Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
20.02.15
ED. 5064

BTG Pactual se esquiva dos respingos da Lava Jato

Das duas uma: ou André Esteves acredita que a situação da Petrobras vai piorar ainda mais ou, então, avalia que o risco político não compensa qualquer proximidade da companhia neste momento. Só isso explica a decisão do BTG Pactual de se despir do figurino de fornecedor da estatal e vender suas empresas na área de óleo e gás mesmo com a forte depreciação dos ativos do setor. O banco procura um comprador para a DSB Investimentos, holding que controla a Deep Sea Supply BTG (Dess BTG) e a Bravante. As duas empresas são donas de uma das maiores frotas de apoio a atividades offshore do país, que atende, notadamente, a  Petrobras. São 60 embarcações, entre equipamentos próprios e de terceiros. O principal candidato a  aquisição está sentado bem ao lado do BTG. Trata-se do FIP Brasil a“leo & Gás, fundo administrado pela Valora Gestão de Investimentos, que, desde maio deste ano, detém uma participação minoritária na DSB. Quem corre por fora é a Goldman Sachs. O banco norte-americano está montando um fundo de participações na América Latina com foco na área de energia, notadamente petróleo e gás e atividades afins. Com a venda da DSB, André Esteves enterra de vez a pretensão de montar uma grande operação integrada de supply chain. Na outra ponta, o BTG Pactual já jogou a toalha em relação a  recuperação da Sete Brasil, da qual é acionista. A empresa, que fornece sondas para a Petrobras, vive uma situação dramática. Precisa levantar cerca de R$ 2 bilhões para honrar dívidas que vencem no curto prazo. Não é de hoje que o BTG sinaliza a disposição de pular fora do setor. A evidência mais aguda veio em 2013, quando o banco desistiu da compra da Companhia Brasileira de Offshore (CBO), então pertencente ao Grupo Fischer e posteriormente arrematada pelas gestoras Vinci e P2. Desde então, Esteves e cia. têm reduzido consideravelmente os aportes na Dess BTG e na Bravante. Originalmente, o plano de investimento das duas empresas para o biênio 2014/2015 girava em torno dos US$ 600 milhões – a maior parte destes recursos destinada a  compra de dez navios. Metade seria construída nos Estados Unidos e o restante, no estaleiro da própria Bravante, em São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Até agora, no entanto, apenas um terço da cifra foi efetivamente desembolsada e a direção da DSB trabalha com a expectativa de encomenda de apenas cinco novas embarcações. Em tempo: e os campos de petróleo na africa que o BTG adquiriu junto a  Petrobras em condições de mãe para filho? Nesses, o banco não mexe. Trata-se de um operação rentável, cujo risco político já está devidamente amortizado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.02.15
ED. 5064

Advent espeta seus alfinetes na Restoque

Gravata é a especialidade dos estilistas da Advent, de preferência bem apertada no pescoço. Principal acionista da Restoque, a gestora de recursos promete puxar o garrote na companhia, uma espécie de cabideiro societário. Nela estão penduradas cinco grandes grifes, entre as quais a Dudalina, que era controlada pelos diretamente próprios norte-americanos e foi incorporada pelo grupo no fim do ano passado. O figurino anticíclico inclui cortes de produção, fechamento de lojas e uma tesourada nos custos administrativos e operacionais. Um exemplo: com a associação entre e a Restoque e a Dudalina, o Advent calcula que poderá enxugar em até 20% as despesas com estocagem de roupas. O Advent está passando um pente-fino nos números de lojas das cinco grifes controladas pela Restoque. As mais deficitárias serão picotadas. A lupa dos norte-americanos está apontada, sobretudo, na direção da Le Lis Blanc. Com mais de 100 lojas próprias em todo o país, a grife tem apresentado resultados declinantes. No ano passado, a receita líquida por metro quadrado caiu aproximadamente 15%. A situação chegou a tal ponto que a Restoque chegou a colocar a Le Lis Blanc a  venda. A empresa quase foi comprada pela InBrands, mas as negociações ficaram pelo caminho.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.02.15
ED. 5064

Lama abaixo

Mais uma na conta do “petrolão”: a Raytheon adiou para o próximo ano, quiçá 2016, o projeto de construção de uma fábrica de equipamentos para navegação marítima, destinados a atividades offshore.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.02.15
ED. 5064

Cabo de guerra

 A Johnson & Johnson está travando uma queda de braço com as grandes redes de drogarias, notadamente Raia Drogasil e DPSP. Os norte-americanos querem empurrar para o varejo um aumento médio de 10% em seus produtos. Uníssonas, as farmácias só aceitam um reajuste de até 5% – diga-se de passagem, inferior ao IPCA de 2014 (6,14%).

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Ainda falta uma eternidade para as eleições de 2016, mas Gleisi Hoffmann vem perdendo força no PT para concorrer a  Prefeitura de Curitiba. O motivo são as citações ao seu nome nas denúncias feitas por Alberto Yousseff. Quem surge como seu principal adversário no partido é Jorge Samek, há 12 anos na presidência de Itaipu Binacional.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.02.15
ED. 5064

Segunda chance

A Aneel pretende leiloar até agosto três dos cinco lotes de linhas de transmissão que encalharam na licitação de novembro do ano passado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.02.15
ED. 5064

José Maria Marin

José Maria Marin deverá manter um pé na CBF. Um pé de meia, ressalte-se. O presidente eleito da entidade, Marco Polo del Nero, pretende criar uma espécie de Conselho de Administração na entidade, que seria comandado por Marín.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.