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Planos
22.06.15
ED. 5146

O rating dos cenários pós-Odebrecht e Andrade

Os fatos da última sexta-feira já pertencem ao Google – o guardião do passado de tudo e de todos. A questão é o porvir. Potencialmente, quais são as consequências mais graves dos acontecimentos que chocalharam todas as grandes empreiteiras e estressaram as expectativas em relação ao destino nacional? O Relatório Reservado se veste de agência de rating e se propõe a classificar o risco de cenários possíveis. Quanto maior a nota maior a probabilidade da ocorrência. Em alguns dos casos, oxalá o RR incorpore para valer esses oráculos e erre o máximo possível. * A Lava Jato esterilizou os grandes grupos nacionais, historicamente, os grandes investidores em infraestrutura. O cenário é de terra arrasada. Sem saída, o governo cancela todos os leilões. Rating: CCC- * Diante das circunstâncias, o governo salva o que é possível dos leilões de infraestrutura, recorrendo a empreiteiras do segundo grupo e a empresas estrangeiras. Temos um plano de concessões padrão “banco de reserva”. É o que dá para o momento. Rating: BBB+ * A paralisia das grandes empreiteiras afeta não apenas as futuras concessões, mas também as obras já em andamento. Os pagamentos atrasam; tratores param e operários cruzam os braços a  beira de estradas que começam, mas não terminam! Rating: BB+ * A discussão volta a  baila com força total: até quando o governo assistirá, inerte, a  débâcle de um setor que responde por 7% do PIB e por oito milhões de empregos? A indústria da construção pesada não é grande demais para quebrar? Rating: AAA+ * O setor de construção pesada enverga, mas não quebra e volta a sua normalidade, afinal o capital, uma vez mutilado, se regenera como os répteis. Rating: DDD- ? Todos se dão conta de que, para o bem do próprio Brasil, é preciso conter esse macarthismo “tucano-juridicano”. O caso sai da esfera jurídica e um grande pacto político-institucional surge a  mesa: as grandes empreiteiras assinam um acordo de leniência coletiva, purgam seus excessos e voltam ao game. Rating: CC * A seleção natural entra em cena: grandes empreiteiras quebram e levam consigo toda uma cadeia de fornecedores. Algumas espécies se transmutam e sobrevivem por meio de fusões. Concentração de mercado em estado puro, com o que ela tem de mais cruel: perda da competitividade e desemprego. Rating: B * Cresce a percepção de insegurança no que diz respeito a s relações de parceria no Brasil. Afinal, ser preso torna-se um fato comum, que pode acontecer a qualquer momento. A gringalhada, que não é boba, se retrai. O investimento direto estrangeiro despenca. Rating: BB+ * O cerco se fecha; peças da Operação 2018 se juntam num quebra cabeças de encaixes marcados. A Lava Jato, enfim, cumpre seu desígnio e chega ao cume do Everest: Lula está na cadeia. Rating: A+ Obs: Se alguém perguntar, não confirmamos essa nota. * Um dos mais populares líderes políticos da história do Brasil está preso. O tecido social se esgarça rapidamente e o risco de ruptura é iminente. As tensões de classe chegam a níveis intoleráveis, levando a um quadro de conflagração política e social. O asfalto ferve e o RR pergunta: e o ajuste fiscal? Rating: b+ (a mais paradoxal nota do rating, tão alta quanto minúscula e acanhada).

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22.06.15
ED. 5146

Brookfield

Só dá Brookfield. Após comprar uma dezena de usinas geradoras da Energisa e ficar com a participação da OAS na Invepar, o grupo quer aproveitar a desvalorização dos ativos no setor imobiliário. Uma importante incorporadora de São Paulo, controlada por fundos estrangeiros, está madurinha para cair no colo dos canadenses.

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22.06.15
ED. 5146

Curto circuito

O ministro Eduardo Braga tem feito a caveira do presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, junto a Dilma Rousseff. No Planalto, há quem diga que o clima entre eles azedou por conta de divergências na elaboração do Plano Decenal de Energia 2024, que será apresentado pela EPE até agosto. Outros apostam que tudo não passa de pinimba pessoal da parte de Braga. Oficialmente, o Ministério e a EPE negam qualquer desentendimento entre o ministro e o presidente da estatal.

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22.06.15
ED. 5146

Colarinho

 A cervejaria Petrópolis, que tem forte presença no futebol e desde 2013 associa sua marca a  Copa do Brasil, já teria sinalizado a  CBF que não pretende renovar o contrato de patrocínio da competição. Será um efeito do Fifagate?

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22.06.15
ED. 5146

Mão dupla

A Copel pisca um olho para a NeoEnergia e outro para a Endesa em busca de um parceiro para os leilões das usinas hidrelétricas do Tapajós.

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22.06.15
ED. 5146

Risco alheio

Josué Gomes da Silva aposta no varejo, pero no mucho. Dona da MMartan e da Artex, a Coteminas quer repassar para franqueados quase que a totalidade das 120 lojas, no melhor estilo “Toma que o risco é teu”. A ideia é ficar só com 10% dos pontos de venda.

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22.06.15
ED. 5146

Tamanho 44

O deputado federal Renato Molling (PP-RS) defende a manutenção da desoneração da folha de pagamento da indústria calçadista e, acima de tudo, a continuidade dos financiamentos privados de campanha. A lista de doadores para a sua eleição parece vitrine de sapataria: tem Arezzo, Beira-Rio, Paquetá, além dos irmãos Pedro e Alexandre Grendene.

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22.06.15
ED. 5146

Etanol chinês

Caro leitor, escolha um setor da economia. Escolheu? Tem chinês no meio. Agora é a Anhui Guozhen que está chegando ao Brasil, disposta a fabricar etanol de celulose. O grupo é um dos maiores produtores do biocombustível da asia. Em alguns projetos, opera em parceria com a dinamarquesa Novozymes, que já tem negócios no Brasil.

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22.06.15
ED. 5146

Será mesmo?

Marcus Elias – aquele mesmo que teve seus bens bloqueados; aquele mesmo da gestora de recursos Laep, cujo registro foi cancelado pela CVM – voltou. Pelo menos é o que ele próprio diz. Por onde passa, o investidor garante estar prestes a entrar em um grande projeto imobiliário em parceria com a Cyrela.

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