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Planos
22.05.15
ED. 5126

Google dá traço no mercado de pagamentos eletrônicos

Nem adianta procurar no Google: são raras as declarações do executivo Fabio Coelho sobre o mercado de pagamentos online. O silêncio é compreensível. O presidente do Google Brasil pouco tem a dizer de positivo sobre aquela que é – ou era – uma das grandes apostas dos norte-americanos para expandir seus negócios no país. Por ora, o Google Wallet não passa de uma carteira quase vazia. A meta do Google de alcançar cinco milhões de usuários no Brasil em 12 meses se desmanchou no ar. No período, a companhia não atingiu sequer 20% desse total. No quesito lojas credenciadas, os números são ainda mais decepcionantes. Até o momento, o buscador conseguiu indexar apenas 20 mil estabelecimentos a sua rede de negócios. Na comparação com o PagSeguro, do UOL, não dá nem para a saída: o maior sistema de pagamentos online do Brasil contabiliza mais de 400 mil lojas. Diante das circunstâncias, Coelho não tem outra saída: precisa virar esse jogo rapidamente, sob o risco do insucesso ser debitado na sua própria conta. No Google já se cogita a possibilidade de uma cisão dos negócios no mercado brasileiro. O Google Wallet daria origem a uma empresa independente, com gestão própria, o que significaria um esvaziamento dos poderes do executivo, responsável por implantar toda a operação no Brasil. O mau desempenho do Google Wallet no Brasil dói duas vezes no bolso da companhia. Além de um negócio per si, o sistema é uma isca para fisgar um ativo talvez até mais precioso: os dados de milhões e milhões de consumidores, fundamentais para a empresa ofertar produtos ainda mais rentáveis, como anúncios segmentados. Por isso, nada mais natural que os norte-americanos cacem suas bruxas. No entanto, é injusto jogar todo o peso pela fraca performance do Google Wallet no Brasil sobre as costas de Fabio Coelho e dos demais executivos no país. Mountain View – sede do Google, na Califórnia – também tem culpa no cartório. Como uma empresa que concentra mais de 95% de todas as buscas na internet no Brasil não consegue transferir uma parte expressiva deste contingente para o seu negócio de pagamentos eletrônicos? Parte desta resposta pode estar no reduzido investimento em marketing. Os norte-americanos gastaram pouquíssimo no lançamento do Google Wallet no Brasil, talvez com a crença de que sua famosa marca faria toda a diferença. No entanto, a maior razão para o fracasso da operação até o momento talvez esteja na demora da companhia em comprar mercado no país. Entre os próprios executivos do Google no Brasil, a percepção é de que já está passando da hora de os norte-americanos abrirem a carteira e adquirirem uma plataforma de pagamentos online. Depois vai tudo estourar na toca de Coelho.

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22.05.15
ED. 5126

Um Dnit é pouco, dois é bom e três é demais!

PT, PMDB e PR, que se engalfinham pelo comando do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), estão fazendo muito barulho por nada. No que depender do Planalto, vai ter Dnit para quase todo mundo. A presidente Dilma Rousseff ressuscitou a ideia de um spinoff da autarquia, com a divisão por modais de transporte. A ideia é criar ainda neste ano um Departamento Federal de Rodovias, outro de Ferrovias e um terceiro de Hidrovias. O argumento é que a secessão permitirá uma melhor alocação dos recursos e um acompanhamento mais eficiente dos projetos nos diferentes segmentos, notadamente das novas concessões que o governo pretende ofertar neste ano. De quebra, a medida abriria novas vagas para a sequiosa base aliada. No momento, há uma intensa disputa política pela diretoria geral do Dnit, ocupada interinamente por Valter Casimiro Silveira. Num raro momento de convergência, o PT e o PMDB, ou mais precisamente Renan Calheiros, trabalham pelo nome do exsenador Gim Argello, do PTB. Por sua vez, o PR – que já levou o Ministério dos Transportes, entregue a Antonio Carlos Rodrigues – exige a porteira fechada. O partido defende a nomeação de Handerson Ribeiro para a direção geral do Dnit.

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22.05.15
ED. 5126

Efeito cascata

As peças do dominó começam a cair: a MRV estaria postergando o pagamento de alguns fornecedores, notadamente em Minas Gerais, devido a atrasos no repasse de recursos do Minha Casa, Minha Vida.

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22.05.15
ED. 5126

Brasil Kirin

Sempre que se debruçam sobre o seu mapa de negócios no país, os japoneses da Brasil Kirin apontam para a cidade de Caxias (MA) e se perguntam: “Será mesmo que ainda precisamos daquela fábrica?” A tal fábrica opera com quase 40% de ociosidade. Formalmente, a Brasil Kirin nega a desativação da fábrica.

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22.05.15
ED. 5126

Pitágoras

Frase atribuída a Eduardo Cunha, ao comentar a desabrida e arriscada campanha de Renan Calheiros contra a indicação de Luiz Fachin ao STF: “Renan é um péssimo matemático. Uma coisa é torpedear o procurador-geral da República, que ficará por mais dois anos no cargo; a outra é bater de frente com um ministro do Supremo que lá estará pelos próximos 18 anos”.

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22.05.15
ED. 5126

Cabresto

Se fosse uma empresa privada, a Sabesp não renovaria sequer a metade das mais de 20 concessões no interior de São Paulo que vencem neste ano e operam com prejuízos saindo pelo ladrão. Mas, como estatal que é, vai engolir o batráquio.

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22.05.15
ED. 5126

Cacau global

Ainda tem brasileiro produzindo cacau no Brasil? O novo gringo no pedaço é a malaia Guan Chong Berhad, que está comprando terras na Bahia e pretende montar um centro de distribuição de cacau em pó em São Paulo.

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22.05.15
ED. 5126

A invasão chinesa deságua também no setor de saneamento

 A invasão chinesa deságua também no setor de saneamento. Um grupo de investidores asiáticos seria candidato a  compra de uma participação na Estre Ambiental.

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