionários e ex-empregados. O banco do empresário mexicano Ricardo Salinas acumula uma extensa folha corrida na esfera trabalhista. Quase um ano após demitir quase 500 pessoas, o Azteca ainda não teria honrado o pagamento de todas as verbas rescisórias.  Os processos contra o banco se multiplicam na Justiça do Trabalho, não apenas em Recife, onde o Azteca está sediado, mas também em outras cidades do Nordeste. As denúncias vão de dispensa sem negociação coletiva com os sindicatos a atrasos no pagamento das indenizações e assédio moral. Na capital pernambucana, os ex-funcionários têm feito manifestações recorrentes em frente à sede da instituição, na Avenida Domingos Ferreira, e em outros pontos da cidade. Na Paraíba, o Ministério Público do Trabalho já ajuizou uma ação civil pública na 2ª Vara do Trabalho pedindo que o Azteca pague uma multa em torno de R$ 5 mil por cada trabalhador que tenha sido demitido sem acordo coletivo e quitação O Banco Azteca não comentou o assunto.

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11.01.16
ED. 5284

Suíte reservada

 A sete meses da Olimpíada, há um importante negócio em gestação no mercado hoteleiro carioca. O espanhol José Oreiro, dono da rede Windsor, teria feito uma oferta pelo controle do Grupo Othon. A empresa da família Bezerra de Mello soma três hotéis no Rio. Procurado, o Windsor nega a negociação. Já o Othon não fala sobre o assunto.

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11.01.16
ED. 5284

Blasckstone e novas possibilidades

 Após comprar uma série de galpões da BR Properties e da pernambucana Cone, a Blackstone estuda agrupar os ativos em uma nova empresa. Com as futuras aquisições previstas, a gestora norte-americana pretende chegar ao fim do ano com uma carteira de R$ 2 bilhões em ativos imobiliários. Se o mercado estivesse melhorzinho, a Blackstone pegava esse embrulho e abria o capital em bolsa.

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11.01.16
ED. 5284

1, 2, 3, isola…

 Em meio à tensão com a queda do preço do barril de petróleo para US$ 38, um gaiato distribuiu pelos corredores da Petrobras cópias da previsão da Goldman Sachs, no ano passado, de que o barril do petróleo chegará a US$ 20 em 2016. Por pouco não foi linchado.

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11.01.16
ED. 5284

Novo teto

 Marcelo Sereno tenta sair da penumbra. O ex-assessor de José Dirceu, que, nos últimos meses, bateu ponto na Assembleia Legislativa do Rio, mais precisamente no gabinete do deputado Zaqueu Teixeira, articula sua indicação para a diretoria de um fundo de pensão do setor elétrico.

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11.01.16
ED. 5284

Mr. Planilha

O governo está ganhando no gogó as previsões sobre o número de parlamentares que votarão contra o impeachment. O mérito é atribuído ao ministro bom de bico Jaques Wagner.

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11.01.16
ED. 5284

Pré-secretariado

 O pré-candidato à prefeitura de São Paulo, João Doria Jr., já teria pré-convidado os empresários Luiz Fernando Furlan e Flavio Rocha para integrar seu eventual secretariado.

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