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Planos
26.05.15
ED. 5128

Brookfield está com meio corpo dentro da Invepar

Diz a versão oficial que a OAS apenas ofereceu suas ações na Invepar como garantia ao empréstimo de R$ 800 milhões obtido junto a  gestora Brookfield – informação reiterada pela construtora ao RR. No entanto, segundo fonte muito próxima a  empreiteira, o termo “garantia” não passa de um eufemismo: o empresário Cesar Mata Pires já teria acertado a transferência da sua participação de 25% na holding de concessões públicas em troca do aporte de capital na OAS. Ou seja: o financiamento não foi uma ponte para a posterior venda das ações, mas a própria venda das ações. É bem provável que a conclusão do negócio envolva uma quantia extra. No fim do ano passado, a fatia da OAS na Invepar teria sido avaliada em aproximadamente R$ 2,5 bilhões. No entanto, esse valor automaticamente baixou diante da notória necessidade da empreiteira de fazer caixa o mais rapidamente possível para cobrir uma dívida de R$ 8 bilhões. De acordo com a mesma fonte, se não ocorrer qualquer contratempo, o anúncio da entrada da Brookfield na Invepar será anunciado na próxima semana. Os canadenses vão se juntar, portanto, a Previ, Petros e Funcef, que, juntas, detêm 75% da companhia. Segundo o RR apurou, a própria direção dos três fundos de pensão participou das negociações e foi responsável por atrair os canadenses para a operação, juntando a fome (trazer um investidor de peso para a Invepar) com a vontade de comer (ejetar a OAS do capital da companhia). Não custa lembrar que há cerca de um mês, a Brookfield deixou escapar no noticiário a informação de que tinha reservado pouco mais de R$ 3 bilhões para investimentos em infraestrutura e em usinas sucroalcooleiras no Brasil. É presumível que, na ocasião, a contabilidade da gestora canadense já antecipasse a compra da participação na Invepar.

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26.05.15
ED. 5128

Walmart intervém na operação brasileira

Quantos Neymar seriam necessários para higienizar a imagem de uma companhia estigmatizada por cortes de investimento, demissões, processos milionários na justiça trabalhista, denúncias de suborno a autoridades (ver RR no 5.042) e uma reestruturação que parece não ter fim. Talvez nem Pelé conseguisse tamanha proeza. O fato é que, justo no momento em que negocia um acordo de patrocínio com a CBF no valor de aproximadamente R$ 10 milhões, o Walmart ensaia uma brusca guinada em sua gestão. O grupo está prestes a nomear um executivo egresso da matriz para a presidência da subsidiária, no lugar de Guilherme Loureiro. A medida representa uma intervenção do Walmart na operação brasileira. Para os norte-americanos, está mais do que provado que a tropicalização da gestão da subsidiária não funcionou. A maior prova é o interminável rodízio de nomes no cargo de presidente desde o fim da década passada, um cenário bem distinto daquele observado nos primórdios do Walmart no Brasil. Durante seus 11 primeiros anos no país, a rede varejista teve apenas um CEO, o espanhol Vicente Trius, que, antes, havia feito carreira nos Estados Unidos. Depois da saída de Vicente Trius, o Walmart passou a apostar apenas em executivos locais – o cubano Hector Nua±ez, que ocupou o cargo entre 2008 e 2010, mora no Brasil desde o início da década de 90 e entra nesta conta. Desde então, ninguém esquentou a cadeira. Guilherme Loureiro é o terceiro CEO do Walmart Brasil em apenas sete anos. E o que o grupo acumulou nesse período? Prejuízos, erros de gestão, investimentos equivocados, margens declinantes e uma incrível dificuldade para cair no gosto do brasileiro. Este distanciamento, aliás, se manifesta de forma absolutamente corriqueira. Em algumas regiões do país, os consumidores sequer sabem dizer corretamente o nome da empresa – “Valmárti” é a pronúncia mais comum. Haja logomarca na camisa canarinho!

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26.05.15
ED. 5128

David vs. German

 David Neeleman e German Efromovich travam uma disputa cada vez mais acirrada. Além do duelo pela TAP, a Azul vai ampliar o número de voos para capitais latino-americanas, a começar por Bogotá e La Paz. Trata-se de uma região onde a Avianca, do boliviano Efromovich, tem expressiva atuação. Oficialmente, a Azul desconversa e garante que, no momento, sua prioridade é aumentar os voos para os Estados Unidos.

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26.05.15
ED. 5128

Losango torto

Essa Losango só dá alegrias ao HSBC… Segundo fonte próxima a  própria financeira, a parceria com a Máquina de Vendas estaria prestes a ser rompida. Procurada, a rede varejista negou o distrato.

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26.05.15
ED. 5128

Bilhete premiado

É dura a vida da base aliada. Num mês, Henrique Alves é presenteado com o Ministério do Turismo; no mês seguinte, o orçamento da sua pasta é cortado em mais de 70%.

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26.05.15
ED. 5128

“Xô, Petrobras”

A Cepsa já teria feito uma oferta pelos 28% da Petrobras na Deten, fabricante de insumos químicos para a produção de detergentes. Acionista majoritário, o grupo espanhol estaria bastante contrariado com a falta de apetite da estatal pelo negócio.

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26.05.15
ED. 5128

Olha o camarão!

Investigado na Lava Jato por causa de negócios com a Refinaria Getulio Vargas, o Grupo MPE está se desfazendo de ativos ligados ao agronegócio. Deverá vender desde a sua criação de camarões na Bahia – operação confirmada pela própria MPE – a fazendas no Centro-Oeste.

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26.05.15
ED. 5128

A Raízen

A Raízen, associação entre a Cosan e a Shell, ainda tem em estoque quase metade do etanol produzido na safra passada. Formalmente, o grupo diz que, por questões estratégicas, decidiu segurar as vendas a  espera da melhora dos preços. No setor, contudo, o que se diz é que os estoques inchados se devem a uma razão bem mais prosaica: faltou comprador, sobretudo no mercado externo.

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