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Planos
10.08.15
ED. 5181

Ecorodovias aterrissa no aeroporto de Brasília

Derrotada nas licitações dos aeroportos do Galeão e de Guarulhos, a Ecorodovias não desiste do seu sonho de Ícaro. Em meio à Lava Jato e à retração dos investimentos em infraestrutura, a companhia abriu negociações com a argentina Corporación América para a compra de 50% da Inframérica. A holding é concessionária do aeroporto de Brasília, além do terminal de São Gonçalo do Amarante (RN). Segundo fontes que acompanham as negociações, a oferta da Ecorodovias gira em torno de R$ 350 milhões, um pouco abaixo, portanto, dos R$ 400 milhões pagos pela Corporación América à Engevix. A concessionária, controlada pela CR Almeida, acena também com futuros aportes e um bilhete marcado para os próximos leilões do setor. De acordo com as mesmas fontes, o principal alvo do interesse é a concessão do Aeroporto Salgado Filho, de Porto Alegre. Procurada, a Corporación América negou a venda de parte da Inframérica, mas disse não descartar “novos parceiros para os próximos leilões”. O braço de concessões da CR Almeida vive uma dicotomia. No setor, muitos se perguntam qual é a verdadeira Ecorodovias: a empresa que vence seguidos leilões de concessões rodoviárias, como no caso recente da Ponte Rio-Niterói, ou a que não consegue deslanchar seu planos de expansão e cumprir a meta de entrar em novos segmentos de negócio, notadamente na gestão de aeroportos? A companhia espera quebrar esta bipolaridade muito em breve. As conversações foram deflagradas há cerca de um mês. Trata-se da perfeita simbiose entre a vontade de comprar e, sobretudo, o desejo de vender. Se a Ecorodovias tenta preencher uma lacuna em seu plano de negócios, a Corporación América, do empresário portenho Eduardo Eurnekian, quer ocupar o mais rapidamente possível o assento deixado pela Infravix. Sem musculatura suficiente para seguir no negócio, a empresa do Grupo Engevix vendeu sua participação de 51% no consórcio para os argentinos. A Corporación América, no entanto, não tem o menor interesse de pilotar esse Boeing sozinha. O plano de voo exige investimentos da ordem dde R$ 1,5 bilhão, divididos quase que igualitariamente entre os aeroportos de Brasília e de São Gonçalo do Amarante.

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10.08.15
ED. 5181

Pimentel revela sua face privatista na Copasa

Em meio às denúncias de irregularidades em sua campanha e às investigações sobre o seu relacionamento com o empresário Benedito Oliveira Neto, o Bené, Fernando Pimentel vai tentar dar uma clareada em sua imagem política com as águas da Copasa. O governador mineiro pretende anunciar nas próximas semanas a criação de uma joint venture entre a estatal e um grupo de investidores com o objetivo de comprar participações em concessionárias em outros estados. A operação pode ser interpretada como uma espécie de desestatização da própria Copasa, sem que o governo tenha de passar por um desgastante processo de venda do capital da companhia. A joint venture terá capital majoritariamente privado. Um dos sócios deverá ser a Foxx, da área de gestão ambiental. Controlada pelos empresários Milton Pilão Junior e Ismar Assaly, a companhia tem entre seus acionistas um fundo de investimentos ligado a George Soros. Oficialmente, a Copasa nega a associação com a Foxx, mas confirmou que “estuda novos modelos para o desenvolvimento de seus negócios.” A Foxx, por sua vez, disse “desconhecer o assunto”. O governo mineiro estima que o potencial de investimentos da nova empresa poderá chegar a R$ 1 bilhão em dois anos. Um dos alvos é a Cesan, concessionária de saneamento do Espírito Santo. No ano passado, a companhia capixaba esteve perto de se associar à Sabesp, mas o negócio sucumbiu diante da crise hídrica em São Paulo.

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10.08.15
ED. 5181

No atacado

A Petrobras pretende embalar três refinarias em um só pacote, entre elas Alberto Pasqualini, e vender 30% do capital. A companhia está convicta de que este modelo atrairá um número maior de candidatos. Procurada, a Petrobras disse que não informa sobre “hipotéticas negociações ou acordos envolvendo ativos”.

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10.08.15
ED. 5181

Pesca predatória

A maré do orçamento não está para peixe. No rastro do escamado ajuste fiscal, o Ministério da Pesca estaria com dificuldades de cumprir os repasses para seus principais programas de financiamento, como o Plano Safra da Pesca e o Revitaliza.

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Em seu mais recente depoimento, o delator premiado Ricardo Pessoa, da UTC, teria feito novas revelações sobre desvios de recursos no Sistema Eletrobras.

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10.08.15
ED. 5181

Dinheiro francês

A francesa AXA Investment Managers vai se instalar no Brasil. A gestora de recursos já negocia, inclusive, um aporte no projeto da conterrânea JE Invest para a construção de um condomínio industrial em Tocantins. O empreendimento está orçado em aproximadamente US$ 100 milhões.

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10.08.15
ED. 5181

State Grid

A chinesa State Grid, que já investiu mais de US$ 2 bilhões em distribuição de energia no Brasil, marcha agora para a área de geração. Está com um pé no leilão de usinas hidrelétricas que será realizado pela Aneel em setembro.

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10.08.15
ED. 5181

Uma pancadaria pode ser boa

Uma pancadaria pode ser boa não só para esquentar os músculos, mas também para mostrar o mapa da mina do business hoteleiro. A norteamericana Wyndham tem dado cada vez mais sinais de que assumirá diretamente a operação de seus seis hotéis no país, rompendo a parceria com o grupo mineiro Vert. Segundo uma fonte bem próxima da operação, há crescentes divergências estratégicas entre os dois grupos, notadamente em relação ao perfil e à localização de novos hotéis. Oficialmente, Wyndham e Vert negam o encerramento da parceria e acenam com um plano de expansão.

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