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Planos
23.11.15
ED. 5253

Gazit Globe prepara o bote sobre a BR Malls

 A israelense Gazit Globe desembarcou na BR Malls com 2% do capital. Há cerca de dois meses, atingiu o patamar de 5%. De lá para cá, com novas aquisições em mercado – algumas delas realizadas por meio de outros veículos de investimento –, já estaria perto dos 10%, tornando-se um dos três principais acionistas. A julgar pela célere escalada e pelo tamanho dos israelenses – um dos maiores grupos mundiais do setor, com mais de 530 centros de compra em 20 países –, a Gazit Globe não entrou nos shoppings da BR Malls a passeio. Toda a coreografia indica que os israelenses estão montando uma posição expressiva no capital com o objetivo de participar ou mesmo assumir a gestão da maior empresa do segmento no Brasil, com 46 empreendimentos e receita anual de R$ 1,5 bilhão. BR Malls e Gazit Globe não comentam o assunto.  O capital pulverizado da BR Malls favorece a ofensiva da Gazit Globe. No limite, o grupo nem precisa atingir os 20% das ações ordinárias – o que, pelo estatuto da empresa, detonaria a pílula de veneno e o obrigaria a fazer uma oferta por todos os títulos em mercado. A rigor, bastam 14% para se transformar no maior sócio individual, posição que hoje cabe à gestora norte-americana Dodge & Cox, com 13,8%. Uma composição com outros acionistas expressivos, como a própria Dodge ou a também norte-americana BlackRock, daria à companhia israelense as condições necessárias para assumir a gestão da BR Malls. A Gazit Globe já desembolsou mais de R$ 1 bilhão na compra de oito shopping centers no Brasil, mas nada que se compare ao gigantismo da BR Malls. Ao assumir a empresa nascida de uma costela da GP Investimentos – e até hoje comandada pelo GP Boy Carlos Medeiros –, o grupo israelense praticamente quintuplicaria sua Área Bruta Locável (ABL) no Brasil, superando os 500 mil metros quadrados de lojas.

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23.11.15
ED. 5253

CVM apura insider em operação da Estácio

 Em matéria de governança corporativa, a Estácio vai fechar o ano letivo em segunda época. A CVM averigua denúncias de insider information na aquisição da Faculdade de Castanhal, anunciada pelo grupo na última terça-feira, dia 17. Segundo o RR apurou, a autarquia já solicitou esclarecimentos ao diretor financeiro e de RI da Estácio, Virgílio Capobianco Gibbon – de acordo com a liturgia do órgão regulador do mercado de capitais, o procedimento costuma preceder a abertura de um processo administrativo. Aos olhos da CVM, a compra da universidade paraense é uma lição de casa cheia de rasuras.  Na tarde do dia 17, poucas horas antes de ser oficialmente protocolado na Bolsa, como manda o figurino, o Fato Relevante da Estácio sobre a aquisição da Castanhal chegou às mãos do diretor de outra empresa da área de educação. Surpreso, o executivo relatou o caso à própria CVM. Naquela mesma tarde, o comunicado teria circulado também em um grupo de WhatsApp que reúne seletos investidores do mercado de capitais. Coincidência ou não, a ação da Estácio pulou feito pipoca no pregão da Bovespa do dia 17. Ao todo, foram 8,5 mil negócios com os títulos da empresa, 35% a mais do que a média diária do mês de outubro – o Morgan Stanley e o Citi teriam sido os dois maiores compradores. A cotação, que até então acumulava uma queda de 31% no ano, subiu 10% em um único dia. São números que certamente não passaram despercebidos à CVM. Procurada, a autarquia disse que “não comenta casos específicos, para não afetar trabalhos de análise ou apuração que entenda necessários”. Já a Estácio não quis se pronunciar.

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23.11.15
ED. 5253

O que se passa na cabeça de Leonardo Piccinani?

 Leonardo Picciani tem passado ao largo de alguns importantes eventos do PMDB. Nos últimos 15 dias, não compareceu ao lançamento do documento “Uma Ponte para o Futuro – transformado numa festa particular de Michel Temer – e faltou a dois encontros seguidos de deputados do partido em Brasília, um deles organizado pelo bancada do Rio. Há quem diga que ele tem dedicado seu tempo às articulações para indicar o irmão, Rafael Picciani, como candidato do PMDB à Prefeitura do Rio. Puro diversionismo. No momento, Picciani só pensa naquilo: fazer campanha para suceder Eduardo Cunha na presidência da Câmara dos Deputados.

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23.11.15
ED. 5253

Fim de linha?

  A deficitária Alumar caminha rumo ao seu inevitável destino. Nove meses após desativar toda a fundição, o trio Rio Tinto, BHP e Alcoa não consegue enxergar outra saída se não partir para a solução final: fechar a refinaria de alumínio e encerrar definitivamente as atividades da empresa. São 1,5 mil trabalhadores com a cabeça a prêmio.

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23.11.15
ED. 5253

Atento a 2018

 Lula demarcou o terreno da sua candidatura à presidência, em 2018. Só disputará a eleição se alguém tiver um projeto de governo que destrua o que fez pelo social. Leia-se que qualquer candidato será tachado de ir contra o social.

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  A Marubeni pode ser a salvação de um projeto de US$ 5 bilhões para a exploração de uma mina de potássio no Amazonas, com reservas de dois milhões de toneladas. Os japoneses negociam sua entrada no negócio, pertencente à Potássio do Brasil, leia-se a Potash. Os canadenses condicionam o alto investimento à chegada da Marubeni.

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23.11.15
ED. 5253

Nostalgia olímpica

 Aproveitando-se do estremecimento nas relações do Planalto com o PRB e o ministro dos Esportes, George Hilton, o PC do B se articula para retomar a Pasta. Seu nome para o cargo é o deputado Orlando Silva. Seria um déjá vu olímpico: Silva era ministro dos Esportes quando o Rio foi escolhido para sediar os Jogos.

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23.11.15
ED. 5253

Crise dos Pampas

 A situação fiscal do Rio Grande do Sul é cada vez mais crítica: o déficit do estado já está na casa dos R$ 600 milhões por mês.

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