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Planos
19.10.10
ED. 4030

Record olha com menos fé para o Banco Renner

A fé de Edir Macedo está se esvaindo. Ao menos no que diz respeito aos planos de transformar a associação com o Banco Renner em trampolim para uma grande operação no setor financeiro, notadamente na área de crédito. Desentendimentos societários, atrasos nos principais projetos e a reduzida rentabilidade estariam minando a parceria entre o banco gaúcho e o Grupo Record, que comprou 40% da instituição há um ano. Com limitado poder de interferência na gestão do Renner, o grupo ainda não conseguiu levar adiante a sua maior empreitada: montar uma plataforma para a oferta de crédito aos milhares de fieis da Universal, usando a própria rede de igrejas como cabeça de ponte para a venda de produtos financeiros. Até o momento, o ponto máximo até onde a Record avançou foi a concessão de empréstimos para os funcionários das suas emissoras de TV e rádio. Ainda assim, a operação está longe da escala prevista para o primeiro ano de parceria com o banco. O principal motivo é a política de crédito mantida pelos controladores do banco gaúcho, vista pelos executivos da Record como exageradamente cautelosa e incompatível com o projeto do grupo para o setor financeiro. Deve-se adicionar também as limitações financeiras da instituição, dona de um patrimônio líquido de R$ 64 milhões. Por estas razões, Edir Macedo cansou da posição de coadjuvante. A Record estaria fazendo pressão sobre a família Renner para comprar o controle do banco, o que abriria espaço para um aporte de capital capaz de alavancar as operações de crédito. Procurado pelo RR – Negócios & Finanças, o Banco Renner esclareceu que “o Grupo Record participa da gestão” e ambos “estão juntos neste empreendi mento”. Informou ainda que, desde o início da associação, a “carteira de crédito aumentou em 25%, novos produtos foram criados e o banco abriu escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Belo Horizonte.” A carteira de crédito do Renner no primeiro semestre somou R$ 235 milhões, 30% a mais do que em junho do ano passado. No entanto, o volume de empréstimos pessoais, menina dos olhos da Record, teve um crescimento modesto, inferior a 10%. É bem verdade que o consignado, no comparativo entre os dois semestres, passou de R$ 35 mil para quase R$ 20 milhões, um avanço expressivo, mas ainda abaixo do patamar idealizado pela Record. O grupo calcula que já no primeiro ano de sociedade poderia até quintuplicar este valor caso fosse possível oferecer uma escala maior de empréstimos a  legião de seguidores da Universal.

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19.10.10
ED. 4030

Yamaha faz um rally para deslanchar vendas

Os resultados das vendas no segundo semestre animaram a Yamaha a virar o jogo no país. A fabricante de motocicletas submeteu a  matriz um alentado plano de expansão, que deverá ser apreciado até janeiro. A engrenagem do projeto é a ampliação em 25% no número de concessionárias, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, com taxa de crescimento das vendas superior a  registrada nos grandes centros do país. Outra medida é uma injeção de capital de R$ 200 milhões no Banco Yamaha com o objetivo de aumentar o crédito ao consumidor e lançar linhas direcionadas a  rede de concessionárias. O plano prevê ainda o lançamento de motos elétricas, modelos populares e scooters, o que exigirá a ampliação da fábrica, localizada na Zona Franca de Manaus. O programa de investimentos apresentado a  matriz japonesa está muito bem desenhado. Faltou apenas um preâmbulo convincente e previsões otimistas de crescimento do mercado na próxima década. A Yamaha tem perdido ano a ano market share e o recente crescimento em 2010 não garante um quadro de reversão segura da tendência. Em 2007, a fabricante detinha 14,2%, em 2008, 13,3% e em 2009, 12,2%. Este ano, até setembro, está um pouco acima do ano passado, com 12,4%.

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19.10.10
ED. 4030

NA

n A GP Investimentos poderá desistir da compra do Hotel Sofitel, em Copacabana. Um exame mais minucioso revelou algumas fraturas nas finanças do empreendimento.

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19.10.10
ED. 4030

Net vs. GVT

A investida da GVT no mercado de TV por assinatura provoca reações no setor. A Net se mobiliza junto a  Anatel para barrar o projeto. O argumento é que o modelo usado pela GVT um sistema híbrido de TV por satélite da Canal Plus, também de propriedade da Vivendi, e TV com protocolo de internet configura controle estrangeiro sobre a operação, proibido por lei.

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19.10.10
ED. 4030

Nextel

O presidente da Nextel no Brasil, Sergio Chaia, nem dorme de tanta aflição. Ainda não há uma decisão definitiva da matriz sobre a origem dos R$ 5 bilhões em investimentos que a empresa terá de fazer caso saia vencedora do leilão de freqa¼ências da Banda H. O valor supera o que a Nextel desembolsou no país nos últimos 12 anos.

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19.10.10
ED. 4030

Barreira anti-China

Valendo-se do chapéu de vice-presidente da Fiemg, o ex-número 1 da Usiminas, Marco Antonio Castello Branco, mergulhou de corpo e alma no lobby da entidade junto ao governo federal com o objetivo de restringir a entrada de grupos chineses na mineração e em siderurgia no país.

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19.10.10
ED. 4030

Private equity

A Neo Investimentos pretende criar um fundo de private equity para o setor imobiliário. O trabalho de captação deverá ser deflagrado em janeiro.

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19.10.10
ED. 4030

Agouro

Há uma caveira enterrada na venda da Haztec para a Estre Ambiental.

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19.10.10
ED. 4030

Fertilidade

Ao apagar das luzes da era Lula, o governo está costurando um acordo com a Venezuela para projetos conjuntos em agrociência. A parceria vai para a conta da Embrapa.

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