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Planos

 Os estrangeiros marcham a passos cada vez mais largos na área de saúde. É o caso da Bain Capital, que administra mais de US$ 70 bilhões em ativos. Dona da Intermédica, a gestora norte-americana estaria em negociações para a compra de mais uma companhia de medicina de grupo no país: o Grupo Empresarial Centro Clínico Gaúcho, que atua em Porto Alegre e mais sete cidades do estado. Com cerca de 220 mil beneficiários, o plano de saúde fatura por ano algo em torno de R$ 300 milhões. Consultado, a Centro Clínico Gaúcho informou que mantém relações comerciais com a Intermédica, mas garantiu que seu controle não está à venda.  A aquisição se encaixaria com precisão cirúrgica na estratégia traçada pela Bain Capital para expandir a atuação da Intermédica. O receituário dos norte-americanos prevê a aquisição de operadoras de médio porte com razoável presença regional. Era o caso da Paulista Santamália, de 260 mil clientes, comprada no ano passado. É o perfil também de uma importante companhia de medicina de grupo do Nordeste que está na mira da Bain Capital. Caso a negociação com a Centro Clínico Gaúcha seja selada, a Intermédica chegará à marca de R$ 3,5 bilhões de faturamento e mais de três milhões de vidas, tornando-se um dos cinco maiores grupos do setor no país. Ultrapassará, de uma vez só vez, a Unimed Paulistana, em gravíssima situação financeira, e a cearense Hapvida.  A intenção da Bain Capital é avançar também no processo de verticalização da Intermédica, com a expansão de sua rede própria de atendimento, hoje composta por oito hospitais e 54 clínicas. No ano passado, aliás, os norte-americanos cancelaram o registro da seguradora Notre Dame, também de sua propriedade, e transferiram toda a carteira de clientes da empresa para a Intermédica. Pela legislação brasileira, empresas de seguro-saúde não podem ter hospitais próprios. A  Intermédica não retornou o assunto.

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08.01.16
ED. 5283

Clubes fazem romaria na porta da Caixa

 Nada de Renato Augusto, Lugano ou Fred. O nome mais repetido pelos cartolas brasileiros neste início de temporada é o da presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior. Em meio ao cenário de recessão e à forte queda dos investimentos privados em marketing esportivo, o banco tornou-se peça chave no “esquema tático” de alguns dos maiores clubes do país para 2016. A fila de times que tentam se proteger sob a marquise da Caixa não para de crescer. Nos próximos dias, Atlético-MG e Cruzeiro deverão selar formalmente o acordo de patrocínio com o banco. Segundo o RR apurou, dirigentes dos dois clubes e executivos da CEF estiveram reunidos na última segunda-feira para acertar os detalhes finais dos contratos: cada um receberá, ao longo do ano, cerca de R$ 13 milhões.  Outro clube em avançadas negociações com a Caixa é o Santa Cruz, que subiu para a Série A do Campeonato Brasileiro. As cifras sobre a mesa giram em torno dos R$ 6 milhões, o mesmo valor que o banco paga ao outro time pernambucano da primeira divisão, o Sport. Segundo o RR apurou, nos últimos dias, Bahia, América-MG e Goiás também abriram conversações com a instituição financeira. Estima-se que os três contratos somados beirem os R$ 12 milhões ao ano. Em tempo: o próprio governador Fernando Pimentel teria intercedido junto ao banco a favor do América-MG.  A Caixa Econômica ainda não fechou o valor destinado ao futebol em 2016. Mas, somando-se as novas parcerias e a eventual manutenção de todos os contratos atuais, o orçamento poderá passar dos R$ 160 milhões, o que representaria uma alta de 45% sobre as cifras do ano passado. A renovação dos contratos com Corinthians, Flamengo e Vasco já está bem encaminhada. A tendência é que sejam mantidos os valores de 2015, respectivamente R$ 30 milhões, R$ 25 milhões e R$ 15 milhões. O mesmo se aplica à prorrogação dos acordos com nove clubes restantes da atual carteira de patrocínios da Caixa. A  Caixa Econômica não retornou o assunto.

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08.01.16
ED. 5283

Táxi!!

 O fundo norte-americano Tiger Global, acionista da 99 Taxis, deverá aportar mais US$ 40 milhões e aumentar sua participação na empresa. Os recursos seriam usados para duplicar o número de cidades atendidas. A 99 Taxis nega mudanças em seu capital.

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08.01.16
ED. 5283

Estranha vocação

 Dilma Rousseff não pode ver o cenário desanuviar que logo procura uma casa de marimbondos para enfiar a mão. Em meio à busca do apoio para livrar-se do impeachment, encontrou tempo para bater de frente com o comandante do Exército, general Villas Boas. Cismou que ele dissemina avaliações pouco elegantes sobre sua gestão. Segundo informante credenciado, é verdade que o general não suporta Dilma. Até aí…

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08.01.16
ED. 5283

Água fria

 Henrique Alves costuma seguir Eduardo Cunha. Mas, neste momento, prefere fazer ouvidos de mercador aos conselhos do presidente da Câmara. Cunha insiste que ele deixe o Ministério do Turismo em resposta à decisão de Dilma Rousseff de cortar 24 cargos comissionados da Pasta.

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08.01.16
ED. 5283

Paraquedas

 O Magazine Luiza prepara uma recompra de ações na tentativa de frear a queda livre das cotações. Como o mercado não compartilha do conhecido otimismo de Luiza Trajano em relação à economia, o valor da rede varejista na bolsa caiu 70% em 12 meses. A Magazine Luiza não comentou o assunto.

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08.01.16
ED. 5283

Pedra cantada

 Furnas estaria convocando grandes fornecedores para uma dura temporada de renegociação de contratos. O percentual dos cortes oscilaria de 10% a 30%. Oficialmente, a empresa confirma a renegociação de contratos e preços apenas em novas licitações.

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08.01.16
ED. 5283

À espera

O BTG aguarda para os próximos dias uma oferta do Credit Suisse pelo BSI .

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