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Planos
04.11.15
ED. 5240

Embratur é um turista com dinheiro contado

 A Embratur está tomada pelo desânimo. Nos corredores da estatal já se fala até na possibilidade de Vinicius Lummertz, que assumiu a presidência da empresa há apenas cinco meses, pegar seu boné e deixar o cargo. O motivo é a estiagem financeira da companhia. A menos de nove meses da Olimpíada do Rio, a Embratur ainda não teria fechado uma sé- rie de ações e eventos relacionados aos Jogos. Entre os projetos em atraso estaria a realização de uma ampla campanha de marketing no exterior com o objetivo não apenas de aumentar o fluxo de turistas no Rio como estimular a circulação por outras cidades do país durante a Olimpíada. Estima-se que a empreitada não saia por menos de US$ 20 milhões. Consultada, a Embratur negou atrasos nas ações referentes à Olimpíada e garante que veiculará uma “campanha publicitária nos mercados externos em 2016”. A empresa disse ainda desconhecer a possibilidade de saída de Vinicius Lummertz.  O fato é que o Ministério do Turismo foi um dos mais afetados pelos cortes no orçamento da União. O total de recursos previsto para este ano caiu de R$ 1,8 bilhão para R$ 476 milhões. Até o momento, no entanto, a Pasta só teria recebido algo em torno de R$ 70 milhões. Para 2016, está prevista mais uma redução. O orçamento elaborado pelo governo prevê um dispêndio da ordem de R$ 350 milhões.

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04.11.15
ED. 5240

Leilão de hidrelétricas está pendurado por um único fio

  O governo está desesperado com a iminência de mais um fracasso na área de infraestrutura. Na semana passada, mais precisamente na quarta e na quinta-feira, o ministro Eduardo Braga e sua equipe mantiveram uma exaustiva agenda de reuniões na tentativa de arrancar do fígado algum modelo capaz de salvar o leilão de hidrelétricas. A menos de três semanas do Dia D – 25 de novembro –, praticamente ninguém do governo acredita que a licitação será efetivamente realizada. Entre quarta e sexta-feira, o próprio Braga, o secretário-executivo do Ministério, Luiz Eduardo Barata, e o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético, Altino Ventura Filho, mantiveram contato com dirigentes de exatos 12 grupos do setor, entre eles AES, China Three Gorges (CTG), Engie, Iberdrola e Equatorial Energia. Apenas a Three Gorges teria confirmado sua participação no leilão do dia 25. Nada mais sintomático que o secretário do Tesouro, Marcelo Saintive, tenha divulgado uma estimativa de déficit primário de R$ 110 bilhões que já exclui a receita com a venda das hidrelétricas.  Entre as simulações feitas no Ministério de Minas e Energia, surgiu uma nova proposta para o leilão que, no entendimento de Eduardo Braga e da área técnica, é a única que talvez possa salvar o evento e garantir algum nível de atratividade para os investidores. Esta última cartada passa pelo fatiamento da licitação em dois blocos. No dia 25 de novembro, seriam ofertadas ao mercado apenas as licenças das usinas de Jupiá e Ilha Solteira, ex-Cesp. As outras 27 usinas ficariam para 2016. No fundo, são as únicas concessões que despertam algum interesse entre as empresas do setor. Seria uma forma de o governo salvar uma parte substancial da receita esperada. Nos cálculos do Ministério, Jupiá e Ilha Solteira correspondem a aproximadamente 80% dos R$ 11 bilhões do valor estimado para o leilão, contabilizando-se apenas o pagamento à vista pelas licenças. Consultada sobre a possibilidade de adiamento da licitação ou de mudança no modelo, o Ministério de Minas e Energia informou que “o leilão está programado para ocorrer em 25 de novembro nas condições já divulgadas”.  O esquartejamento de ativos de geração não está restrito ao governo federal. O RR apurou que Geraldo Alckmin pretende vender separadamente cada uma das três hidrelétricas da Cesp. As usinas já estão sendo avaliadas por um banco de investimentos

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04.11.15
ED. 5240

“Venda indireta”

 Qualquer dia desses uma “Naturete” indignada vai bater na porta de Roberto Lima e lhe falar poucas e boas. O presidente da Natura praticamente virou as costas às mais de 1,3 milhão de vendedoras da empresa. Só quer saber de investir na abertura de lojas físicas e no comércio eletrônico. E quem vai dizer que ele está errado? A receita da Natura com o velho modelo de venda direta cai a quatro trimestres seguidos.

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04.11.15
ED. 5240

Zelotianas

 O raio de ação da Operação Zelotes ficou maior. O total de processos no Carf sob investigação já passaria de R$ 30 bilhões.  O racha entre a Mitsubishi Motors e a Anfavea é inevitável. A entidade já deixou claro que vai jogar para cima da montadora a responsabilidade por eventuais malfeitos cometidos pelo lobista Mauro Marcondes, preso na semana passada. A operação de descolamento começou pelo próprio comunicado do afastamento de Marcondes da vice-presidência da Anfavea, em que a Mitsubishi foi citada nominalmente.

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04.11.15
ED. 5240

Catta Preta

De Miami, para onde partiu após receber ameaças não se sabe de quem ou por quê, a advogada Beatriz Catta Preta ainda manteria linha direta com seu cliente mais polêmico: o delator premiado Julio Camargo, que fez acusações a Eduardo Cunha.

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04.11.15
ED. 5240

Petrobras

 O grupo Combuscol, que opera a bandeira Texaco na Colômbia, está em negociações para a compra dos 104 postos de combustíveis da Petrobras naquele país.

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04.11.15
ED. 5240

Entregará o jogo?

 Os advogados de José Maria Marin negam. Mas, na CBF, já se dá como certo que o ex-cartola vai fechar um acordo de delação com a Justiça norte-americana.

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