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Planos
01.07.15
ED. 5153

Viver e You procuram um abrigo contra a crise

O esfarelamento do mercado imobiliário aponta para um inexorável processo de consolidação do setor. É como se a crise sussurrasse no ouvido dos investidores: “Unam-se sob o mesmo teto ou eu vos devorarei”. You e Viver, duas das principais incorporadoras de São Paulo, já entenderam a mensagem. Os acionistas das duas empresas costuram uma associação, dando origem a uma companhia com lançamentos previstos para este ano da ordem de R$ 1,2 bilhão. Trata-se de uma operação quem vem sendo desenhada desde 2012, quando o fundo norte-americano Paladin, maior acionista individual da Viver, desembarcou também no capital da You. Há pouco mais de um ano, o private equity tentou derrubar de vez as paredes entre as duas construtoras. No entanto, esbarrou na resistência da família Muszkat, controladora da You. Desta vez, a história tem tudo para ser diferente. A engenharia sobre a mesa não prevê uma fusão em condições societárias iguais, mas, sim, a incorporação da Viver pela You. O controle ficaria nas mãos dos Muszkat, cabendo ao Paladin uma participação minoritária. Procurada pelo RR, a You negou as negociações. Já a Viver não quis se pronunciar. No ano passado, as duas incorporadoras tiveram vendas somadas da ordem de R$ 550 milhões. Poderia ter sido mais se, a quela altura, a Viver já não acusasse os primeiros sinais da crise no setor. A companhia teve uma queda de receita de 70% em relação a 2013 ? a You, por sua vez, ainda conseguiu registrar um crescimento de 6% nas vendas, atingindo a marca de R$ 318 milhões. De lá para cá, no entanto, a situação das duas é bastante parecida. Ambas convivem com suspensão de lançamentos, disparada do estoque de imóveis e necessidade de desmobilização de terrenos para fazer caixa.

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01.07.15
ED. 5153

Trator da Agrale perde o freio

Os Stédile, controladores da Agrale, sentem-se como se levassem a s costas as sete toneladas de um BX 6180, o mais pesado dos tratores produzidos pela empresa. Para onde quer que olhe, o clã enxerga apenas perdas de receita, prejuízos, ociosidade e uma porta entreaberta para demissões. A exemplo do que já ocorreu na divisão de caminhões, a Agrale também deverá paralisar a produção de tratores em Caxias do Sul. A interrupção se estenderia por 30 ou até 60 dias. A decisão seria um passo ainda mais radical em relação a s medidas já implementadas pela companhia. Desde fevereiro, a Agrale vem adotando um regime temporário de flexibilização da jornada e dos salários. Inicialmente, o “temporário” valeria até junho, mas já foi esticado para o fim de agosto. Segundo a empresa, a medida é “uma forma de preservar os postos de trabalho e adequar a produção a  demanda.”Esta é justamente a parte mais difícil: adequá-la a  demanda. Nos quatro primeiros meses do ano, as vendas de tratores da empresa teriam caído 20%. E olha que o setor agrícola vem sendo o carrochefe da economia…

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01.07.15
ED. 5153

Governo reforça o discurso do “Xô, inflação”

O governo estuda sinalizar com mais força ainda o seu empenho no combate inflacionário. A primeira medida nessa direção foi a redução das bandas inflacionárias para 1,5% em 2017. O segundo movimento poderá ser a elevação da meta de superávit primário de 2% para 2,4% em 2016. A ideia é que a nova projeção tenha um impacto compensatório frente a  bastante provável redução para baixo da meta de 1,2% no superávit primário deste ano. O superávit maior, contudo, pode não significar necessariamente mais arrocho fiscal. O governo ganharia todo o restante de 2015 para preparar um programa de captura de receitas extraordinárias, o que aliviaria o orçamento de cortes maiores e a economia da sanha de novos impostos. A estratégia de Joaquim Levy é não deixar sem um contra-ataque qualquer deslize nas metas do governo. É o toma lá dá cá.

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01.07.15
ED. 5153

Abuse e use

A C&A trabalha numa grande campanha de marketing para alardear uma marca histórica: o número de 300 lojas no país, que deverá ser alcançado nos próximos dois meses. Pena que os mais de 250 funcionários demitidos desde o início do ano não tenham ficado para a festa.

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01.07.15
ED. 5153

Se Lula defender Aloizio

Se Lula defender Aloizio Mercadante contra as denúncias da Lava Jato, entenda com o sinal trocado. Se o ex-presidente ficar calado, saiba que é uma manifestação de apoio.

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01.07.15
ED. 5153

Promissória

Em recuperação judicial, a Galvão Engenharia vasculha alternativas para atenuar sua delicada situação financeira. Além da venda de ativos, a começar pela CAB Ambiental, o grupo cogita criar um fundo de direitos creditórios. Só da Petrobras, a Galvão tem a receber mais de R$ 2,2 bilhões.

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01.07.15
ED. 5153

Águas turvas

Ao que tudo indica, a presença da Bertin em Itu (SP) está com os dias contados. Após decretar intervenção na aguas de Itu, a prefeitura deverá recorrer a  Justiça para romper definitivamente o contrato com a concessionária. A empresa, controlada pela Bertin, é acusada de descumprir uma série de cláusulas do acordo.

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01.07.15
ED. 5153

Efeito colateral

A estratégia da Sony de espalhar quiosques próprios por shoppings de todo o país tem criado uma série de atritos com grandes revendedores como Casas Bahia e Ricardo Eletro.

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01.07.15
ED. 5153

Os Ermírio de Moraes

Os Ermírio de Moraes apostam que há espaço para um novo aumento da celulose no segundo semestre – entre US$ 10 e US$ 15 a tonelada. Em abril, a Fibria fez um reajuste de US$ 20 nas vendas para os três mercados de referência: EUA, Europa e asia.

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