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Planos
16.07.15
ED. 5164

Casino diz “très bien” ao desemprego na ViaVarejo

 A economista inglesa Beatrice Webb dizia que o desemprego é um dos termômetros do caráter social do empresário. Se a medição fosse aplicada nos empresários e figadais concorrentes Abilio Diniz e Jean-Charles Naouri, com base no passado recente o ex-dono do Pão de Açúcar e atual mandachuva do Carrefour estaria ganhando com alguns corpos de vantagem. Por ora, seus respectivos conglomerados empresariais têm se portado de maneira distinta diante dos graves efeitos da crise econômica sobre o varejo. à‰ o que mostram os dados do obituário trabalhista no setor. Se, até ontem à  noite, o Carrefour continuava invicto, sem anunciar cortes no Brasil, o Grupo Pão de Açúcar dispara nessa corrida antissocial. No varejo de alimentos, leia-se super e hipermercados, não há previsão de demissões em massa nas operações do Casino no país, mas, sim, de cortes pingados em determinadas regiões, que podem atingir até 200 trabalhadores. Na ViaVarejo, no entanto, os números saltam de escala. Entre maio e junho, a holding que reúne Casas Bahia e Ponto Frio colocou na rua cerca de três mil funcionários. Essa é a má notícia; a péssima é que a conta vai aumentar. De acordo com uma fonte próxima ao Pão de Açúcar, a ViaVarejo prepara mais uma leva de demissões. Segundo o RR apurou, há uma régua sobre a mesa dos franceses que dá a medida do novo esmagamento: o grupo calcula que Casas Bahia e Ponto Frio só conseguirão reequilibrar seus custos com o fechamento de mais duas mil vagas de emprego até outubro. à‰ sintomático, portanto, que, nos últimos 12 meses, o Grupo Pão de Açúcar tenha elevado de R$ 323 milhões para R$ 540 milhões o volume de provisões para eventuais perdas com ações trabalhistas. Não cabe qualquer juízo de valor na comparação direta e – por que não? – inevitável entre Abilio Diniz e Jean-Charles Naouri. Até porque ambos são unidos pelo pragmatismo que está na essência de qualquer empresário: quando o cinto aperta, o social deixa de ser um fator prioritário. Além disso, como se sabe, a cadeia alimentar só é de todo ruim para quem está na base dela. Em Paris, deve ter muito acionista do Casino encantado com os cortes do grupo no Brasil. De qualquer forma, neste momento, o nome de Naouri está indissociavelmente vinculado a cortes e mais cortes. A se confirmar a nova fornada de demissões, em menos de seis meses o Pão de Açúcar, especialmente a Via- Varejo, terá extinguido cerca de cinco mil postos de trabalho. O número corresponderia também a um terço de todas as vagas de emprego fechadas no varejo de móveis e eletrodomésticos desde janeiro. Ressalte-se que os dois arquirrivais franceses vivem momentos distintos no mercado brasileiro, muito em função da própria natureza de suas operações. A atuação do Carrefour/ Atacadão está predominantemente concentrada no ramo de alimentos, um dos últimos a sentir o amargo paladar da crise. Não por acaso, segundo o RR apurou, a rede pretende aumentar o número de contratações. Já o Grupo Pão de Açúcar, por conta da ViaVarejo, está indexado também à  área de eletroeletrônicos, duramente afetada pela queda de 5% na renda média do trabalhador. As vendas de aparelhos de TV, por exemplo, caíram quase 30% entre janeiro e junho se comparadas ao primeiro semestre do ano passado.

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16.07.15
ED. 5164

Duke Energy

A Duke Energy, que há cerca de dois anos flertou com a ideia de vender a Geração Paranapanema e deixar o Brasil, não só ficou como mudou para o outro lado do balcão. O grupo norte-americano é potencial comprador de usinas que não tiveram suas licenças renovadas e serão leiloadas pelo governo até 2016.

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Na famosa reunião da última sexta-feira no Palácio da Alvorada, entre os diversos impropérios que disparou, a presidente Dilma Rousseff citou, de forma nada lisonjeira, o diretor de geração da Eletrobras, Valter Cardeal. Mais novo “premiado” pela delação do empreiteiro Ricardo Pessoa, Cardeal sempre foi um dos colaboradores mais próximos de Dilma na área de energia.

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16.07.15
ED. 5164

Monte Carlo

A Justiça brasileira tenta recuperar os 11 milhões de euros que o ex-diretor da Petrobras, Jorge Luiz Zelada, mantinha em uma conta em Mônaco.

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16.07.15
ED. 5164

Venda de ações

O governo gaúcho pretende vender parte da distribuidora CEEE e da Corsan, de saneamento, para atenuar o déficit nas contas públicas. Haja estatal! O Rio Grande do Sul deve fechar o ano com um buraco de quase R$ 5 bilhões.

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16.07.15
ED. 5164

Pinga-pinga

Cresce a fila de estatais da área de saneamento paradas na porta da Caixa Econômica à  espera de financiamento. Lá estão a baiana Embasa, a paranaense Sanepar e a mineira Copasa, entre outras menos votadas.

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Após encontros com Dilma Rousseff e o ministro Eduardo Braga, o chamado “Japan Team” vai se reunir nos próximos dias com Aldemir Bendine. Kawasaki e Mitsubishi, entre outras empresas japonesas sócias de estaleiros no Brasil, tentam salvar o máximo possível das encomendas penduradas na Petrobras.

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16.07.15
ED. 5164

Ponta a ponta

O empresário Paulo Stewart, do grupo Saphyr, que comprou o Fashion Mall da BR Malls no ano passado, procura um sócio para o empreendimento. Não suporta mais carregar sozinho a baixa rentabilidade do negócio. Procurada, a Saphyr informou apenas que está adotando um plano de ações e investimentos para os próximos dois anos. Sobre a possibilidade de um novo acionista, nada comentou.

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16.07.15
ED. 5164

Bolsa iogurte

Por ora a crise ainda não chegou na Danone – como no setor de alimentos em geral. As vendas do grupo francês no Brasil cresceram quase 10% no primeiro semestre.

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Celso Antonio Frare, dono da empresa de logística Ouro Verde, tem dito e repetido que, dessa vez, o IPO vai sair. Pelo novo modelo, Frare ofertaria sua participação de 37%. Permaneceria no controle por meio da Novo Oriente Participações. Mas é bom aguardar os fatos: o IPO da Ouro Verde já bateu na trave em três ocasiões.

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