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Planos
06.08.15
ED. 5179

Anadarko prepara saída em bloco do Brasil

Às vésperas da nova rodada de licitações da ANP, o setor de óleo e gás no Brasil está prestes a sofrer uma baixa. A Anadarko procura um comprador para as suas participações em três blocos, todos localizados na Bacia de Campos. Segundo o RR apurou, a chinesa Sinopec demonstrou interesse no BM-C-29 e no BM-C- 30 – este último, na camada do pré-sal. A empresa norteamericana detém, respectivamente, 50% e 30% de cada um dos consórcios, além de ser a operadora nos dois campos. No caso do BM-C-32, a Anadarko teria aventado a venda da sua participação de 33% para os próprios sócios – a BP e a Maersk, donas, pela ordem, de 40% e de 27%. O negócio, no entanto, é pouco provável. Tanto a BP quanto a Maersk têm feito desinvestimentos em petróleo e gás no Brasil. Já há algum tempo a Anadarko é tratada por seus pares no setor como carta fora do baralho e forte candidata a deixar o Brasil. As operações exploratórias da Anadarko no país exigem elevados investimentos e carregam uma alta dose de risco. A maior aposta, o campo de Wahoo, no bloco BM-C-30, ainda é um tiro no escuro. Até o momento, os norte-americanos não conseguiram encontrar petróleo em escala comercial e há meses repetem o mantra de que “avaliam as melhores opções para o desenvolvimento do campo”, uma metáfora para “estamos quebrando a cabeça para estancar os prejuízos”. Além dos problemas específicos relacionados às suas operações na Bacia de Campos, a possível venda dos ativos da Anadarko no Brasil faria parte de um processo maior, que passa por um redesenho das prioridades geoeconômicas do grupo. No ano passado, os norte-americanos venderam campos de óleo e gás na China para a Brightoil Petroleum. No momento, estariam negociando também ativos na África, notadamente em Moçambique, e na Colômbia, onde mantêm investimentos conjuntos com a Ecopetrol.

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06.08.15
ED. 5179

Fora de sintonia

Notícia que certamente não sairá nos telejornais do SBT: há faíscas e ruídos nas relações entre Silvio Santos e o empresário João Carlos Paes Mendonça, dono da TV Jornal, afiliada da emissora em Pernambuco. O principal ponto de fricção seria o aumento dos percentuais de receita publicitária repassados ao SBT. Procuradas, as duas empresas negaram as divergências.

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06.08.15
ED. 5179

Anglo American

O presidente da Anglo American no Brasil, Paulo Castellari Porchia, aguarda para os próximos dias a definição da cota de sacrifício que caberá à subsidiária na degola global de seis mil funcionários anunciada pelo grupo. Oficialmente, a Anglo afirma que não há previsão de cortes no Brasil “até o momento”.

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06.08.15
ED. 5179

Curso das águas

O Blackstone vai mergulhar mais fundo na Hidrovias do Brasil. A gestora norteamericana, que já investiu US$ 100 milhões e detém 11% do capital, negocia um novo aporte na empresa. O controle pertence ao fundo P2 Brasil, leia-se Pátria e Promon.

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06.08.15
ED. 5179

Fundo soberano

O QIA, fundo soberano do Qatar, está em busca de ativos na área de educação no Brasil.

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06.08.15
ED. 5179

No palito

A crise está derretendo a rentabilidade da Häagen-Dazs no Brasil. Não custa lembrar que a General Mills, dona da marca, é absolutamente intolerante com prejuízos. Há alguns anos, insatisfeitos com os resultados, os norte-americanos revenderam a Forno de Minas para o antigo dono e encerraram a produção das massas Frescarini.

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06.08.15
ED. 5179

Além do PDT e do PMDB

 Além do PDT e do PMDB, ACM Neto flerta também com o PSDB, que, aliás, governou durante oito anos de mãos dadas com seu avô. O casamento, no entanto, teria seu preço: em 2018, o neto de ACM seria o candidato ao governo baiano. E nada mais.

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06.08.15
ED. 5179

Fora de sintonia

Notícia que certamente não sairá nos telejornais do SBT: há faíscas e ruídos nas relações entre Silvio Santos e o empresário João Carlos Paes Mendonça, dono da TV Jornal, afiliada da emissora em Pernambuco. O principal ponto de fricção seria o aumento dos percentuais de receita publicitária repassados ao SBT. Procuradas, as duas empresas negaram as divergências.

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06.08.15
ED. 5179

Quantos Armínios vale um Paulo Leme?

