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Planos
11.02.15
ED. 5060

Petros e aposentados acendem o cachimbo da paz

Ainda que por vias transversas, os aposentados da Petrobras vão dar sua cota de contribuição a  companhia em meio a  maior crise institucional e financeira da sua história. A própria direção da Petros acredita estar perto de colocar um ponto final num longo imbróglio jurídico e fechar uma negociação doméstica que trará alívio para o seu caixa e, consequentemente, o da própria estatal. Na área jurídica da fundação, já se dá como certo um acordo em massa com os beneficiários do plano de Benefício Definido (BD) que há anos travam uma disputa com a entidade nos tribunais – algumas ações já levam mais de uma década. Estes participantes exigem um aumento de seus benefícios da ordem de 20% sob a alegação de que o fundo de pensão não teria repassado os reajustes concedidos pela Petrobras aos funcionários da ativa, como determinam as regras do plano BD. No início do ano, a Petros apresentou uma proposta de elevação dos proventos entre 11,5% e 12,5%. Ao que tudo indica, os associados da Petros cansaram de brigar, até porque os índices colocados sobre a mesa estão razoavelmente acima do que a fundação havia cogitado inicialmente – em torno de 8%. Um grupo de beneficiários já sinalizou o encerramento das ações, o que, no entendimento, da Petros, abrirá o caminho para um acordo coletivo. Caso o armistício seja efetivamente selado, as contas do fundo de pensão e da própria Petrobras agradecem. O reajuste entre 11,5% e 12,5% já terá um impacto atuarial considerável para a Petros, algo entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3 bilhões. Não é pouco, mas, ainda assim, trata-se de um valor bem mais digerível do que os até R$ 8 bilhões que podem cair sobre os ombros da fundação no caso de um reajuste de 20% nos planos BD. 1, 2, 3, isola… Os executivos da fundação e da Petrobras batem na madeira só de pensar nesta hipótese – por sorte, cada vez mais distante. Já basta o abacaxi financeiro que a Petros e sua mantenedora terão de descascar. O déficit atuarial acumulado pelo fundo de previdência privada desde janeiro de 2013 já teria ultrapassado a marca dos R$ 6 bilhões. Pela lei, o buraco terá de ser tampado conjuntamente pela fundação e pela estatal. Ao menos, ao que tudo indica, os aposentados da Petrobras vão fazer a sua parte.

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11.02.15
ED. 5060

Há só problemas nas vitrines da Topshop

A badalada rede de vestuário britânica Topshop, que chegou ao Brasil com planos ambiciosos, vive num ziguezague que parece não ter fim. Inicialmente, abriu quatro lojas no país, todas em São Paulo. De 2012 para cá, já fechou dois pontos de venda e abriu outro. O saldo negativo deve aumentar nos próximos meses. Segundo o RR apurou, a Topshop planeja desativar mais uma loja na capital paulista, igualmente deficitária. Oficialmente, a rede nega novos fechamentos de lojas no Brasil. Está feito o registro. Caso a decisão se confirme, os ingleses ficariam com apenas duas unidades no Brasil. Pouco para quem anunciou planos de chegar a 2016 com dez lojas no país, meta que, pelo andar da carruagem, já foi jogada no fundo do estoque. A errática operação da Topshop levanta dúvidas em relação até mesmo a  permanência da grife no mercado brasileiro. Os próprios resultados no país têm desestimulado os britânicos: a meta de crescer 20% ao ano jamais foi atingida. A rede varejista enfrenta também problemas de ordem administrativa. O Iguatemi cobra da Topshop aluguéis atrasados referentes a  locação de três lojas do grupo instaladas em seus shopping centers, uma delas já fechada. Consultada, a rede varejista não se pronunciou sobre o assunto. De acordo com fontes próximas ao Iguatemi, a empresa dos Jereissati já abriu uma ação de despejo contra a rede varejista. Os débitos, da ordem de R$ 1 milhão, têm ajudado a esgarçar ainda mais o relacionamento entre os ingleses e a SAR Comércio de Vestuário e Acessórios, do empresário Alexandre Dominguez, sócio e principal executivo da Topshop no país.

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11.02.15
ED. 5060

Trem pagador

Em meio ao deserto de fatos positivos na área de infraestrutura, enfim uma boa notícia: o Eximbank norte-americano deverá liberar uma linha de crédito de US$ 1 bilhão para a financiar a construção de ferrovias no Brasil. Durante sua recente passagem por Davos, o próprio ministro Joaquim Levy teve uma conversa com representantes do banco para tratar do assunto.

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11.02.15
ED. 5060

O ministro Aloizio Mercadante

O ministro Aloizio Mercadante parece dar tanta prioridade a s bolsas de estudo no estrangeiro quanto aos graves problemas nacionais. Será que Mercadante quer voltar aos bancos escolares?

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11.02.15
ED. 5060

Claro e escuro

Cresce a pressão sobre Carlos Zenteno, presidente da Claro. Mesmo após a integração com a Net e a Embratel e a venda de mil e um pacotes casados, a empresa não consegue recuperar a vice-liderança do mercado de telefonia celular, perdida para a TIM.

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11.02.15
ED. 5060

Descrédito

O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, tenta reabrir as negociações com o governo brasileiro para a criação do Banco do Sul. O problema é que nem mesmo Marco Aurélio Garcia, assessor de Dilma Rousseff para assuntos venezuelanos e afins, leva fé no tamborete bolivariano.

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11.02.15
ED. 5060

Caro até de graça

German Efromovich jogou a toalha. Estaria oferecendo o estaleiro Eisa, no Rio de Janeiro, desativado desde o ano passado, ao valor simbólico de R$ 1,00. Claro: mais as dívidas de R$ 130 milhões que corroem o casco da empresa.

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11.02.15
ED. 5060

Esquenta a briga pela concessão da Ponte Rio-Niterói

Esquenta a briga pela concessão da Ponte Rio-Niterói, que vence em maio. Além da CCR, atual operadora, há quatro consórcios na disputa. O mais recente a entrar no páreo é liderado pela espanhola Arteris, que administra uma série de rodovias no país.

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