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Planos
21.12.15
ED. 5273

Que a força esteja com Levy, Barbosa e todos nós

 O ministro e o ex-ministro da Fazenda, Nelson Barbosa e Joaquim Levy, acertaram uma colaboração que vai muito além da hipocrisia de praxe, na qual a autoridade que deixa o cargo elogia seu substituto, a quem detesta por sempre ter cobiçado seu lugar. A convivência dos dois não passou incólume a pegadinhas, fofocas e pequenas intrigas, sem as quais os ministérios da Fazenda e do Planejamento deveriam trocar de nome. Mas as ranhuras foram leves e o diálogo, sempre civilizado. Ambos deixaram claro o papel de reciprocidade que pretendem cumprir daqui por diante. Levy não quer ser considerado um anti-Barbosa e, portanto, contrário ao êxito do seu sucessor. E Barbosa vai refutar a imagem de gradualista e descompromissado com a prioridade ao ajuste fiscal. Há uma disposição de diálogo entre os dois, que conta com o apoio da presidente Dilma Rousseff. Ninguém é ingênuo de esperar uma colaboração corriqueira. Mas o entendimento é que deve haver alguma interlocução. Um elo entre ambos é a Fundação Getulio Vargas, que sempre será uma referência comum aos dois economistas.  Nelson Barbosa e Joaquim Levy são pessoas tremendamente diferentes. A forma de pensar a economia, porém, não é tão desigual assim. Ressalte-se que o Barbosa em consideração é aquele que estava no Ibre antes de ir para o Planejamento e não o assessor de Guido Mantega. Levy fora do governo, por uma dessas sutilezas do destino, talvez consiga contribuir para que se encontre a síntese para o falso dilema entre a intensidade e o gradualismo fiscal. Barbosa poderá se aproximar do que propunha o antecessor sem parecer que está recuando. O amálgama seriam as reformas, os marcos regulatórios e um plano de desenvolvimento que resgatasse o olhar de longo prazo. Mas Levy também estava desse lado da força. Aliás, que a força esteja com ambos. E com todos nós.

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21.12.15
ED. 5273

Ressurge projeto de Sarney

 Um dia, o ex-presidente José Sarney manda sinais para Michel Temer; no outro, envia anagramas para Dilma Rousseff. A única coisa objetiva desse sopra lá sopra cá foi o recado de que ele se sentiria muito gratificado com a ressurreição de um empoeirado projeto: a criação de um regime de Zona Franca em Macapá e Santana, no Amapá. Trata-se de um pleito antigo, que foi colocado e recolocado na mesa inúmeras vezes. Mas a disputa pelo impeachment parece ser a oportunidade certa para que o desejo do velho marimbondo de fogo seja, enfim, atendido.

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21.12.15
ED. 5273

Fazendo-se de difícil

 A decisão da Aegea de pular fora do leilão de venda da CAB Ambiental, que ocorreu no último dia 10 de dezembro, não passou de jogo de cena. A empresa segue interessada na operação de saneamento do Grupo Galvão, mas usa o tempo a seu favor. Primeiro, aproveita-se da delicada situação financeira da Galvão para forçar uma redução do preço do ativo, fixado em R$ 600 milhões. Além disso, quer uma garantia firme dos credores do grupo de que não herdará qualquer dívida da CAB.

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21.12.15
ED. 5273

Gasodutos

 A Transpetro vai sair fortalecida do processo de rearrumação dos ativos da Petrobras. A companhia deverá ficar com a antiga participação da Gaspetro em quatro gasodutos no país. Ressalte-se que os pipelines não fizeram parte da operação de venda de 49% da estatal para a japonesa Mitsui.  Procurada pelo RR, a Petrobras  não retornou e não comentou o assunto.

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21.12.15
ED. 5273

Receituário

 Um dos maiores laboratórios farmacêuticos do mundo, a norte-americana Abbott está conseguindo atravessar a crise na economia brasileira sem enxaquecas. Vai fechar 2015 com um aumento da receita da ordem de 15%. Repetirá, assim, o desempenho do ano passado, quando o PIB ainda estava no zero a zero.

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21.12.15
ED. 5273

Postos à venda

 A Raízen procura um comprador para a Petróleo Sabbá, distribuidora de combustíveis do grupo no Amazonas. A companhia prefere entregar os 200 postos para um concorrente e reduzir sua presença naquela região a ter de engolir os seguidos prejuízos da rede. Já são quatro anos seguidos no vermelho. Procurada pelo RR, a Raízen não retornou e não comentou o assunto.

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21.12.15
ED. 5273

Corte de luz

 Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética está usando 1001 argumentos para convencer o ministro Eduardo Braga a não cortar em um terço o orçamento da estatal. Está difícil. Tolmasquim é um pé de boi no trabalho, mas não tem a voz grossa necessária nessas horas.

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21.12.15
ED. 5273

Que fase!

 Um fator a mais de pressão sobre os índices inflacionários: a estimativa de queda da colheita de trigo no Paraná já estaria em quase 20%. Não custa lembrar que, também por conta das chuvas, a produção no Rio Grande do Sul foi quase 35% menor do que o esperado.

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21.12.15
ED. 5273

Carne de terceira

 A Marfrig corre para anunciar ainda neste ano a venda de suas operações de beef jerky nos Estados Unidos, um negócio para lá de sem gosto no balanço da empresa. A Marfrig confirma a venda, mas não fala em prazos.

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21.12.15
ED. 5273

Vai sobrar vaga

 Há um impasse em torno da venda da Estapar, a rede de estacionamentos controlada pelo BTG. A francesa Vinci quer comprar apenas alguns ativos da empresa e não o pacote completo. Ou seja: nesse modelo, o banco ainda terá de sair à caça de um segundo comprador para as operações menos atraentes da companhia. Procurada pelo RR, a BTG não retornou e não comentou o assunto.

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21.12.15
ED. 5273

Multifunções

 Katia Abreu não é Leila Diniz, mas, para o governo, vale por todas as mulheres do mundo. Além de cuidar da Agricultura, defender Dilma Rousseff com unhas e dentes e arremessar taça de vinho em tucano, ainda encontra tempo para remendar a aliança entre o PMDB e o PT em sua terra natal. Katia tem se empenhado em costurar acordos em cidades do interior do Tocantins para as eleições do ano que vem.

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