Paulo Leme não é um ressentido. Mas, intramuros, jamais se conformou com os festejos ao gestor Armínio Fraga. Até porque a rentabilidade histórica dos recursos administrados pelo Gávea vis-à-vis a montanha de recursos recebida está longe de ser benchmarking do mercado. “Por que não eu? Por que não eu?” Não foram raras as vezes em que Leme flagrou-se pensando nos resultados que entregaria – e embolsaria – caso fosse dono do boteco e tivesse tamanhas cifras sob sua administração. No entanto, há similitudes marcantes entre os dois gestores, que compartilham uma avaliação da economia muito parecida. Em algumas questões, aliás, ambos parecem irmãos siameses: Leme está para o BC tal qual Armínio para a Fazenda: sai eleição, entra eleição, surge como ex-futuro presidente da autoridade monetária (noves fora que o segundo foi titular do BC). A correlação não se limita aos repetidos rasantes sobre cargos públicos. Assim como Armínio – no momento dedicado à missão de recomprar a participação do JP Morgan no Gávea –, Leme só tem olhos para esquentar as áreas de gestão de recursos  e private equity da Goldman Sachs no Brasil. Presidente da operação brasileira há apenas nove meses, Leme sabe que esta é uma aposta dos norte-americanos, cuja performance esperada jamais foi alcançada. Um retorno parco, bem parecido com o dado por Armínio para o JP Morgan. A preferência do economista é por uma solução caseira, juntando forças com o Oppenheimer Funds. A gestora nova-iorquina é acionista do próprio Goldman Sachs e já tem uma operação de private equity bem mais estruturada no Brasil. Entre outras importantes participações, é sócia da Dasa e da incorporadora Cyrela Brazil Realty. A investida na área de gestão de recursos se dá num momento de guinada da Goldman Sachs no Brasil. Depois de sete anos seguidos de prejuízo, o banco voltou ao azul: fechou o balanço de 2014 com lucro de R$ 120 milhões. É por aí que Leme quer se diferenciar de Armínio.

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06.08.15
ED. 5179

Anglo American

O presidente da Anglo American no Brasil, Paulo Castellari Porchia, aguarda para os próximos dias a definição da cota de sacrifício que caberá à subsidiária na degola global de seis mil funcionários anunciada pelo grupo. Oficialmente, a Anglo afirma que não há previsão de cortes no Brasil “até o momento”.

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O Blackstone vai mergulhar mais fundo na Hidrovias do Brasil. A gestora norteamericana, que já investiu US$ 100 milhões e detém 11% do capital, negocia um novo aporte na empresa. O controle pertence ao fundo P2 Brasil, leia-se Pátria e Promon.

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06.08.15
ED. 5179

No palito

A crise está derretendo a rentabilidade da Häagen-Dazs no Brasil. Não custa lembrar que a General Mills, dona da marca, é absolutamente intolerante com prejuízos. Há alguns anos, insatisfeitos com os resultados, os norte-americanos revenderam a Forno de Minas para o antigo dono e encerraram a produção das massas Frescarini.

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06.08.15
ED. 5179

Anadarko prepara saída em bloco do Brasil

Às vésperas da nova rodada de licitações da ANP, o setor de óleo e gás no Brasil está prestes a sofrer uma baixa. A Anadarko procura um comprador para as suas participações em três blocos, todos localizados na Bacia de Campos. Segundo o RR apurou, a chinesa Sinopec demonstrou interesse no BM-C-29 e no BM-C-30 – este último, na camada do pré-sal. Os norte-americanos detêm, respectivamente, 50% e 30% de cada um dos consórcios, além de ser a operadora nos dois campos. No caso do BM-C-32, a Anadarko teria aventado a venda da sua participação de 33% para os próprios sócios – a BP e a Maersk, donas, pela ordem, de 40% e de 27%. O negócio, no entanto, é pouco provável. Tanto a BP quanto a Maersk têm feito desinvestimentos em petróleo e gás no Brasil. Já há algum tempo a Anadarko é tratada por seus pares no setor como carta fora do baralho e forte candidata a deixar no Brasil. As operações explorató­rias da Anadarko no país exigem elevados investimentos e carregam uma alta dose de risco. A maior aposta, o campo de Wahoo, no bloco BM-C-30, ainda é um tiro no escuro. Até o momento, os norte-americanos não conseguiram encontrar petróleo em escala comercial e há meses repetem o mantra de que “avaliam as melhores opções para o desenvolvimento do campo”, uma metáfora para “estamos quebrando a cabeça para estancar os prejuízos”. Além dos problemas específicos relacionados às suas operações na Bacia de Campos, a possível venda dos ativos da Anadarko no Brasil faria parte de um processo maior, que passa por um redesenho das prioridades geoeconômicas do grupo. No ano passado, os norte-americanos venderam campos de óleo e gás na China para a Brightoil Petroleum. No momento, estariam negociando também ativos na África, notadamente em Moçambique, e na Colômbia, onde mantém investimentos conjuntos com a Ecopetrol. Procurada pelo RR, a Anadarko não quis se pronunciar.

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06.08.15
ED. 5179

Fundo soberano

O QIA, fundo soberano do Qatar, está em busca de ativos na área de educação no Brasil.

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