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Planos
25.05.15
ED. 5127

Ternium já está com um pé na porta da Usiminas

A Ternium está prestes a se tornar o HSBC da siderurgia. O grupo já não consegue mais manter entre quatro paredes as discussões em relação ao seu futuro no Brasil. Por uma fresta da Usiminas vaza a informação de que os ítalo-argentinos amadurecem a ideia de vender sua participação e deixar o país. As semelhanças com o banco inglês, é bom ressaltar, param por aí. Se o maior adversário do HSBC no Brasil sempre foi o próprio HSBC e sua impressionante letargia, no caso da Ternium o inferno são mesmo os outros. Poucas vezes uma corporação conseguiu reunir contra si um exército de inimigos tão poderoso: Nippon Steel, Benjamin Steinbruch, minoritários e empregados da Usiminas e o governo. Cada um a seu modo, todos odeiam a Ternium e trabalham para ejetá-la da companhia mineira. Por maior que sejam a musculatura financeira e a disposição para o embate dos herdeiros do mítico siderurgista Agostino Rocca, como duelar com uma conjunção de forças dessa magnitude? Para os ítaloargentinos, está difícil encontrar uma solução que não seja uma honrosa saída do front. Os ataques a  Ternium vêm de todos os lados. A Nippon Steel usa farta munição para fazer valer a sua histórica posição na Usiminas. Trata-se de um negócio absolutamente estratégico, que transcende as fronteiras corporativas e carrega forte simbolismo. O desembarque na empresa, ainda na década de 50, foi um dos primeiros grandes investimentos do Japão na área de siderurgia após a Segunda Guerra Mundial. A associação é tratada por Tóquio como um assunto de Estado. O primeiro-ministro Shinzo Abe tem feito intensas gestões junto ao governo brasileiro para salvaguardar os interesses da Nippon Steel na Usiminas. Além do apoio de importantes minoritários da Usiminas, como Lírio Parisotto, a Nippon Steel tem a seu lado Benjamin Steinbruch. O empresário manobra de um lado para o outro da pista com o objetivo de driblar os obstáculos impostos pelo Cade. Dona de 12% das ONs da companhia mineira, a CSN está impedida de exercer seu voto no bloco de controle e ainda terá de se desfazer da sua participação até 2018. Seria um impeditivo intransponível não fossem as pressões que vêm do Olimpo. O governo também não morre de amores pela Ternium. Até porque a contrapartida para a desafeição é das mais convenientes: a saída do grupo ítaloargentino e o aumento da participação de Steinbruch abririam espaço para a associação entre a CSN e a Usiminas e a criação de uma grande produtora de aços planos. Seria um cavalo vencedor a  feição das políticas praticadas pelo BNDES. Não satisfeita em ter tantos rivais, a Ternium também arruma os seus próprios problemas. Os sucessores de Agostino Rocca, um homem forjado na Itália de Mussolini, não são os anjos da Capela Sistina. A imagem do grupo ítalo-argentino no Brasil está vinculada ao que há mais de reprovável na história recente da Usiminas: manobras jurídicas abaixo da linha da cintura, gastos demasiadamente altos com gestores que ela própria indicou, denúncias de superfaturamento na venda de aço. Há quem diga que a própria tática da Ternium de estressar ao máximo a contenda com os demais acionistas teria como objetivo aumentar o problema para valorizar o preço da solução, ou seja, a venda de suas ações na companhia. A convivência se tornaria tão insuportável que o ágio a ser cobrado compensaria, e muito, a redução do valor patrimonial. A conferir.

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25.05.15
ED. 5127

Fiéis seguidores

A conta é de um cabo eleitoral do peemedebista: se Eduardo Cunha quiser mesmo levar o assunto adiante, já chega a 300 o número de deputados que apoiariam a PEC para a reeleição na presidência da Câmara. Pergunta de um parlamentar que não está nessa estatística: “Serão os mesmos 300 da célebre música de Herbert Vianna?”

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25.05.15
ED. 5127

Lava Jato

Os delatores premiados da Camargo Corrêa não param de atirar. Já bate nas duas dezenas o número de obras supostamente superfaturadas na Petrobras que constam dos depoimentos dos executivos Dalton Avancini e Eduardo Leite.

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25.05.15
ED. 5127

Copersucar

A BMW sondou o ex-piloto Emerson Fittipaldi para ser seu garoto-propaganda no Brasil. Por ora, é o que os alemães têm a  mão na tentativa de recuperar a dianteira no mercado de veículos de luxo, perdida para a Audi. Oficialmente, a BMW nega o convite ao ex-piloto.

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25.05.15
ED. 5127

Lech Walesa

A polonesa Synthos – sim, há companhias polonesas no Brasil – negocia com o governo gaúcho a construção de uma fábrica de borracha sintética. O investimento gira em torno dos US$ 300 milhões.

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25.05.15
ED. 5127

Linha de fundo

Ronaldo Fenômeno está tentando arrastar Galvão Bueno para ser seu sócio no Fort Lauderdale Strikers, time de futebol na Flórida. Resta saber se as amarras contratuais do locutor com a Globo permitem a tabelinha.

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25.05.15
ED. 5127

Dose dupla

O presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, contratou uma assessoria de imprensa para cuidar da sua imagem pessoal. O serviço é pago do próprio bolso. Os 1.146 funcionários da área de comunicação da Petrobras parecem ser insuficientes para Bendine.

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25.05.15
ED. 5127

Copo quebrado

As relações entre a SABMiller e a Petrópolis, de Walter Faria, estão cada vez mais aguadas. O grupo sul-africano – que, no ano passado, firmou uma parceria com a empresa para a distribuição de seus produtos no mercado brasileiro – reclama, dia sim e o outro também, do sistema de logística da cervejeira. As maiores cobranças se referem a problemas de entrega no Norte e Nordeste.

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25.05.15
ED. 5127

Água benta

Em uma das mãos, Fernando Pimentel leva a proposta de um aumento de capital na Copasa, com recursos do próprio Tesouro mineiro; na outra, carrega um pedido de financiamento a  Caixa Econômica. O governador petista tem certeza de que o banco não lhe virará as costas nesse momento tão difícil.

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25.05.15
ED. 5127

Rakuten

A Rakuten, um dos maiores grupos de comércio eletrônico do Japão, está investindo R$ 70 milhões no Brasil. Além de ampliar a base de lojas credenciadas e o portfólio de produtos, que vai de livros a eletroeletrônicos, o grupo está trazendo para o país a DC Storm. Trata-se do seu braço de anúncios online.

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