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Planos
31.07.15
ED. 5175

Perfil de um remador em sua busca incansável

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, se dá com todo mundo. É um sujeito jeitoso, meio mineiro, que se acha talhado para vender a política econômica junto aos grandes públicos. Como é o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, quem exerce esse papel, Barbosa tem trazido para si a função de negociador junto a áreas sensíveis para as principais decisões nacionais. É o caso do Congresso Nacional. Barbosa conhece os parlamentares de outras viagens, pois foi o negociador da reforma tributária no governo Lula e na primeira gestão de Dilma Rousseff. Nesse interregno, foi para a FGV, onde, entre aulas, palestras e articulações no Instituto da Cidadania, preparou-se para ser ministro. Barbosa é um aficionado pelo relacionamento com a imprensa, e o que ele pensa pode ser lido por aí quase diariamente, dito por ele ou em off the records. Preza a conversa amiúde com a presidente da República. Durante o mês de julho, despachou mais de 20 vezes com ela. Não é de brigar com os outros, é de fritar. Nesse papel, foi de grande ajuda para o então ministro Guido Mantega em suas rusgas com o expresidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Dificultou no que pôde a vida do vigoroso Meirelles. Barbosa contrasta seu 1,90 m com uma fala mansa e olhar fixo de atenção. Se fosse menos calvo e alourado, lembraria o jornalista Tintim, personagem das histórias em quadrinhos de Hergé. Sua jornada de trabalho é de uma intensidade comparável ao tempo em que era remador, no Rio de Janeiro. Defende um intervalo de flutuação sempre que se estabeleça uma meta de superávit primário, com um piso e teto para o resultado fiscal. à‰ favorável também que a meta de inflação seja estipulada para prazos mais amplos do que um ano – quatro anos de um governo, por exemplo. Implica com o BNDES desde a gestão de Carlos Lessa. Vê outro papel para o banco. Não gosta da política para o salário mínimo (“deveria subir em relação ao salário médio”). Defendeu as desonerações sobre folha de salário no passado. Hoje é contra, pois descobriu que é uma bomba de efeito retardado: se o governo cogitar em retirar, o empresário demite de antemão. Caso estivesse no manche, Nelson Barbosa daria um jeito de acelerar os programas sociais para suavizar os efeitos do desemprego e contrabalançar o impacto do ajuste. Corrobora com a tese de que foi a política cambial, e não tanto o consumo das famílias, o principal responsável pelo crescimento desmedido das importações. à‰ um entusiasta de que a hora é dos investimentos e não mais da absorção doméstica. Acha que é importante reunir a grande indústria, inclusive os empreiteiros, para afagá-los e estimulá-los. Deve ser observado de perto em suas articulações políticas. Esse é Nelson Barbosa. Para bom entendedor…

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31.07.15
ED. 5175

Dilma em foco

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso vai gastar seu latim em Parati. Seu nome é dado como certo na reunião anual da 3G Capital – o private de equity de Jorge Paulo Lemann et caterva – que ocorre neste fim de semana na cidade fluminense. FHC será o palestrante do evento. O RR fez vários contatos com o Instituto FHC, mas não obteve retorno até o fechamento da edição.

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31.07.15
ED. 5175

Renova Energia

Após fisgar a participação da Light (21%), a SunEdison negocia a compra dos 10% da Renova pertencentes à BNDESPar. Caso a operação seja sacramentada, se tornará o segundo maior acionista da empresa de energia renovável, atrás apenas da Cemig.

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31.07.15
ED. 5175

Tá tudo dominado

A Anvisa tornou-se um diretório do PMDB, aquele que “não quer cargo no governo”. Renan Calheiros já emplacou dois dos cinco diretores, aguarda a nomeação de um terceiro, Fernando Mendes, e ainda avança sobre a cadeira de Ivo Bucaresky, ligado ao ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

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31.07.15
ED. 5175

Banco Safra

O Banco Safra vai dar pinta na Lava Jato? Não, o RR não acredita. Mas se, por acaso, o governo tiver dúvida pode fazer que nem fez com o HSBC e pedir a lista das contas. O governo suíço está afinadíssimo com o Brasil.

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31.07.15
ED. 5175

Os bois

Os bois do pecuarista Daniel Dantas estão murchando no pasto.

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31.07.15
ED. 5175

Dinheiro a granel

A Marubeni passa longe daqueles que lamentam os rumos da economia brasileira. A Gavilon, controlada pelos japoneses, vai anunciar um investimento de R$ 1,5 bilhão no país. Os recursos serão destinados à  montagem de uma estrutura própria de armazenamento e logística de grãos.

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31.07.15
ED. 5175

A direção dos Correios

A direção dos Correios já torce para que o TCU breque em definitivo a transferência de 49,99% da Rio Linhas Aéreas para a estatal. Mais do que economizar R$ 50 milhões, a empresa se livrará de um negócio deficitário e que já gerou muita controvérsia.

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31.07.15
ED. 5175

Grande marcha I

Mais um banco chinês está em busca de ativos financeiros no Brasil. A bola da vez é o Agricultural Bank of China, um potentado com valor de mercado de US$ 190 bilhões.

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No momento em que a China Offshore Oil Engineering Corporation (COOEC) negocia um aporte no Estaleiro Rio Grande, a Mitsubishi Heavy Industries prepara-se para desembarcar do negócio. O grupo nipônico vai vender sua participação de 30% na Ecovix, controladora do estaleiro. Parte das ações poderá ser vendida para a própria COOEC.

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