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Planos
02.09.15
ED. 5198

Renner e Caixa Econômica desafiam a conjuntura adversa

 No momento em que o varejo atinge temperaturas cada vez mais baixas e os índices de inadimplência fervem, Lojas Renner e Caixa Econômica Federal costuram a primeira grande associação na área de crédito ao consumidor desde que o “finado” HSBC Brasil se uniu à Máquina de Vendas (Ricardo Eletro e Insinuante), em 2012.  O que está em jogo é a montagem de uma operação que, no seu primeiro ano, deverá movimentar cerca de R$ 1 bilhão. O ponto de partida é a criação da nova financeira da Renner. Segundo o RR apurou, o pedido de autorização será encaminhado ao Banco Central nos próximos dias. A Caixa ficaria com 50% do capital da nova empresa. Teria ainda participação direta na gestão, com a indicação de um ou até dois diretores.  Procuradas, Renner e CEF negaram as negociações. Caso a operação se consume, a Renner, voltada às classes B e C, contará com a escolta financeira de um banco que entende de povo como poucos. A Caixa Econômica, por sua vez, terá acesso a um balcão que não para de crescer. Hoje, são 180 lojas, número que ganha um reforço se computados os 30 pontos de venda da Camicado, especializada em artigos para o lar. Sabe-se, no entanto, que a Renner pretende duplicar sua rede, com a abertura de 200 lojas nos próximos cinco anos.  E a crise no varejo? Por ora, a empresa é a exceção que confirma a regra. No ano, acumula um aumento de 10% no tíquete médio, um avanço de 20% na receita e um crescimento do lucro na casa dos 30% – o maior entre as redes do segmento de vestuário. Para a Caixa Econômica, o acordo com a Renner teria anda um forte valor simbólico.  A CEF é uma instituição financeira em busca do tempo perdido. No auge do crédito direto ao consumidor, no governo Lula, a Caixa não entrou para valer na briga pelo balcão das grandes redes varejistas, um duelo protagonizado pela banca privada. Nesse período, amarrada às atribuições de agente público, a CEF se concentrou, notadamente, na tarefa de injetar recursos em pequenas e médias redes do comércio. Agora, põe o pé na Renner em um momento de provação do varejo e do crédito ao consumo. O comércio acumula queda de 1,2% no ano e, nos últimos 12 meses, o número de inadimplentes no Brasil saltou de 51 milhões para quase 57 milhões.

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02.09.15
ED. 5198

Bain Capital crava os caninos na Interodonto

Os norte-americanos da Bain Capital estão rangendo os dentes. O bruxismo reflete a aflição da gestora de recursos com os resultados da Interodonto – operadora de planos odontológicos herdada com a aquisição da NotreDame Intermédica no ano passado. É bem verdade que a empresa de saúde dental ajudou a ampliar a base de beneficiários do grupo, que rompeu a marca de um milhão de clientes. A quantidade, no entanto, não se transformou em rentabilidade. A margem de lucro da Interodonto gira em torno dos 5% sobre o faturamento – já foi superior a 8%. Sua participação relativa no negócio tem caído mês após mês: no início do ano representava quase 30% do faturamento total da NotreDame; hoje, esse número já está perto dos 20%. Resultado: esse é um dente que está prestes a cair. A Bain Capital já estaria em busca de um comprador para a Interodonto. Como isca, asseguraria ao novo controlador o direito de permanecer utilizando o balcão de vendas da NotreDame para oferecer seus planos odontológicos. Dois candidatos naturais ao negócio seriam a Odontoprev e a Amil, líder e vice-líder do mercado. Donas, respectivamente, de uma carteira com oito e dois milhões de clientes, as duas empresas arrancariam da Interodonto ganhos de escala que a NotreDame não consegue capturar. A julgar pela conjuntura, a Bain Capital sabe que o negócio tende a piorar. No médio prazo, a retração da economia e a consequente redução do número de empregos formais terá um impacto sobre toda a operação da NotreDame. No caso da venda de seguros-saúde, em que as margens se mantêm num nível aceitável, dá para segurar; o mesmo não se aplica à Interodonto. * A Interodonto não comentou sobre os resultados recentes.

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02.09.15
ED. 5198

Tiro em curva

 A equipe da Fazenda considera que essa história de ficar vazando uma suposta mágoa de Joaquim Levy com o Planalto é armação para tirá-lo do governo. Sabe como é: vai que a patroa se convence de que ele está mesmo chateado. É um tiro certo. Em tempo: hoje o principal apoio de Levy é Dilma Rousseff.

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02.09.15
ED. 5198

Minha Casa, Minha Vida

A agenda de viagens de Dilma Rousseff em setembro e outubro vai acompanhar o calendário do Minha Casa, Minha Vida. Nesse período, Dilma deverá entregar imóveis em uma dezena de estados, notadamente no Norte e no Nordeste.

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02.09.15
ED. 5198

Mata-borrão

O mundo é pequeno: uma das doações que, segundo o TSE, não foram devidamente lançadas na prestação de contas de Aécio Neves veio da Construbase. A empresa foi citada na Lava Jato por supostas irregularidades em uma obra no Cenpes, o centro de pesquisas da Petrobras. * A Construbase não retornou ao contato do RR.

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02.09.15
ED. 5198

Saldo de inverno

A norte-americana Warburg Pincus, que já é acionista da Dudalina, tem cerca de US$ 200 milhões no bolso do colete para a aquisição de novas participações no varejo brasileiro. Está tudo tão barato.

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02.09.15
ED. 5198

Telha de amianto

O IPO da BR Home Centers, rede de material de construção controlada pelo Leblon Equities e pela família Aguinaga Moraes, subiu no telhado. Vai ver foi efeito colateral daquela outra BR… * Não obtivemos resposta da BR Homes Centers.

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02.09.15
ED. 5198

No acender das luzes

Antes que o leitor estranhe, até a última sexta-feira, às 20 horas, era líquido e certo que Paulo Roberto Pinto deixaria a presidência da Light, conforme o RR informou na mesma data. A fonte, logo abaixo de Deus, é a mais autorizada. Mas os pleitos pela permanência feitos no fim de semana foram fortes o suficiente para quebrar a irredutibilidade do executivo, não tão irredutível assim.

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