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Planos
26.08.15
ED. 5193

Unilever reserva um espaço na gôndola para a Bombril

A Unilever partiu para cima da Bombril. A concorrente é vista pelos anglo-holandeses como uma presa suscetível a uma boa oferta pelo controle. Por boa oferta leia-se algo em torno de oito vezes o Ebitda – aproximadamente US$ 250 milhões. A Bombril está às voltas com um crônico histórico de prejuízos, que desde 2012 se aproximam de R$ 250 milhões. Seu market share no setor de limpeza estagnou nos 6% – a Unilever, para efeito de comparação, domina 25% do mercado. Oficialmente, a Bombril garante que não está passando por nenhum processo de fusão ou venda do controle. Além da proposta feita ao empresário Ronaldo Sampaio Ferreira, dono integral das ações ordinárias da Bombril, a Unilever pressiona pelos flancos, construindo alianças com os sócios preferencialistas. Apesar de não dispor de poder de veto sobre as decisões de Ferreira, BNDESPar e Previ têm peso suficiente para influenciar no futuro da empresa. Tanto BNDESPar quanto Previ receberam com tapete vermelho a oferta da Unilever. Sonham em pular fora desse barco não é de hoje. A Unilever tem a solução final para resolver os mil e um problemas da Bombril: fechar o capital, enxugar o número de produtos, com mais de 400 itens, e transformar a companhia em um apêndice da nova estratégia dos anglo-holandeses de focar principalmente em produtos populares. O plano é simplesmente absorver a Bombril e misturá-la ao portfólio da companhia no Brasil. O reforço faz parte da estratégia de engorda da operação brasileira, que já é a segunda maior do grupo no mundo, com receita de US$ 2,5 bilhões. * A Unilever não comentou sobre o assunto.

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26.08.15
ED. 5193

J. Hawilla dá seus últimos chutes na Traffic

A exuberante combinação de mármore e vidro na entrada principal – há quem diga que o projeto serviu de inspiração para a nova sede da CBF – remete ao tempo em que J. Hawilla era o todo-poderoso do marketing esportivo no país. Hoje, no entanto, é o que é: apenas uma fachada. Da porta para dentro do prédio da Traffic, no Jardim Paulista, todos sabem que o jogo acabou. Com a reputação em frangalhos e uma carteira de contratos cadente, a empresa está à venda. O próprio Hawilla vem conduzindo as negociações de Miami, onde vive recluso após se declarar culpado por crimes de sonegação e corrupção, devolver US$ 151 milhões à Justiça norte-americana e, muito provavelmente, delatar antigos parceiros. Do outro lado da mesa, estão investidores chineses e árabes com negócios no futebol tanto na Ásia quanto na Europa. Hawilla está convicto de que o comprador terá de vir de uma dessas áreas cinzentas do mapa-múndi da bola. Hoje, a Traffic é um negócio para quem tem canela de aço e está acostumado a fugir de marcações cerradas. Da mesma maneira que o presidente da CBF, Marco Polo del Nero, não vai nem ali no Paraguai com medo da Interpol, J. Hawilla não ousa sair de Miami. Há meses não pisa na sede da Traffic. O dia a dia da gestão está nas mãos de seu filho, Stefano Hawilla. Faltam-lhe, no entanto, o tempo de estrada e as conexões políticas do pai. Além disso, Stefano nunca foi muito chegado à atividade principal, a comercialização de espaços publicitários e dos direitos de transmissão de eventos esportivos. Ele dedica a maior parte de seu tempo à divisão de gerenciamento da carreira de atletas. O último grande ativo na carteira de contratos da Traffic é a representação comercial da Copa do Brasil, em consórcio com a Klefer. A companhia detém ainda os direitos sobre a Copa América do Centenário, programada para 2016, nos Estados Unidos. No entanto, depois da devassa do FBI na Concacaf, ninguém se arrisca a dizer se a competição será mesmo realizada. * A Traffic não quis comentar sobre o tema.

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26.08.15
ED. 5193

Céu brasileiro à moda sueca

Entre as contrapartidas colocadas sobre a mesa para sacramentar a negociação com a Saab, fabricante do caça Gripen, o governo comprometeu-se a flexibilizar as regras de enquadramento no regime de Empresa Estratégica de Defesa (EED). A medida beneficiará os fornecedores do grupo sueco, que terão uma série de vantagens para se instalar no Brasil. Este foi um dos pontos que fizeram o governo sueco aceitar a redução dos juros do financiamento para a venda dos 36 caças à FAB.

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26.08.15
ED. 5193

Extraterrestres

 Os japoneses da Toyota já fazem por merecer uma condecoração. Na contramão do setor, contrataram 180 operários para a nova fábrica de motores de Porto Feliz e estão abrindo cerca de 300 vagas em Sorocaba, também em São Paulo – números confirmados pela própria empresa. Não deve parar por aí. Segundo o RR apurou, mais 500 contratações poderão ser feitas até o fim do ano.

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26.08.15
ED. 5193

O mundo gira

O empresário Raul Aguilera está com a mão coçando. Em 2011, vendeu sua rede de drogarias, a Big Ben, para o BTG por US$ 260 milhões. Desde então, o negócio deteriorou de tal maneira que Aguilera tem convicção de que, se colocar US$ 150 milhões sobre a mesa, recompra a empresa. Aliás, o que estará acontecendo com André Esteves? * A BTG não nos retornou.

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26.08.15
ED. 5193

Pinga-pinga

Nem tudo é má notícia: a gestora norte-americana HIG Capital está concluindo a captação de aproximadamente US$ 600 milhões para investimentos na América Latina. Desse valor, cerca de 60% estão reservados para o Brasil. * A HIG Capital ainda não retornou nosso contato.

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26.08.15
ED. 5193

BR Malls

A BR Malls empurrou para o segundo semestre de 2016 qualquer projeto de novo shopping. * A empresa preferiu ficar em silêncio.

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26.08.15
ED. 5193

Hotel fantasma

O grupo saudita Kingdom Holding está interessado em assumir o Hotel Glória, ou melhor, o esqueleto de concreto que Eike Batista deixou na paisagem da Praia do Flamengo.

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