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Planos
12.06.15
ED. 5140

Carrefour prepara uma blitz em cima da Y. Yamada

O Carrefour promete dar um xeque-mate na Y. Yamada, a maior rede de supermercados da Região Norte, com 40 lojas e um faturamento anual de R$ 2,5 bilhões. Os franceses são candidatíssimos a  compra da empresa paraense. Trata- se de um antigo desejo de consumo. Segundo o RR apurou, no início da década o Carrefour chegou a fazer uma oferta pela Y. Yamada. Na ocasião, a proposta foi rechaçada pelo fundador da empresa, Junichiro Yamada, que faleceu há apenas dois meses. Desta vez, o grupo volta a  carga com uma estratégia na fronteira da belicosidade. Os franceses levam a  mão um agressivo plano de abertura de lojas no estado, com o deliberado objetivo de asfixiar a rede paraense. Para começo de conversa, o Carrefour planeja inaugurar seis pontos de venda com sua própria bandeira até 2017 – hoje, sua atuação local está restrita ao Atacadão. Pode ser uma moeda de troca. A aposta é clara: os franceses estão convictos de que a Y. Yamada, acostumada a reinar quase sozinha por aquelas plagas, não terá fôlego para suportar um cenário de efetiva concorrência. A tática do “abafa” pode ser creditada na conta de Abilio Diniz. E quem mais? Desde os tempos do Pão de Açúcar, o empresário trata a aquisição da Y. Yamada um movimento fundamental para qualquer grupo disposto a avançar no Norte do país. Que seja feita a sua vontade. O Carrefour joga com os fatos recentes. Até que ponto os herdeiros de Junichiro Yamada terão a mesma tenacidade do patriarca para resistir ao assédio da concorrência? Por ora cabe a Fernando Yamada, filho de Junichiro, acomodar sob o mesmo teto os interesses dos quase 100 integrantes da família, praticamente um quarto deles trabalhando diretamente na empresa. Tarefa árdua para o herdeiro, sobretudo quando se sabe que parte da tropa puxa a corda na direção contrária a  sua e se mostra bastante sensível a  investida do Carrefour. Formalmente, o Yamada mantém o discurso numa só direção e nega qualquer negociação para a venda do controle. No entanto, parte do clã teme perder o timing do grande negócio de suas vidas. A rede varejista é uma joia que tende a valer cada vez menos a  medida que os grandes grupos do setor avançarem na região. Os graúdos estão chegando. Além do Carrefour, o Casino pretende abrir dois hipermercados Extra em Belém.

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12.06.15
ED. 5140

Para Temer não vale o fio do “Bigode”

Foi e não foi com Aloizio Mercadante que Michel Temer espumou de raiva na reunião do Palácio Jaburu. Como se sabe, Mercadante não existe, é uma holografia: quem estava no encontro era Dilma Rousseff, materializada no ministro-chefe da Casa Civil. É da lavra intelectual de Dilma também a nota assinada por Mercadante pedindo de volta a Secretaria de Relações Institucionais (SRI) para o núcleo duro do governo – atualmente a Secretaria está acéfala e serve de back office ao ministro Eliseu Padilha, coordenador político adjunto do governo. Irrita Temer essa dualidade na qual é obrigado a tratar de assuntos essenciais com um preposto, que, na realidade, é menos do que isto. Quando responde a Mercadante, valoriza o personagem que inexiste. E que detesta. Quem está ali é Dilma, mas sua vista só alcança o decadente “Bigode”. E Dilma é igualzinha: em política, erra quase tudo. De qualquer forma, é Mercadante quem aparece dividindo com Temer a ribalta. Responde, contradiz, vai para o título das matérias. É isso deixa o vice tiririca. O resultado é mais querosene na já denotada má vontade para aparar as arestas da base aliada. O adiamento na votação da lei das desonerações salariais é, em parte, expressão desse descontentamento. Uma batalha entre um ego que existe e um que é só o reflexo de outrem. Se pudesse, Temer diria para Dilma: “Não é assim que se joga o jogo, Presidente”. Mas se desse o recado via Mercadante, inflaria o seu balão, que é oco, embora ainda voe nas mídias. Melhor armar o bote para a próxima esquina. Essa simbiose da dupla palaciana está custando caro ao governo.

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12.06.15
ED. 5140

Ouro de tolo

A canadense Kinross não vê a hora de vender sua mina de ouro em Paracatu (MG). Além da baixa rentabilidade, a companhia enfrenta graves problemas na área ambiental. Ela é acusada de contaminar o solo e lençóis freáticos da região com litros e mais litros de arsênio – substância causadora de câncer.

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12.06.15
ED. 5140

Sai de baixo

A Apple promete uma estratégia de preços arrasa-quarteirão para o lançamento de seu serviço de streaming no Brasil, previsto para o próximo dia 30.

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12.06.15
ED. 5140

Previdente

 O RR teve de fonte seguríssima a informação de que, antes de fechar o acordo com a Justiça norte-americana, J. Hawilla passou uma parte de seu patrimônio para os três filhos – Stefano, Rafael e Renata. Por meio da assessoria da Traffic, Hawilla negou a transferência de bens. Está feito o registro.

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12.06.15
ED. 5140

Comboio

O novo programa de concessões da área ferroviária está atraindo para o Brasil a TTX, maior pool de vagões do mundo. A companhia pretende replicar o modelo que utiliza nos Estados Unidos, com a locação de equipamentos para as concessionárias, reduzindo, assim, os custos de investimento na montagem de uma frota própria

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12.06.15
ED. 5140

Terra à  vista

A Vision Brazil, empresa de investimentos agrícolas criada por ex-executivos do BofA, deverá mudar de mãos. O provável comprador é a SLC Agrícola, que reúne, entre seus acionistas, o Credit Suisse e o BlackRock. Vision e SLC negam a operação.

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12.06.15
ED. 5140

Começou a revoada

Começou a revoada. Circula pelo HSBC a informação de que André Brandão deve deixar a presidência do banco no Brasil antes mesmo da venda da operação.

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