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Planos
08.09.15
ED. 5201

Red Bull bate suas asas sobre a Globalbev

O diretor-geral da Red Bull na América Latina, Pedro Navio, tomou duas latinhas de energético e partiu com tudo na direção da Globalbev. Em jogo, a compra da terceira maior empresa do segmento no país, fabricante das marcas Flying Horse e Extrapower. Controlada pelo investidor mineiro Bernardo Lobato, a companhia tem entre seus acionistas João Paulo Diniz e Henrique Pinto, ex-controlador da construtora Tenda. No ano passado, faturou cerca de R$ 500 milhões. A investida sobre a Globalbev tem uma motivação principal: a Red Bull está sedenta para comprar mercado – neste caso os aproximadamente 8% do segmento que estão nas mãos da empresa paulista. Foi a mesma razão que há pouco mais de um ano levou o grupo austríaco a sondar a TNT, divisão de energéticos da Cervejaria Petrópolis. Neste momento, a grande missão de Pedro Navio, há quatro anos no comando da Red Bull na América Latina, é recuperar o share no Brasil, disparadamente a maior operação da companhia na região. O grupo ainda detém, com folga, a primazia do mercado brasileiro, com 50% das vendas de energéticos. Mas, no fim da década passada, chegou a ter mais de 60% do segmento. * As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Red Bull e Globalbev.

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08.09.15
ED. 5201

Boeing reserva sua cabine para o comandante da Embraer

Em breve, o 787 deverá pousar no Aeroporto Internacional da Filadélfia e dele descerá uma cidadã do mundo de volta à sua querida Pensilvânia. Donna Hrinak está prestes a desembarcar do comando da Boeing no Brasil. Tudo tem seu tempo e o tempo da ex-embaixadora parece ter chegado ao fim. O substituto? Os norte-americanos buscam um executivo brasileiro, que combine perfil técnico, extremo conhecimento do setor aeronáutico e notória autonomia de voo entre os principais gabinetes da República. Um lobista que só falta morar na Boeing jura que ouviu o cochicho: “No Brasil, ele é o melhor”. Quem? Quem? Para os norte-americanos, existe apenas um nome: o presidente da Embraer, Frederico Curado. Além de entregar a gestão da subsidiária a um executivo de primeira grandeza, a presença de Curado ajudaria a Boeing a superar as antipatias que ainda desperta nas mais diversas instâncias do Poder. Permitiria ainda à empresa perscrutar as entranhas, o coração e a alma da Embraer, uma de suas maiores concorrentes no segmento de jatos regionais. A abdução de Frederico Curado não é um desejo simples de se realizar. Nome certo no top ten dos grandes head hunters do país, Curado é patrimônio da Embraer, onde está há 30 anos. Nesse período, passou por todas as áreas e cargos executivos até chegar à presidência, em 2007. Sua posição na empresa corresponde praticamente a de um imperador – algo, diga-se de passagem, natural em se tratando do integrante de uma dinastia iniciada por Ozires Silva e seguida por Mauricio Botelho. Aliás, a Embraer prima pelo baixo turnover em seus postos mais altos. Nessas condições, só mesmo discordâncias graves de estratégia com os acionistas justificariam uma eventual decisão de Curado de trocar de companhia aérea. Por meio da assessoria da Embraer, Frederico Curado negou qualquer contato com a Boeing. A multinacional, por sua vez, garante que não haverá mudanças em sua gestão no Brasil. Dentro da empresa, no entanto, segundo o RR apurou, prevalece o senso comum de que Donna Hrinak já cumpriu sua missão. Conduziu a abertura do escritório no país, em 2011, e emprestou à Boeing seu maior ativo: as relações acumuladas nos três anos em que respondeu pela Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. Por ironia, seu grande ativo foi também seu maior passivo e fator de desgaste no país. Desde que Edward Snowden apareceu para o mundo, qualquer integrante da chancelaria norte-americana passou a ser visto no Brasil como um araponga em potencial. Aliás, é impossível dissociar o episódio de espionagem do grande revés da gestão de Donna: a perda da licitação dos caças da FAB. As viscerais relações entre a fabricante de aeronaves e o Departamento de Estado norte – americano minaram as chances da Boeing. E, ao que tudo indica, selaram a viagem de volta de Donna Hrinak para a Pensilvânia.

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08.09.15
ED. 5201

Convenção

Concessionária do Riocentro e do São Paulo Expo, a francesa GL Events vai desembolsar R$ 700 milhões para expandir os dois centros de eventos. Consultada pelo RR, a empresa confirmou o investimento.

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O economista Luiz Carlos Mendonça de Barros está unha e carne com o capital chinês. Sócio da fabricante de caminhões Foton, teria sido sondado pela SZ DJI para ser seu parceiro na produção de drones no Brasil. Procurado, Mendonça de Barros não retornou até o fechamento da edição.

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Nos próximos dias, a presidente Dilma Rousseff deverá formalizar a saída de Manoel Dias do Ministério do Trabalho. Trata-se de um dos últimos pedetistas que ainda acredita – ou finge acreditar – que o partido faz parte da base aliada.

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08.09.15
ED. 5201

Colar apertado

A H. Stern está fazendo um esforço danado para chegar a o fim do ano sem fechar nenhuma loja. Está difícil.

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Foi Sergio Cabral quem convenceu Eduardo Cunha a ter uma conversa com Dilma Rousseff. Cunha ligou, então, para a presidente e disse que ela ficaria mais à vontade se, para todos os efeitos, o convite para a reunião partisse do próprio Planalto. Feito isso, poucas pessoas no Palácio tiveram conhecimento do encontro. Algumas horas depois a conversa estava no noticiário. Nesse caso, há dois vazadores em potencial: um é o próprio Cunha; o outro, o bigode mais indiscreto da República.

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08.09.15
ED. 5201

Devagarinho

Entreouvido de uma conversa entre Delfim Netto e um antigo colaborador dos tempos de Ministério do Planejamento: “O Paulo é assim mesmo. Mas, se você falar bem devagarinho, explicando as coisas, ele entende”. O “Paulo” é Paulo Skaf, o gênio da Fiesp.

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