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Planos
05.02.10
ED. 3888

Hits Telecom troca cinco vogais por uma consoante

Dois anos após a turbulenta e frustrada associação com a operadora paulista Aeiou, a saudita Hits Telecom ensaia seu retorno ao país. No lugar de tanta vogal, aposta sua fichas em apenas uma consoante. Pretende participar dos leilões da Banda H, que deverão ocorrer até junho. O grupo não vem sozinho. Será acompanhado de fundos de investimento internacionais. A Hits planeja replicar o modelo de negócios adotado com relativo êxito não apenas na Arábia, mas em países da africa e na Espanha, onde detém 51% da operadora Metrored Móvil. Os sauditas miram na prestação de serviços de banda larga e no uso desta plataforma para outros negócios, como comércio eletrônico e pagamentos via celular. O retorno ao Brasil faz parte de um projeto continental. A Hits Telecom está criando uma subsidiária específica para as Américas, plano antigo que acabou adiado pela crise mundial e pelo confuso desembarque no mercado brasileiro. Em 2008, a empresa comprou 49% da paulista Aeiou, então ainda chamada de Unicel. O negócio, no entanto, nem chegou a ser concluído por desentendimentos com os sócios brasileiros e a operação acabou em uma câmara de arbitragem.

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05.02.10
ED. 3888

NA

A Golden Cross quer seguir os passos da Unimed no futebol. O time é o Botafogo.

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05.02.10
ED. 3888

Eximbank provoca divisão no governo

O modelo de criação do Eximbank está longe de ser um consenso dentro do governo. A cerca de um mês do prazo previsto para o anúncio oficial da nova instituição, persistem as divergências em relação ao formato da entidade. Nas últimas duas semanas, a proposta de criação de uma diretoria do BNDES específica para o financiamento aos exportadores ganhou força e chegou a ser dada como favas contadas. O principal defensor deste modelo é o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge. No entanto, os ventos mudaram de direção nesta semana. Guido Mantega, que andava relativamente alheio a s discussões, resolveu jogar seu peso sobre a mesa. Resultado: são cada vez maiores as possibilidades de que o Eximbank venha ao mundo como uma subsidiária do BNDES e não apenas como uma mera diretoria. Mantega quer que a nova instituição tenha uma boa dose de autonomia, evitando que ela fique excessivamente amarrada aos interesses e aos limites orçamentárias do banco. Como subsidiária, o Eximbank poderá incorporar os mais importantes mecanismos de crédito e seguro a s exportações do governo ? notadamente o Fundo Garantidor de Exportação (FGE), uma espécie de apólice que utiliza recursos provenientes do Tesouro. O grande problema, que tem ajudado a alimentar a divisão dentro do governo, é o timing da operação. O Planalto quer que os primeiros financiamentos do Eximbank saiam ainda neste semestre. Para que isto ocorra, tudo terá de ser feito a toque de caixa, o que coloca um ponto de interrogação sobre a viabilidade da criação da nova subsidiária do BNDES. Esta proposta terá de enfrentar um rito mais demorado, incluindo a aprovação pelo Congresso Nacional.

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05.02.10
ED. 3888

Brasil volta ao mapa de Donald Trump

Donald Trump está de volta ao Brasil. Três anos após desistir da construção do Villa Trump ? um condomínio de luxo de US$ 100 milhões, que ficaria em Itatiba (SP) ?, o magnata norte-americano entrou em um novo projeto. Trata-se de uma parceria entre a Trump Organization e a Gold & Bell Holdings, dos empresários Samuel Goldstein e Ricardo Bellino ? dois dos quatro antigos sócios do Villa Trump. As duas empresas vão criar um fundo de investimentos imobiliários com o objetivo de montar um banco de terrenos. A meta é formar uma carteira com Valor Geral de Vendas de até R$ 10 bilhões nos próximos cinco anos. A montagem do banco de terrenos é o alicerce de um projeto maior. A ideia da Trump Organization e da Gold & Bell é usar a carteira como ponto de partida para a construção de hotéis, complexos residenciais e empreendimentos comerciais. As duas empresas pretendem atrair sócios para cada um dos projetos, mantendo o controle acionário.

