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Planos
26.03.15
ED. 5088

Petrobras volta a campo com empreiteiras da segunda divisão

 Meio que na moita, a Petrobras retomou a contratação de empreiteiras para tocar obras que só faltam gritar por socorro. Por enquanto, a estatal vai mesmo na versão “fusquinha”: construtoras do segundo ou terceiro time chamadas para disputar as licitações. São três as pequerruchas que irão inaugurar a era pós- Lava Jato: Azevedo Travassos, Encalço Engenharia e Bueno Engenharia. Nem todas estas moçoilas são virgens no que se refere a  Lava Jato. A Bueno Engenharia foi citada pelo “empresário” Mario Goes, um dos operadores de pagamento de propina a  estatal, na nona fase da investigação, chamada de ?My Way?. Pipocou em algumas páginas de jornal, mas livrou-se do alistamento no grupo das 23 empreiteiras sub judice. As três empresas foram convocadas pela Petrobras para disputar a construção do duto de 28 polegadas e 47 quilômetros que vai de Maricá, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, ao Comperj, complexo petroquímico da estatal que se encontra em estado de hibernação. Tudo indica que Aldemir Bendine quer fazer desta volta a s obras um ato político. Só isso explica a convocação a s pressas de empreiteiras acostumadas a assistir ao jogo sentadas no banco de reservas. A Petrobras marcou a abertura do envelope para o dia 24 de abril. Só que a obra está prevista para 2016. Com um pouquinho de boa vontade, a estatal poderia esperar que alguns dos titulares se redimissem nos próximos meses, de forma a contar com a participação de algumas das maiores indústrias da construção pesada. Nada contra trazer os peso-penas. Mas o certame de obras da Petrobras não é bem o espaço apropriado para a prática de justiça social ou democratização da concorrência. E qual das convidadas vai dar um preço firme? A carta convite, aliás, continua sendo a gazua para o ingresso na Petrobras, onde não se pratica a boa e velha licitação. Desde a gestão Fernando Henrique Cardoso, a estatal está livre das amarras da Lei n° 8.666. FHC brindou-a com o expediente da escolha seleta, ou seja, ela chama quem quer para participar da concorrência pelas suas obras. Foi justamente esse sistema que acordou o Cade – o órgão antitruste identificou no expediente um convite a  formação de cartel. Realmente, não há motivo no universo que impeça a combinação de preços entre os disputantes. Mas até essa questão, no momento, é menor. O importante é que a Petrobras e o país possam contar com os préstimos da elite empresarial do setor. Já demorou demais.

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26.03.15
ED. 5088

A inesquecível dama do Butantan

 A diretora-executiva da Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Educação Superior (Abraes), Elisabeth Guedes, carrega no peito um frasco de veneno. “Beth” era chamada no velho Ibmec, onde bateu ponto, de Lady Macbeth. Intrigou irmão com irmão e mãe com filho. Não há um diretor do Ibmec dessas eras que olhe para o seu reflexo sem exclamar: “Espelho, espelho meu, existe alguém que tenha sido mais envenenado do que eu?” Eles estão todos por aí para quem quiser tirar a prova. Elisabeth é irmã de Paulo Guedes, então presidente do Ibmec. Mas o “Paulinho” era querido pelos pares. Hoje, a  frente da Abraes, “Beth” fala em nome dos novos papões da educação, os consolidadores Kroton, Laureate, Ser Educacional, Estácio, Devry e Anima. Eles que embalem o ofídio.

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26.03.15
ED. 5088

Saneamento

A Galvão Engenharia, que entrou ontem com pedido de recuperação judicial, procura freneticamente um comprador para a participação de 66% na CAB Ambiental. Formalmente, a construtora não se pronuncia sobre o assunto, alegando ser uma S/A. A venda é fundamental para o grupo aprumar suas finanças. Encalacrada com a Lava Jato, a Galvão já fez 11 mil demissões desde novembro – número confirmado pela própria empresa.

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26.03.15
ED. 5088

Horário eleitoral

Além do road show em veículos de maior prestígio, FHC pretende também falar ao povão. No momento, analisa um convite do apresentador Ratinho, do SBT. Talvez queira até fazer um teste de DNA para comprovar a paternidade da atual política econômica.

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26.03.15
ED. 5088

Na prateleira

Nelson Kaufman, dono também da joalheria Vivara, procura um comprador para a Etna. A rede de móveis e artigos de decoração tem 18 lojas em 12 estados.

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26.03.15
ED. 5088

Coelho da Páscoa

O investidor checo Dennis Melka tem olhado com apetite para o Brasil. Por meio da United Cacao, negocia a compra de plantações de cacau na Bahia. Ex-acionista do Credit Suisse, Melka semeou uma fortuna na casa do bilhão de dólares como um dos maiores produtores da oleaginosa no mundo.

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26.03.15
ED. 5088

Os dirigentes da Alstom rezam todas as noite

 Os dirigentes da Alstom rezam todas as noites para Sergio Moro. A Lava Jato transformou o escândalo dos trens em São Paulo em nota de rodapé no noticiário.

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26.03.15
ED. 5088

Mais uma sobre a Petrobras

 Mais uma sobre a Petrobras: o argumento de que Murilo Ferreira não pode assumir o Conselho de Administração da companhia porque ela e a Vale têm investimentos em comum – leia-se um projeto de potássio e um terminal portuário em Sergipe – parece lobby de gente contrária a  higienização da estatal. Em todas as grandes corporações mundiais, quando surge um conflito de interesses dessa natureza, o conselheiro se declara impedido e não vota na matéria em específico. Se derem ouvido a essa xaropada, só quem sai perdendo é a própria Petrobras.

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26.03.15
ED. 5088

Telefônica

O RR (edição nº 5.075) antecipou em 16 dias as mudanças que estão ocorrendo no alto comando da Telefônica, confirmadas ontem pela empresa. Quem assina o RR lê hoje os jornais de amanhã.

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