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Planos
13.08.15
ED. 5184

Gaspetro investiga escândalo financeiro em diretoria da Sulgás

A Sulgás está no centro de um escândalo que envolve gravíssimas suspeitas de desvio de recursos públicos. Nesta semana, a Gaspetro, subsidiária da Petrobras e dona de 49% da distribuidora, determinou a abertura de uma sindicância para apurar denúncias de superfaturamento em contratos da estatal gaúcha. O alvo específico é a diretoria técnica e comercial, comandada por Flávio Ricardo Soares de Soares. Na Gaspetro, os termos usados para se referir ao episódio são os mais duros possíveis: “malversação”, “roubo” e “pagamento por fora”. Segundo um dos integrantes da comissão instituída pela estatal gaúcha, as primeiras informações apuradas apontam para o favorecimento a pelo menos um fornecedor contratado pela diretoria técnica e operacional. Consultada, a Sulgás confirma a abertura da sindicância e diz, com todas as letras, que “já identificou irregularidades, a ponto de ter expedido notificação extrajudicial ao prestador de serviços, com notícia de cobrança de diferenças.” A companhia não divulgou o nome ou o ramo de atuação do fornecedor, mas o RR apurou que se trata de uma conhecida empresa de engenharia de Porto Alegre. Também procurada, a Gaspetro/ Petrobras não se pronunciou. Ressalte-se que a iniciativa da Gaspetro conta com o apoio do governo gaúcho, acionista controlador da Sulgás. Curiosamente, foi a própria subsidiária da Petrobras quem indicou Flávio Soares para a diretoria da Sulgás. Sua situação, no entanto, tornou-se insustentável. Na distribuidora gaúcha, já se dá como certo seu afastamento do cargo nos próximos dias. Oficialmente, a empresa empurra a questão para a Gaspetro. Diz que a permanência ou não do executivo é uma decisão que cabe à subsidiária da Petrobras, responsável pela sua nomeação. Soares, aliás, é um fenômeno de resistência. Equilibra-se na diretoria técnica e comercial há quase 13 anos. Já sobreviveu a três presidentes da Petrobras e a cinco governadores do Rio Grande do Sul. Ele é tido por seus colegas na Sulgás como um executivo todo-poderoso. Em algumas gestões chegou a mandar mais do que o próprio presidente da estatal, a ponto de grandes fornecedores e clientes da companhia despacharem diretamente em seu gabinete.

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13.08.15
ED. 5184

Macrovaidades & microeconomia

Marcos Lisboa, Mansueto Almeida e Samuel Pessoa. Você já ouviu estes nomes antes. É provável que tenha ouvido muito recentemente. Os três desencadearam uma ação cidadã por alterações na política econômica que contempla palestras em auditórios e entrevistas para a grande maioria dos veículos de imprensa vá lá, a mídia radiofônica ficou de fora. Todo o escarcéu foi para vender um paper chamado “O ajuste inevitável”, um nome autoexplicativo. Os três economistas da moda estão inovando. Querem ser ouvidos e intervir no espaço dominado por Joaquim Levy sem estar representados por nenhum partido ou instituição, a exemplo, com todas as ressalvas, da campanha “A fome tem pressa”, liderada pelo sociólogo Betinho. Por enquanto, o que mais se viu no paper dos “três amigos” foram conclusões bem adornadas sobre o esgotamento do Estado, que somente pode suprir suas necessidades com um crescimento permanente de 5% do PIB. Mesmo assim dá para se pinçar uma ou outra solução, a exemplo da extinção da “meia entrada”, como Marcos Lisboa denomina todos os subsídios a “setores estratégicos”. A escassez de propostas, vinda de economistas tão inventivos, tem uma explicação. Depois do diagnóstico, os três já estão trabalhando arduamente em um novo estudo, dessa vez propositivo e repleto de propostas microeconômicas. Não consta que essa iniciativa tenha sido articulada com Joaquim Levy, mesmo sabendo-se da sua excelente interlocução com Samuel Pessoa. Mas é coincidência que justamente na área em que os três economistas se proponham a laborar a Fazenda tenha o seu maior déficit de ideias. É boa nova essa guerra de guerrilha, onde do seio da academia surgem ações independentes lastreadas pelo inusitado, pelo criativo. Com a oferta de contribuições para tornar a política econômica menos monofásica, fica relevada até a egotrip de Lisboa, Pessoa e Almeida, os três únicos economistas na face da terra ungidos por Deus.

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13.08.15
ED. 5184

De pai para filho

O guapo Edison Lobão Filho, filhote do ex-ministro Edison Lobão, descobriu a mágica de comprar querosene de aviação a um valor irrisório. Para “Lobinho” a Petrobras vende tudo a preço de banana. Mas a operação tem seus macetes. O combustível é triangulado através de um táxi aéreo. Só depois enche os tanques do bem amado. E, então, tudo é céu de brigadeiro.

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13.08.15
ED. 5184

Será que tem?

O processo de Lula contra a revista Veja revela algo mais além da indignação e vontade do ex-presidente de cobrar seus supostos direitos. Há qualquer coisa de extremamente sensível nesse movimento do xadrez. É como se Lula soubesse de algo.

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13.08.15
ED. 5184

Cancelado

A DHL arquivou dois projetos no Brasil que até ontem eram considerados prioritários: a instalação de novos centros de logística em aeroportos e a montagem de uma frota de aviões. Consultada, a DHL informou que “a atual rede de centros em aeroportos opera satisfatoriamente”. Sobre a frota própria, confirmou os estudos, mas disse que ainda é oportuno operar com companhias terceirizadas. Ou seja…

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13.08.15
ED. 5184

A abertura de capital da Embrapa

A abertura de capital da Embrapa voltou à pauta no governo. O assunto é conduzido pelos ministros da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e da Agricultura, Katia Abreu.

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13.08.15
ED. 5184

O outro lado

Após desistir da venda da Etna na verdade, os pretendentes é que desistiram da rede varejista, Nelson Kaufman está à espreita de pontos de venda da concorrente Tok&Stok, notadamente no eixo Rio-São Paulo. A Tok&Stok nega o fechamento de lojas.

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13.08.15
ED. 5184

Dose dupla

A UTC, do delator Ricardo Pessoa, está em avançada negociação para fechar um acordo de leniência com a CGU.

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