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Planos
05.09.13
ED. 4728

Lojas Riachuelo cresce na contramão dos indicadores

A economia andando de lado e o forte lobby para que se altere o modelo de crédito farto e a propulsão do consumo de massa, que caracterizaram os governos do PT, não arrefeceram os planos de Nevaldo Rocha e do rebento, Flavio, comandantes da Guararapes Confecções. Rocha pai e Rocha filho estão decididos a acelerar o ritmo de expansão da rede varejista Riachuelo, um dos principais negócios da família. A meta é abrir 100 lojas até o fim de 2014 – hoje são aproximadamente 150 pontos de venda. O clã estuda também a construção de uma nova fábrica – o braço têxtil do grupo é um dos principais fornecedores da Riachuelo. Consultada, a empresa não retornou. O investimento na abertura das novas lojas está avaliado em aproximadamente R$ 300 milhões. Os Rocha apostam algumas moedas de ouro neste projeto. A expansão varejista, aliada ao aumento da produção têxtil, poderá incrementar o faturamento total do grupo de R$ 1,7 bilhão para R$ 3 bilhões em até três anos. Para efeito de comparação, com a ampliação de sua rede, a Riachuelo não apenas ultrapassaria como abriria razoável vantagem em relação a  Lojas Renner, que hoje tem cerca de 200 pontos de venda. A referência, aliás, não é casual. No passado recente, surgiram no mercado informações de que a Renner estaria interessada no controle da Riachuelo. A investida nunca teria se confirmado, mas ninguém conseguiu tirar dos Rocha a convicção de que o próprio grupo gaúcho disseminou o disse-me-disse sobre a “suposta” negociação. O slogan da Riachuelo é “fofoca e intriga a gente combate com abertura de loja”.

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05.09.13
ED. 4728

Fibria e Cenibra deixam Portocel no congelador

Fibria e Cenibra colocaram em banho-maria o projeto de duplicação do Portocel, terminal para escoamento de celulose localizado em Barra do Riacho (ES). Tanto de um lado quanto do outro, as circunstâncias não recomendam o investimento em torno de R$ 500 milhões. A fabricante de celulose do Grupo Votorantim vem de um prejuízo de R$ 570 milhões no primeiro semestre, inflado pelo efeito da alta do dólar sobre a dívida. Além disso, a Fibria ainda carrega sobre os ombros o fardo de um passivo de quase R$ 10 bilhões. A Cenibra, ao menos, vem operando no azul. No entanto, seus resultados têm sido decrescentes. No ano passado, a empresa registrou um lucro de R$ 145 milhões, 26% inferior ao de 2011. Por esta razão, o consórcio de investidores japoneses que controla a companhia tem sido extremamente cauteloso, contando cada dólar de investimento na ponta do lápis. Procurada, a Fibria disse “não confirmar a informação”. Já a Cenibra não quis se pronunciar.

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05.09.13
ED. 4728

Total marcha para a Videolar com um pé atrás

A francesa Total tem se aproximado a passos largos da Videolar, fabricante de produtos químicos com quatro plantas industriais em Manaus. De parcerias operacionais até mesmo a compra de uma participação societária, são várias as possibilidades que povoam o imaginário dos gauleses. Ressalte-se que todas as hipóteses aventadas pela Total trazem embutido o receio em relação a uma eventual convivência com Lírio Parisotto, controlador da Videolar. Por quê? A pergunta deve ser endereçada aos demais acionistas da Usiminas e da Celesc, que vivem a s turras com Parisotto, minoritário tanto da siderúrgica quanto da distribuidora de energia. Procurada, a Total disse “desconhecer a informação”. A Videolar, por sua vez, não se manifestou.

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05.09.13
ED. 4728

Lojas Americanas

É tempo de encolhimento na Lojas Americanas. A empresa estuda desativar alguns pontos de venda herdados lá atrás, por ocasião da compra da Blockbuster. São lojas com a marca Americanas Express que estão operando abaixo da rentabilidade média da empresa, a maioria delas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Aliás, que Deus nos perdoe, mas a Blockbuster são os espinhos na coroa das Americanas. Consultada pelo RR, a empresa informou que “não comenta especulações de mercado”.

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05.09.13
ED. 4728

Day after da ALL

Nem bem absorveu o golpe da frustrada operação com a Cosan, a ALL já está a s voltas com outra intrincada negociação: os acionistas da empresa reabriram as conversas em torno de um aumento de capital que pode chegar a R$ 3 bilhões. As tratativas prometem ser tensas. A recusa dos investidores Riccardo Arduini, Julia Dora Koranyi Arduini e Wilson de Lara a  proposta da Cosan deixou ressentimentos entre os demais sócios.

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05.09.13
ED. 4728

Banco Rural

O Banco Central já teria contabilizado quase uma centena de fundos com papéis do banco Rural em carteira. A conta passaria dos R$ 600 milhões.

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05.09.13
ED. 4728

Disputa direta

Procurada, a Amway nega. Mas fontes ligadas a  Natura e a  Avon dizem que os norte-americanos estão promovendo uma ofensiva pouco elegante para cooptar revendedoras da concorrência no Brasil.

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05.09.13
ED. 4728

Loja nova

A Multiplan vem mantendo conversações com a sueca H&M, maior rede de vestuário do mundo, que pretende desembarcar no Brasil em 2014. A empresa de José Isaac Perez já estendeu o tapete vermelho no Morumbi Shopping e no Barra Shopping. Consultada, a Multiplan disse que “não comenta negócios específicos ou ainda não concluídos”.

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05.09.13
ED. 4728

Medalhão

O La Mole, tradicional rede de restaurantes do Rio de Janeiro, estaria em busca de um novo sócio. Procurada, a empresa nega a venda de parte do capital. Mas a fonte do RR é um fundo de investimento candidato a  compra de 20% das ações.

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