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05.02.10
ED. 3888

Cisne branco

Depois da Força Aérea, vai chegar a vez da Marinha. Tão logo conclua a compra dos caças da FAB, o governo vai iniciar o processo de renovação da frota de aeronaves dos porta-aviões. A licitação poderá bater nos US$ 2 bilhões.

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05.02.10
ED. 3888

Usiminas

Só a milenar paciência oriental contém os japoneses da Nippon Steel de transformar a Usiminas em uma Pearl Harbor siderúrgica. Aquilo está uma bagunça só.

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05.02.10
ED. 3888

Lupatech

A Lupatech vai anunciar nos próximos dias mais duas aquisições no exterior.

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05.02.10
ED. 3888

Banco 1

O UBS prepara seu retorno ao país. Além do interesse na compra de uma corretora, vai montar uma área de fusões e aquisições.

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05.02.10
ED. 3888

Banco 2

Daniel Goldberg vai marcar sua nomeação para o comando do Morgan Stanley no Brasil com uma farta temporada de contratações. O braço de investimentos, que o próprio Goldberg chefiou nos últimos três anos, vai praticamente duplicar.

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05.02.10
ED. 3888

Serasa dos ares

Wagner Canhedo não desiste. Nas últimas semanas, vem mantendo recorrentes contatos com os credores da Vasp na tentativa de acelerar o processo de falência da companhia. Canhedo quer um “nada consta” para retornar ao setor de aviação. Ele garante que tem um projeto para criar uma empresa de táxi aéreo.

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05.02.10
ED. 3888

BTG Pactual

O BTG Pactual negocia com o Pátria o aumento da sua participação na Ersa. O banco, que detém 23% da empresa de energia renovável, poderá chegar a 40%.

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05.02.10
ED. 3888

Samuel Zell cria uma ponte entre seus ativos no Brasil

O norte-americano Samuel Zell pretende reunir sob o mesmo teto suas inúmeras casas no Brasil. O projeto passa pela criação de uma holding que congregará os investimentos da Equity International no país, hoje dispersos em vários fundos de participações. A empresa nasceria com o mais diversificado portfólio do mercado imobiliário brasileiro. Teria um colar com participações em uma construtora habitacional (Gafisa/Tenda), uma administradora de shoppings (BR Malls), uma empresa de edificações industriais (Bracor), além de um braço financeiro (Brazilian Finance & Real Estate/BFRE). Em tempo: Zell prepara-se para entrar no segmento de propriedades agrícolas. Está em negociações com duas companhias do setor no país. Contabilizando-se apenas os atuais investimentos de Sam Zell no Brasil, logo na partida esta nova holding teria participação acionária em companhias que somam cerca de R$ 5 bilhões de faturamento por ano. Um passo mais do que natural seria o IPO desta empresa-mãe. Ela chegaria ao mercado de capitais com o atrativo de ser o braço de participações de Zell no Brasil. Este modelo permitiria a  Equity International valorizar ainda mais seus ativos no país, pensando, inclusive, mais a  frente, já com vistas a  futura fase de desinvestimento, como manda o ciclo biológico de qualquer private equity. Sam Zell aposta também na sinergia e complementariedade operacional de negócios aparentemente estanques. Não por acaso, desde que chegou ao Brasil, ele vem comprando participações em empresas dos mais díspares setores do mercado imobiliário. Zell quer se valer da sua condição de elo societário para estimular a aproximação e a realização de projetos conjuntos entre as empresas nas quais tem participação. Em um exercício hipotético, Gafisa e BR Malls poderiam se unir para erguer um grande complexo imobiliário conjugando prédios residenciais e shopping center. O fato de ser acionista minoritário de Gafisa, Bracor, BR Malls e BFRE não chega a ser um impeditivo aos planos de Samuel Zell. Por meio de seus fundos, a Equity International mantém posição de destaque na composição societária de todas as empresas em que investe no Brasil. Na BR Malls, é o principal acionista individual, com cerca de 15%. Ocupa posição semelhante na Gafisa, mesmo com a recente venda de um lote de 4% das ações ordinárias. Na BFRE, começou com 12% do capital e, em apenas três meses, já aumentou sua presença mais de 20%. Estas participações garantem ao investidor norte-americano influência na gestão e na estratégia destas empresas. Na Gafisa, por exemplo, a presidência do Conselho está nas mãos de Gary Garrabrant, diretor-presidente e co-fundador da Equity International.

