Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
03.07.15
ED. 5155

Empreiteiras precisam de garantia para as concessões

As maiores empresas de construção pesada do país estariam se articulando para levar ao governo uma reivindicação que pode ser decisiva para o êxito ou não do novo programa de concessões. Segundo fonte de uma das empreiteiras, é necessário um instrumento legal e definitivo capaz de separar as companhias da interdição de seus controladores e gestores, medida que revogaria os óbices para a participação nos próximos leilões de infraestrutura. A alegação é que a falta de uma garantia firme praticamente inviabilizará sua presença nas licitações. Nas atuais circunstâncias, as empresas de construção pesada terão notórias dificuldades para obter financiamento e atrair investidores para os consórcios. Afinal, quem vai apostar em um cavalo sub judice ou com o risco de ser alvejado por alguma delação? Ainda não há uma definição da figura jurídica que poderá fundamentar tal decisão. O certo é que se trata de uma negociação complexa, tanto do ponto de vista político quanto legal, que terá de passar por diversas esferas, como Poder Executivo, notadamente o Ministério da Justiça e a Casa Civil, Ministério Público e Judiciário. Imagina-se que o próprio governo tenha o maior interesse na matéria. Difícil que o novo programa de concessões saia do chão sem a participação de Odebrecht, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e de boa parte das 300 grandes e médias empresas de construção pesada no Brasil. Onde o governo vai encontrar investidores dispostos a desembolsar quase R$ 200 bilhões em 15 concessões rodoviárias, 11 aeroportos, cinco ferrovias e 45 terminais portuários? As empreiteiras estão num voo a s cegas. Até o momento, sua participação no programa de concessões tem sido objeto de declarações assimétricas ou mesmo dúbias. Recentemente, o juiz Sergio Moro disse que as empreiteiras citadas no escândalo não estão proibidas de firmar contratos com a administração pública, mas – sublinhe-se o “mas” – falou também que o futuro plano de concessões pode ser uma nova fonte de corrupção para as construtoras reincidirem em crimes. Uma frase como esta não passa despercebida a bancos, agências de fomento, empresas de classificação de risco ou investidores internacionais. Quando confrontado com as declarações de Moro, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, limitou-se a dizer, com certa timidez, que era “descabido” lançar suspeitas sobre o plano de concessões. Pouco, muito pouco. Mesmo porque, segundo notícias na mídia, o próprio Moro chegou a considerar que, no caso da Odebrecht, o ideal seria a suspensão de todos os contratos e atividades da construtora. O risco é que a declaração indique o embrião de uma jurisprudência. Qualquer restrição a  presença das grandes e médias empreiteiras nos próximos leilões é interferir diretamente no futuro destas companhias. Investir em infraestrutura é um processo em cadeia: novos projetos aumentam a curva de retorno dos empreendimentos já em curso graças a  captura de sinergias. Portanto, caso as construtoras venham a ser impedidas de entrar nos novos leilões, tal restrição terá impacto na performance de concessões das quais elas já participam. Ou seja: cassar o porvir das empresas de construção pesada também significa alijar o seu presente e o seu passado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.07.15
ED. 5155

Trilho chinês

A chinesa Pangnang procura um parceiro para montar uma fábrica de trilhos no Brasil. Poderia – quem sabe? – bater na porta da Gerdau. Este é um projeto antigo de Jorge Gerdau, que vai e volta, vai e volta, vai e volta.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.07.15
ED. 5155

Derrapada

A britânica Triumph está cada vez mais longe da meta de vender cinco mil motocicletas de alta cilindrada neste ano. Entre janeiro e maio, apenas 1,5 mil motos saíram de suas revendedoras. Consultada, a companhia garante que a meta será atingida. Oxalá!

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.07.15
ED. 5155

Efeito Teflon

Nada cola em Gilberto Kassab – que, na visão de Lula, deveria servir de exemplo para os apagados ministros do PT. O nº 1 da Pasta das Cidades e síndico do Minha Casa Minha Vida tem empurrado para o colega do Planejamento, Nelson Barbosa, a responsabilidade pelos atrasos nos pagamentos a s construtoras.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.07.15
ED. 5155

Estilo Marta

Já faz dois meses que o presidente do PSB-SP, Marcio França, mofa com a ficha de filiação nas mãos, a  espera da assinatura de Marta Suplicy. Qual o espanto?

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.07.15
ED. 5155

Adviser

Dan Conrado e Aldemir Bendine, que sempre foram bem próximos na época do BB, reeditaram o dueto. Além de sua nomeação como conselheiro suplente da Petrobras, o ex-presidente da Previ tem sido uma espécie de assessor informal de Bendine para a venda de ativos da estatal.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.07.15
ED. 5155

Açúcar e afeto

 Não dá para dizer que Dilma Rousseff e Rubens Ometto viraram amigos de infância. Mas a interlocução entre eles melhorou muito, a ponto de Ometto ter integrado a comitiva presidencial em Nova York.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.07.15
ED. 5155

Carro parado

Sinal dos tempos: a Recreio, maior rede de concessionárias da Volkswagen no Rio, negociava com a montadora a abertura de duas revendas em São Paulo e outras duas em Minas Gerais. Foram todas para o fundo da garagem.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.07.15
ED. 5155

Viva Messi!

A argentina Arcor deverá dobrar a aposta no mercado brasileiro. A fabricante de biscoitos estuda vender ativos em outros países, como o Peru, e usar os recursos para aumentar a produção no Brasil. Oficialmente, a empresa nega a decisão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.07.15
ED. 5155

A ex-Apple Paula Bellizia

 A ex-Apple Paula Bellizia assume a presidência da Microsoft no Brasil com o desafio de recuperar o bom e velho ritmo de vendas de softwares. No último ano fiscal, a receita cresceu 20%. Visto a olho nu, trata-se de um índice expressivo. Só que os norte-americanos estão mal-acostumados. Mesmo com a economia aos solavancos, não se conformam com uma performance tão distante da registrada nos últimos dois anos, quando as vendas de softwares no país cresceram, em média, 40%.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.