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Planos
02.01.15
ED. 5032

Brasil e BolÁí‚­via espetam duas hidrelétricas em suas fronteiras

Dilma Rousseff e Evo Morales vão finalmente viabilizar a construção de duas hidrelétricas entre o Brasil e a Bolívia, projeto que repousa nas gavetas palacianas (em ambos os lados da fronteira) há cerca de cinco anos. Os dois países vão criar, ainda no primeiro trimestre deste ano, uma comissão bilateral. Caberá a este comitê elaborar o tratado energético que definirá as regras do jogo para a operação e gestão das usinas. O acordo é visto em Brasília como um movimento fundamental para garantir a oferta de energia no país a médio prazo. A capacidade total das duas hidrelétricas será equivalente a algo em torno de um terço de Itaipu, a segunda maior hidrelétrica do mundo, com 12 mil megawatts. O acerto com a Bolívia ainda carrega um componente diplomático: ajudará a reduzir os atritos por conta da construção das usinas de Santo Antonio e Jirau, no rio Madeira, muito próximas ao país vizinho. O governo de Evo Morales sempre se queixou que não havia qualquer compensação para o impacto ambiental que as duas hidrelétricas terão sobre o território boliviano. A contrapartida, ao que parece, tardou, mas chegou. O controle das duas usinas será dividido fifty to fifty. A comparação com o modelo bipartite adotado para a gestão de Itaipu é inevitável, mas o que o governo brasileiro mais quer é fugir desse benchmarking a s avessas. Até hoje a hidrelétrica é alvo de questionamentos entre o Brasil e o Paraguai, seja no que diz respeito a  partilha da energia gerada, seja em relação ao pagamento do passivo ainda referente a  construção da usina – os paraguaios devem mais de US$ 18 bilhões. Na tentativa de evitar futuros imbró- glios, a intenção do governo brasileiro é que o contrato das duas hidrelétricas tenha a chancela de uma instituição multilateral reconhecida pelos dois países, como o Mercosul. Da mesma forma que ocorreu em Itaipu Binacional, a Eletrobras participará como sócia pelo lado brasileiro. Parte do financiamento deverá ficar a cargo do BNDES e com bancos de fomento internacionais, como IFC e BID. As duas geradoras vão injetar no sistema elétrico brasileiro mais quatro mil megawatts em até cinco anos. A usina Ribeirão deverá ser erguida em Nova Mamoré (RO), com capacidade para três mil megawatts. Já a Cachoeira Esperança, com 780 megawatts, ficará localizada entre Guajará-Mirim, em Rondô- nia, e Riberalta, na Bolívia.

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02.01.15
ED. 5032

Martírio da Sulfrabil ganha nova estampa

O encerramento das atividades da Sulfabril, decretado pela 1ª Vara Cível da Comarca de Blumenau (SC) no início de dezembro, está longe de significar um ponto final no flagelo da tradicional tecelagem catarinense. Para os bancos, fornecedores e ex-funcionários da empresa, a agonia está apenas (re) come- çando. A partir de agora, cresce a pressão dos credores e dos operários pela venda da fábrica de Blumenau, do seu maquinário e da própria marca da companhia. Trata-se da última leva de ativos capazes de gerar recursos para o pagamento da dívida da empresa. Bancos e antigos funcionários da Sulfabril se movimentam na Justiça para que os leilões ocorram ainda neste semestre. Entre a Justiça fixar uma data para a venda dos ativos e a negociação ser concretizada, vai uma distância enorme. Em novembro passado, o administrador da massa falida tentou vender a marca Sulfabril. No entanto, nem mesmo um desconto de 50% sobre o valor inicial, de R$ 40 milhões, foi suficiente para atrair candidatos. A fábrica de Blumenau, por sua vez, é avaliada em R$ 102 milhões. Puxa daqui, estica dali, o leilão da planta industrial e da marca daria, na conta do chá, para quitar o passivo da tecelagem, hoje em torno dos R$ 120 milhões.

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02.01.15
ED. 5032

Próxima parada

 Prestes a deixar o cargo, o presidente do BB, Aldemir Bendine, quer sumir do mapa para, depois, se aninhar discretamente em uma das empresas ligadas ao grupo. Se a candidatura a  Cielo não emplacar, sua segunda opção é desembarcar em uma das seguradoras do BB em associação com a Mapfre .

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02.01.15
ED. 5032

Show de mímica

Pergunta que não quer calar na Usiminas: os três ex-dirigentes – Julián Eguren, Marcelo Chara e Paolo Bassetti – que entraram na Justiça contra o atual presidente do Conselho de Administração, Paulo Penido, falam por conta própria ou apenas dublam a voz da Ternium em mais um ataque contra a Nippon Steel, responsável pela nomeação de Penido?

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02.01.15
ED. 5032

Pistolão de festim

O vice-governador eleito de Minas Gerais, Antonio Andrade, tentou emplacar o peemedebista Mauro Lopes em dois ministérios – Agricultura e Integração Nacional. Passou longe do alvo nas duas vezes. Agora, busca um lugarzinho para ele no governo mineiro.

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02.01.15
ED. 5032

André Esteves tem feito intensas gestões

 André Esteves tem feito intensas gestões junto a um seleto grupo de senadores, todos velhos amigos do peito. O banqueiro trabalha para garantir a votação da MP 656/2014, que autoriza a entrada de capital estrangeiro no setor hospitalar. O projeto já foi aprovado pela Câmara e, agora, terá de passar pelo crivo do Senado até 15 de março. Caso contrário a MP perderá sua validade. Esteves trata a mudança na lei como fundamental para a venda de parte da Rede D’0r. O banqueiro não vê a hora de reduzir sua participação na empresa, mas, até agora, todas as tentativas de negociação com investidores nacionais fracassaram.

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02.01.15
ED. 5032

Derrapagem

O empresário Cláudio Rosa ainda vai acabar com fama de coveiro na indústria de motocicletas. Após o enterro da Sundown, agora é a Kasinski que está em clima de funeral. Os chineses da Zongshen, sócios de Rosa no negócio, não aguentam mais os prejuízos da empresa.

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02.01.15
ED. 5032

Energia eólica

A Copel promete investir cerca de R$ 5 bilhões em energia eólica nos próximos quatro anos. O valor contempla, sobretudo, projetos nas regiões Sul e Nordeste.

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