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Planos
08.10.15
ED. 5223

Walter Faria enfrenta novas acusações de sonegação fiscal

 Na mira da Lava Jato, acusado de receber recursos desviados da Petrobras e, posteriormente, repassá-los ao PT, o cervejeiro Walter Faria está no epicentro de mais um escândalo. As suspeitas sobre a participação do Grupo Petrópolis em um esquema de sonegação fiscal no Mato Grosso espalham-se por outras regiões. Os Ministérios Públicos de São Paulo e do Paraná se uniram ao seu congênere mato-grossense nas investigações contra a fabricante de bebidas. Há fortes indícios de que a empresa teria replicado o mesmo expediente nos dois estados. O esquema se basearia na devolução simulada de matéria-prima para a produção de cerveja, notadamente soja. A Petrópolis se beneficiaria de créditos fiscais referentes ao retorno do insumo ao fornecedor. No entanto, segundo as investigações, há evidências de que boa parte da matéria-prima declarada não retornava efetivamente ao seu fabricante, embora fossem emitidas notas fiscais relativas à devolução. Os procuradores dos três estados estão debruçados sobre calhamaços de guias de recolhimento supostamente frias.  O Ministério Público do Mato Grosso confirma o caso. Segundo o MP, há “um procedimento investigatório em tramitação na 14ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital, que antecede o inquérito, para apurar o suposto esquema envolvendo o Grupo Petrópolis”. O total sonegado pode chegar a R$ 140 milhões. Ainda de acordo com o MP, esse é o valor do processo administrativo que aguarda julgamento pela Secretaria de Fazenda do Mato Grosso. O RR também entrou em contato com o Ministério Público de São Paulo e do Paraná. Ambos não se pronunciaram, com a alegação de que apenas o MPMT, origem do processo, fala sobre o caso.  Segundo o RR apurou, no caso do Paraná e, sobretudo, de São Paulo, as cifras sob investigação seriam bem maiores, em razão dos volumes de mercadorias movimentados nos dois estados. As denúncias envolvem também a cooperativa paranaense Imcopa, uma espécie de irmã xifópaga da Petrópolis. Em 2009, ambas anunciaram uma associação para a produção e distribuição de soja. Os credores da Imcopa, entre os quais Credit Suisse e ING, tentam provar que Walter Faria é o verdadeiro dono da empresa e, portanto, responsável pelas dívidas de mais de R$ 1 bilhão da cooperativa agrícola.

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08.10.15
ED. 5223

Veolia gruda nas estatais de saneamento

A Veolia Environnement decidiu apostar suas fichas na parceria com estatais da área de saneamento. É isso ou permanecer de braços cruzados esperando por privatizações que nunca saem do papel. No momento, os franceses estariam em conversações com a Copasa e a Embasa. Em Minas Gerais, o alvo da PPP é a prestação de serviços de tratamento de resíduos no complexo industrial de Contagem. Na Bahia, Veolia e Embasa se associariam para ampliar a rede de água e esgoto do estado, com foco em cidades do interior. Oficialmente, a estatal baiana nega a negociação. No entanto, com o ressecamento dos tradicionais canais de financiamento do setor, a começar pela Caixa Econômica, a Embasa dificilmente conseguirá investir nessas localidades sem o apoio de um parceiro privado. A Veolia também tem dificuldades para irrigar seus negócios no Brasil. Sua receita – de 170 milhões de euros em 2014 – tem crescido, em média, 5% ao ano, índice insatisfatório para os franceses. A expectativa do grupo era de que a operação brasileira respondesse por quase 15% do faturamento global até 2018. Difícil. Para este ano, a participação do Brasil nessa conta deve ficar em torno de 6%.

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08.10.15
ED. 5223

Rachaduras no concreto

A Camargo Corrêa vai terminar. Ou quase. Com a disposição anunciada de passar à frente a Alpargatas e a construtora, além da vontade velada de vender a CPFL, sobraria só a empresa de cimento. Mas para ela também não falta comprador – aliás, a desmobilização já começou, com o lançamento de um plano de venda dos ativos de concreto. Tudo indica que o papel de delator premiado foi demais para as acionistas da Camargo Corrêa. Melhor colocar uma dúzia de bilhões no bolso e se esconder em outro país.

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08.10.15
ED. 5223

Três por quatro

 A foto oficial da cerimônia de posse dos novos ministros, na última segunda-feira, é reveladora. Aloizio Mercadante ficou próximo de Dilma Rousseff – entre ambos, apenas seu sucessor na Casa Civil, Jaques Wagner. Na foto de 1 de janeiro, quando Dilma deu a partida no segundo mandato, o então ministro da Educação, Cid Gomes, foi posto a léguas de distância da presidente.

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08.10.15
ED. 5223

Profilaxia

Em junho, a Votorantim Cimentos antecipou o pagamento de 500 milhões de euros em dívidas que venceriam apenas em 2022. Acertou em cheio. De lá para cá, o câmbio acumula alta de 30%.

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08.10.15
ED. 5223

Prejuízo.com

A exemplo da divisão de venda direta, desativada no início deste mês, a operação de e-commerce da Lojas Marisa também estaria fechando no vermelho mês após mês. A rede varejista prevê que o breakeven só deverá vir em dois anos. Isso se o tranco no PIB em 2016 não for maior do que o projetado.

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 A desinibição com que Jorge Picciani resolveu atacar Aécio Neves publicamente tem causado espécie até mesmo entre seus pares na cúpula do PMDB do Rio. Exatamente há um ano Picciani foi um dos idealizadores do “Aezão”, o movimento de apoio às candidaturas de Aécio e Luiz Fernando Pezão.

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Caso raro de boa notícia na Avenida Chile: Aldemir Bendine pretende anunciar na próxima semana a venda de 49% da Gaspetro para a Mitsui.

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