Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
19.05.15
ED. 5123

CAB Ambiental derrete Á  espera de um comprador

Uma das maiores empresas privadas de saneamento do país, a CAB Ambiental definha sobre o balcão. a€ venda desde o ano passado, a companhia foi tragada pela grave crise financeira de seu acionista controlador, a Galvão Engenharia. Nas 18 concessões do grupo espalhadas por cinco estados, o cenário é praticamente o mesmo. Os investimentos foram quase que integralmente suspensos. A CAB estaria ainda postergando o pagamento de fornecedores – segundo um de seus maiores prestadores de serviço, os atrasos chegam a 90 dias. O braço de saneamento da Galvão Engenharia também vem descumprindo o cronograma de obras em algumas de suas principais concessões. O caso mais crítico é o da CAB Cuiabá. O prefeito da capital mato-grossense, Mauro Mendes, ameaça cassar a concessão da companhia, que não estaria respeitado as metas de universalização da distribuição de água na cidade previstas em contrato. A secura na CAB Ambiental é uma das faces da gravíssima situação financeira da Galvão Engenharia, que entrou recentemente com o pedido de recuperação judicial. A venda da concessionária de saneamento é fundamental para a própria continuidade do grupo. No entanto, a novela se arrasta desde o ano passado. Em meados de 2014, a GP Investimentos quase fechou a compra da CAB, mas as negociações ficaram pelo caminho. Desde então, as condições da Galvão se agravaram ainda mais, sobretudo após o advento da Lava Jato. Com uma dívida superior a R$ 1 bilhão, o grupo já demitiu mais de dez mil empregados desde novembro. Recentemente, em mais um capítulo da sua crise, a CAB deixou de assumir a concessão da BR- 153 por falta de recursos para tocar as obras previstas no edital de privatização.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.05.15
ED. 5123

Lava Jato

Citada na Lava Jato, a japonesa JB Minovix tenta pular fora da Ecovix, dona do estaleiro Rio Grande. Com as atividades praticamente paralisadas, a companhia já teria feito mais de três mil demissões desde setembro do ano passado. *** A defesa de Nestor Cerveró voltou a considerar a possibilidade de chamar o ex-presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, como testemunha de defesa. Os advogados do executivo já haviam desistido da ideia. Mas, se Renato Duque pode, por que não Cerveró?

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.05.15
ED. 5123

Volta olímpica

A antessala de Miriam Belchior não é guarda-volumes, mas está cheia de cartolas. Dirigentes do Coritiba, Atlético- PR, Sport e Vitória, entre outros, têm feito uma romaria ao seu gabinete em busca da garantia de que a Caixa Econômica renovará os respectivos acordos de patrocínio. O banco já anunciou a continuidade da parceria com o Vasco, Flamengo e Corinthians.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.05.15
ED. 5123

Matrícula

 A Kroton tem interesse na compra do Colégio Andrews, uma das mais tradicionais instituições de ensino do Rio – formalmente, a escola carioca garante que não está a  venda.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.05.15
ED. 5123

Canibalismo

A Scania Brasil deflagrou uma briga em família. Pressionada pela queda das vendas no país, a companhia vem tentando aumentar suas exportações, sobretudo para a asia. Com isso, tem deslocado mercados tradicionalmente atendidos por outras subsidiárias do grupo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.05.15
ED. 5123

Os executivos da Honda South America

Os executivos da Honda South America trafegam em pistas opostas. Ao menos no que diz respeito a  política de preços para o mercado brasileiro. O presidente da empresa, Issao Mizoguchi, defende um novo reajuste dos valores no segundo semestre, notadamente entre as motos premium. Em alguns modelos, a proposta de majoração beira os 20% – em janeiro, a Honda promoveu reajustes de 5%, índice confirmado pela empresa. Mizoguchi tem um forte argumento: a necessidade de repassar a alta do dólar. No entanto, seus pares na diretoria da Honda pregam que o reajuste seja adiado. Eles consideram o aumento um tiro no pé, em razão da queda das vendas de motos no Brasil – algo em torno de 12% no primeiro trimestre.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.