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Planos
04.09.13
ED. 4727

O mal e o bem que Aécio faz a José Serra

E procedente que José Serra fará o possível e o impossível nas próximas semanas para empurrar o PSDB em direção a s prévias. É improvável que, não ocorrendo as prévias – e elas não devem ocorrer -, Serra se contente com uma vaga de candidato a senador tucano. É verdadeiro que o ex-governador de São Paulo não acredita nas prévias, sabe que sua candidatura pelo PSDB a  sucessão de Dilma já foi implodida e considera o convite para disputar uma vaga ao Senado um cala-boca por serviços prestados. É plausível que Serra tenha somente um quinto do PSDB de São Paulo, mas ache que pode dividir o partido no estado. É indiscutível que o sentimento nutrido por José Serra em relação ao seu adversário no PSDB está acima do rancor. É sabido por todos que Aécio jogou sal na candidatura de José Serra em 2010, quando ele concorreu a  Presidência contra Dilma Rousseff. É questionável que Aécio seja um inimigo mais cruel do que Serra, o que parece inimaginável. É notório que Aécio se comporta como um franco sabotador das atuais pretensões políticas do rival, empenhando-se em piorar sua imagem no PSDB e junto a  opinião pública de forma pior do que o próprio Serra imagina. É pouco crível que reste a Serra somente se ausentar da política e voltar a escrever um livro com a professora Maria da Conceição Tavares, atazanar os alunos na Unicamp ou criar um instituto de autoidolatria, como fez FHC. É afirmativo que Serra deixará uma porta aberta no PPS até os 45 minutos do segundo tempo, ou seja, o próximo mês de outubro, prazo limite para a mudança de partido. É curioso que Serra, tucano de carteirinha, tenha gostado de ouvir de Roberto Freire que o PPS é o único que pode redimi-lo junto aos segmentos progressistas, trazendo-o de novo para suas raízes programáticas e aproximando-o de uma esquerda moderna. É tiro certo que, candidatando- se pelo PPS, um partido nanico, Serra teria um horário televisivo reduzido. Mas ele pensa em compensar esta desvantagem com o recall três ou quatro vezes superior ao de Aécio, fora o fato de que se considera um melhor gerador de mídia espontânea. É cristalino que, mesmo sendo um obsessivo e não admitindo a perda da eleição presidencial a partir do momento em que sacramente sua candidatura, o foco é atropelar Aécio. A segunda e a terceira prioridades também são atropelar Aécio. É óbvio que uma candidatura Serra pelo PPS fraciona a disputa eleitoral, em detrimento do PSDB e favoravelmente a Dilma. É bastante insólito que, dependendo do seu discurso de campanha no PPS e a julgar pela decisão de apoio no segundo turno das eleições, o antigo “vampiro do PSDB” possa vir a se aproximar do governo do PT. É esquisito, mas longe do impossível, que, passado o último baile da política, Serra volte a dar sua contribuição ao debate econômico na planície, mas não mais tão distante do Planalto. Pelo menos do Planalto do PT.

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04.09.13
ED. 4727

Goteira

Wagner Victer, presidente da Cedae, não é banqueiro, mas também sofre com a inadimplência. A empresa estaria operando com uma taxa de pagamentos não quitados da ordem de 12%. Em algumas congêneres, como a Sabesp, este número não passa de 3%. Procurada, a Cedae informou que “o combate a  inadimplência é um trabalho de longo prazo”.

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04.09.13
ED. 4727

Odebrecht

O faturamento previsto da Odebrecht para este ano é de apenas, ou melhor dizer, somente R$ 100 bilhões. Barbaridade!

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04.09.13
ED. 4727

Atropelamento

A japonesa NTT Data, uma das maiores empresas de TI do mundo, sofreu um duro golpe no Brasil. Parceira global da BMW, a empresa já dava como favas contadas um contrato para a automação da futura fábrica da montadora em Santa Catarina. No entanto, os alemães sinalizaram a disposição de realizar uma concorrência e fatiar o serviço.

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04.09.13
ED. 4727

Usiminas

A venda de ativos da Usiminas não está nem perto do que a Techint imaginou. Os ítalo-argentinos esperavam arrecadar US$ 2,5 bilhões até o fim do ano. Preto no branco, embolsaram R$ 210 milhões. Consultada, a Usiminas não quis se pronunciar.

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04.09.13
ED. 4727

Mesmo copo

Procurada, a Cerpa negou os planos de terceirização. Mas uma fonte que conhece a empresa pelo avesso garante que a cervejeira estuda abrir as portas de seu parque fabril, no Pará, para a produção de cervejas de concorrentes como forma de reduzir as taxas de ociosidade.

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04.09.13
ED. 4727

Abramovich

Um fundo de investimentos ligado ao controverso magnata russo Roman Abramovich está em busca de minas de níquel e cobre no Brasil. Abramovich? Brasil? Que prato cheio para os arapongas norte-americanos.

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04.09.13
ED. 4727

Aço derretido

A parceria entre os Ermírio de Moraes e Alexandre Grendene caminha para o seu epílogo. Meio que a contragosto, a Votorantim teria fechado um acordo para comprar gradativamente os 25% da Siderúrgica Três Lagoas (MS) pertencentes a Grendene. Procurada, a siderúrgica não se pronunciou.

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04.09.13
ED. 4727

Leal ao cubo

O empresário Guilherme Leal, candidato a vice na chapa de Marina Silva em 2010 e um dos principais financiadores da criação da Rede, tem conversado regularmente com o governador Eduardo Campos. Sempre com o conhecimento e a anuência de Marina.

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04.09.13
ED. 4727

Canhedo

No Palácio do Buriti, é grande o receio de que a prisão de Wagner Canhedo respingue, de alguma forma, em Agnelo Queiroz. Canhedo é dono de concessões de ônibus no Distrito Federal, sempre um potencial campo minado.

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04.09.13
ED. 4727

Hotel do Ciro

Enquanto não define seus passos políticos para 2014, Ciro Gomes estaria atuando como uma espécie de consultor de luxo da rede hoteleira portuguesa Vila Galé, que busca áreas e incentivos para construir um novo resort no Nordeste.

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