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05.02.10
ED. 3888

NA

A Petros está muito perto de fechar o aumento de sua participação na Invepar, consórcio controlado por OAS e Previ. Sua fatia passará de 20% para 25%.

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05.02.10
ED. 3888

Álcool puro

É o preço do estrelato. Rubens Ometto, o camisa 10 do mercado sucroalcooleiro nacional, tem sido assediado por clubes de futebol famintos por patrocínio. Flamengo, Palmeiras e Santos vêm mantendo conversações com a Cosan em busca de um mecenas corporativo. O Santos, inclusive, tenta pendurar na empresa uma das cinco cotas de patrocínio que criou para garantir o retorno de Robinho.

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05.02.10
ED. 3888

Matemática

A mineira Kroton, uma das maiores redes de ensino do país, saiu a s compras. Além da disputa pelo controle do grupo mato-grossense Iuni, está a  procura de ativos no Rio de Janeiro e em São Paulo. No Rio, um dos alvos é a GPI, tradicional rede de ensino médio e pré-vestibular. A empresa tem seis unidades na capital fluminense, além de uma editora e gráfica próprias.

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05.02.10
ED. 3888

Zona Franca

A Zona Franca de Manaus vai cicatrizando as feridas deixadas pela crise mundial. Nos últimos três meses, o faturamento médio das empresas passou de US$ 2,2 bilhões, o que aponta para uma receita anualizada de US$ 26 bilhões. Ainda está longe dos US$ 30 bilhões de 2008, mas acima do fraco desempenho no primeiro semestre de 2009. Teve mês que as vendas não passaram de US$ 1,5 bilhão.

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05.02.10
ED. 3888

Carta em espanhol

O presidente dos Correios, Carlos Henrique Custódio, recebeu sinal verde para deslanchar o plano de internacionalização da empresa. As primeiras paradas serão em Buenos Aires e Santiago, onde a estatal pretende montar centros de distribuição de encomendas e uma frota própria de veículos.

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05.02.10
ED. 3888

Castelo de areia 2

A Camargo Corrêa pode ter carapaça de rinoceronte, ter lidado em outras oportunidades com denúncias de corrupção etc e tal, mas há quem veja como demonstração de bons modos, digamos assim, uma atitude menos gulosa em relação a  usina de Belo Monte. O busílis é que se trata de um senhor negócio.

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05.02.10
ED. 3888

DéjÁ  vu

Ciro Gomes teria conversado com José Alexandre Scheinkman e Marcos Lisboa sobre um programa de governo.

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05.02.10
ED. 3888

Ultrafarma

O sorriso do empresário Sidney de Oliveira nos recentes anúncios publicitários da Ultrafarma deve ser conse-quência da oferta que ele recebeu para a venda da companhia a uma das maiores redes de drogarias do país.

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05.02.10
ED. 3888

Plano dental

O boom no mercado de assistência dental no Brasil está atraindo um novo player. A seguradora australiana QBE, que já atua no país com foco na população de baixa renda, pretende comprar uma operadora de planos odontológicos. O trabalho de prospecção se concentra em São Paulo e Minas Gerais.

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