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Planos
06.01.16
ED. 5281

Ultra fisga um cardume de postos bandeiras branca

  O sonho de consumo do Grupo Ultra em 2016 não é segredo para ninguém: em 10 de agosto de 2015, o empresário Paulo Cunha afirmou que, se a BR Distribuidora fosse vendida em pedaços, ele garantiria a compra de uma leva de postos da companhia. Mas dificilmente a modelagem de venda da estatal passará pelo fatiamento da rede. Resta ao Ultra encher o tanque com a incorporação de estabelecimentos de bandeira branca. Neste momento, o conglomerado mantém em seu radar cerca de 200 unidades, a maioria nas Regiões Norte e Nordeste. Grande parte das negociações já foi iniciada e deverá ser concluída no primeiro trimestre deste ano. O garimpo custará algo entre R$ 220 milhões e R$ 250 milhões. Segundo o RR apurou, alguns destes estabelecimentos estão também na mira da Raízen. Mas o Ultra tem adotado uma política agressiva para fisgar os postos sem bandeira e, desta forma, comprar mercado. As iscas incluem o pagamento mais generoso de luvas – até 20% acima da concorrência – e a cobrança de royalties mais baixos.  O orçamento do Ultra para este ano prevê R$ 880 milhões para a abertura de unidades com a marca Ipiranga ou a incorporação de postos bandeira branca. Trata-se de uma cifra 25% superior ao montante gasto ao longo de 2015 – cerca de R$ 700 milhões. A escalada dos investimentos é proporcional ao peso do negócio para o conglomerado como um todo. Hoje, a distribuição de combustíveis responde por 85% do faturamento do Ultra, que fechou 2015 com mais de R$ 70 bilhões em vendas.  Por qualquer ângulo que se olhe, a BR é a referência a ser perseguida pelo Grupo Ultra, notadamente na disputa pelo ranking do setor. Nos últimos anos, a combinação entre os expressivos investimentos do Ultra e a estagnação da subsidiária da Petrobras reduziu consideravelmente a distância entre ambos. A BR tem cerca de oito mil postos, contra 7,2 mil da Ipiranga. Há três anos, essa diferença era superior a dois mil pontos de venda.

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06.01.16
ED. 5281

Cruzeiros marítimos passam longe do Brasil

  A depreciação do real afundou um segmento do mercado de turismo que vinha crescendo, em média, 15% ao ano no Brasil. MSC e Royal Caribbean começam 2016 amargando uma queda de quase 40% nas vendas de pacotes marítimos internacionais no país em comparação com o estoque de reservas fechadas em janeiro do ano passado. A perspectiva de um 2016 sombrio já se reflete na estratégia das duas grandes operadoras mundiais do setor.  A MSC reduziu consideravelmente sua oferta na temporada 2016/2017, o que é confirmado pela empresa. A Royal Caribbean tomou uma decisão mais drástica: suspendeu a operação de navios no país para destinos internacionais a partir de maio. Consultada, a empresa confirmou a medida e disse que ela está relacionada aos altos custos operacionais no país. As vendas no Brasil ficarão restritas aos chamados minicruzeiros, que se restringem à costa da América do Sul. Ou seja: em abril, os transatlânticos Splendour of the Seas e Rhapsody of the Seas – os últimos para os quais a Royal Caribbean vendeu pacotes de longa distância – vão zarpar dos portos brasileiros sem data para retornar.

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06.01.16
ED. 5281

Má companhia

A migração da CBF das páginas esportivas para o noticiário policial começa a cobrar seu preço. Depois da Procter & Gamble, a Telefônica/Vivo também deverá romper o contrato de patrocínio com a entidade. O acordo rende à CBF cerca de três milhões de euros por ano.

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06.01.16
ED. 5281

Luz entre as nuvens

 Eike Batista dirigia, ontem, seu Porsche Cayenne, na Rua Marquês de Abrantes, na Zona Sul do Rio, com ares de um 2016 próspero. Mr. Batista fazia meneios com a cabeça como quem ouvia uma música animada. Vai ver era o tilintar dos cifrões. Com a quebra do seu império, conseguiu reestruturar suas dívidas de forma a manter pequenas participações nas empresas e praticamente zerar o seu passivo individual. No final da tempestade, continuou como um homem de R$ 1 bilhão.

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06.01.16
ED. 5281

Operário padrão

 Eliseu Padilha não teve descanso. Cancelou suas festas de fim de ano em nome de um projeto bem mais nobre do que o bacalhau e as rabanadas: antecipar a convenção do PMDB, originalmente marcada para março.

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06.01.16
ED. 5281

Impulso tributário

 Diante da peregrinação da norte-americana Starwood para vender o Hotel Sheraton de São Conrado, no Rio, vale apelar até a Eduardo Paes. O grupo teria se comprometido a fazer uma reforma no imóvel mediante a redução dos impostos municipais, notadamente ISS e IPTU, por um período de três a cinco anos. Consultada, a Starwood garantiu que as obras em curso no hotel não têm qualquer contrapartida da Prefeitura.

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06.01.16
ED. 5281

Rock in Rio 2017

 Roberto Medina começou a preparar o Rock in Rio 2017 com uma guitarra na mão e uma ideia fixa na cabeça: cortar custos. Com a depreciação do real, os gastos do festival em 2015 cresceram 30% em relação à edição anterior, dois anos antes. E olhe que boa parte dos cachês foi paga antes da disparada do dólar.

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06.01.16
ED. 5281

Inapetência

 Dona de 50% do consórcio, a Shell quer reduzir sua participação no bloco BC-10, na Bacia de Campos. Não custa lembrar que, há dois anos, o grupo repassou 23% do negócio para a Qatar Petroleum.

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06.01.16
ED. 5281

Cacau da Cargill

 A Cargill estaria negociando a compra de expressivas plantações de cacau no sul do Bahia. A empresa nega. Mas, não custa lembrar que recentemente a trading norte-americana iniciou a exportação de grãos do produto no Brasil.

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