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Planos
09.06.15
ED. 5137

Ometto já vê Comgás e Gas Brasiliano no mesmo pote

Rubens Ometto anda eufórico nas últimas semanas. Motivos não lhe faltam. Além do recorde nas vendas de etanol no Brasil, registrado nos quatro primeiros meses do ano, o empresário acredita ter juntado as peças necessárias para viabilizar um antigo projeto: a compra da Gas Brasiliano e sua posterior fusão com a Comgás. O quebra-cabeça começa a ganhar forma: de um lado, está o interesse da Petrobras em vender o controle da Gas Brasiliano; do outro, surgem grupos dispostos a se unir a Ometto numa oferta pela concessionária paulista. Além da própria Shell, que já é sócia da Cosan na Comgás, a Total e a Petrogal também devem participar do bid. Estima- se que a operação possa atingir os US$ 400 milhões. Em 2010, quando comprou o controle integral da Gas Brasiliano junto ao grupo italiano Eni, a Petrobras pagou cerca de US$ 250 milhões. O caminho natural é que a operação passe pela Distribuição de Gás Participações, criada pela Cosan no início deste ano a partir do spin off de seus negócios no setor. Além da Comgás, a própria Gas Brasiliano ficaria pendurada na nova empresa – as duas distribuidoras teriam uma receita combinada da ordem de R$ 10 bilhões. Neste caso, ao que tudo indica, a Total, a Petrogal e a própria Shell entrariam diretamente no capital da subholding, passando a dividir com Rubens Ometto o controle das duas maiores distribuidoras de gás de São Paulo. Total e Petrogal estão entrando no negócio guiadas pelo mesmo interesse estratégico: ter uma garantia de consumo do gás que produzirão em seus respectivos blocos na Bacia de Santos. Rubens Ometto, por sua vez, fará por merecer o epíteto de “Mr. Gás”. Caso feche a aquisição da Gas Brasiliano, passará a controlar quase 40% da distribuição do insumo no país.

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09.06.15
ED. 5137

Afinal, quem é o dono do Hopi Hari?

Talvez tudo não passe de um pequeno soluço na comunicação corporativa do Hopi Hari. Mas o fato é que um dos maiores parques temáticos da América Latina parece estar no meio de um “pique esconde societário”. Em 2009, após ficar por quase 15 anos a  frente da operação, a GP vendeu o controle da companhia para a antegra Associados. Desde então, o Hopi Hari praticamente submergiu no noticiário corporativo até que, nas últimas semanas, a roda gigante voltou a girar. O RR recebeu a informação de que o controle do parque estaria sendo negociado para o investidor Sergio Loureiro Valente. Segundo fonte de um grande banco de investimentos, Valente, por sua vez, se associaria a fundos internacionais para tocar o negócio. Até aí, nada demais. O RR entrou em contato com a antegra, perguntando sobre a eventual venda do parque de diversões. Surpreendentemente, a empresa disse, com todas as letras, que o assunto não lhe diz respeito, uma vez que “nunca foi sócia do Hopi Hari”. Voltamos a perguntar: “E as menções em diversos jornais e revistas, que, desde 2009, tratam a antegra como acionista controladora do empreendimento?” – a maioria, digase de passagem, disponível no Google e, aparentemente, jamais desmentida. Nenhuma resposta. O RR insistiu, lembrando que Renato Carvalho Franco, um dos sócios da antegra, aparece como acionista da HH Participações, controladora do parque temático – conforme consta no próprio portal da Bovespa e no site Econoinfo. Estranhamente, a consultoria não mais se pronunciou, mesmo após novas tentativas de contato, feitas por telefone e por e-mail Cabe registrar ainda que, até o início de maio, Renato Carvalho Franco era o presidente do Conselho de Administração do Hopi Hari. Desde então, o cargo tem novo titular. Quem? Exatamente Sergio Valente, citado como eventual comprador do controle do parque temático. Por que, então, tanto mistério? Talvez sejam os efeitos do extenuante esforço da diretoria da empresa em colocar nos trilhos as finanças de um negócio que vive no vermelho: nos últimos três anos, os prejuízos passaram dos R$ 160 milhões.

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09.06.15
ED. 5137

Correr ou ficar?

O ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira mais parece uma biruta de aeroporto. Nos últimos dias, seus advogados já o aconselharam a ficar no Rio de Janeiro, ir para o Uruguai, onde também mantém residência, ou se mandar para Mônaco. Consenso? Só num ponto: voltar a Miami, nem pensar!

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09.06.15
ED. 5137

Canal Viva

Das duas uma: ou os esclarecimentos prestados pelo presidente da Sete Brasil, Luiz Eduardo Carneiro, não convenceram os parlamentares ou, então, está faltando gente para ser ouvida. O fato é que Carneiro poderá ser novamente convidado a participar da mirradinha CPI da Petrobras.

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09.06.15
ED. 5137

Grupo Randon

O Grupo Randon estuda o fechamento de capital da Fras-le. Em troca dos papéis, os minoritários da fabricante de autopeças receberiam ações da própria holding. Oficialmente, o grupo nega a operação. No entanto, segundo o RR apurou, a migração atenderia a pressões de investidores parrudos, como a Previ, detentora de 8% da Fras-le.

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09.06.15
ED. 5137

Pequim é aqui

O estreitamento das relações comerciais entre o Brasil e a China vai gerar um novo rebento. No rastro dos acordos bilaterais assinados entre os dois países, a Liugong negocia com o governo brasileiro a instalação de uma fábrica de máquinas agrícolas no Rio Grande do Sul.

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09.06.15
ED. 5137

Eletrosul

Dona de 49% do parque eólico de Geritabu (RS), a Eletrosul teria planos de reduzir sua participação no negócio. Formalmente, a estatal garante que tudo fica como está.

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09.06.15
ED. 5137

Agora que conseguiu passar adiante

Agora que conseguiu passar adiante os ativos da Delta, Fernando Cavendish poderá se dedicar integralmente a seus novos projetos, entre eles entrar no ramo de concessões rodoviárias. Quem se habilita a pegar carona com o empreiteiro?

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