Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
16.06.17
ED. 5641

Fertilizante da Petrobras aduba os negócios da Yara no Brasil

Enquanto a joia da coroa, a BR, segue guardada na redoma, Pedro Parente está retomando a venda de ativos da Petrobras pelas peças de menor quilate. Parente reuniu-se, no fim de maio, com executivos da Yara para tratar da negociação da operação de fertilizantes nitrogenados da estatal. Segundo o RR apurou, as conversas envolvem a transferência, em um só pacote, dos três complexos industriais localizados na Bahia, em Sergipe e no Paraná.

Os valores sobre a mesa somam algo perto de US$ 1,5 bilhão. Do lado dos noruegueses, o sinal verde para as negociações foi dado em março, quando o chairman mundial da Yara, Leif Teksum, esteve no Brasil. Diga-se de passagem, nas reuniões com o presidente da subsidiária brasileira, Lair Hanzen, ele não tratou apenas de Petrobras. A companhia não esconde o interesse na unidade de nitrogenados da Vale em Cubatão (SP).

A Yara já detém uma respeitável operação no Brasil, com três fábricas de matérias-primas e 32 unidades misturadoras – boa parte herdada com a aquisição dos ativos da Bunge, em 2013. O faturamento, em torno de R$ 10 bilhões, representa quase 30% das vendas globais do grupo. Na Petrobras, o assunto é conduzido de forma muito cuidadosa.

O receio é que a Justiça atravesse novamente o caminho, como tem ocorrido na negociação de outros ativos. É bem verdade que a companhia teve uma vitória neste sentido na semana passada. A 1a Vara Federal de Três Lagoas (MS) suspendeu a ação civil pública que impedia a negociação da fábrica de fertilizantes na cidade.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

24.08.16
ED. 5440

Mosaic

 A Yara resolveu tirar a cereja do bolo da Mosaic e entrar na disputa pela compra de uma mina de fosfato em Minas Gerais, uma das cinco maiores do país. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Yara.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.05.16
ED. 5377

Mosaic avança sobre o novo eldorado do fosfato

 A indústria brasileira de fertilizantes está em ebulição. No momento em que a China Molybdenum (CMOC) desembarca no país com a compra de ativos da Anglo American e a Vale busca um parceiro no setor, a Mosaic negocia a aquisição de um dos mais cobiçados “pedacinhos” de terra deste mercado. Os norte-americanos já teriam feito uma oferta pela mina de fosfato localizada entre as cidades de Presidente Olegário e Patos de Minas, deixando para trás concorrentes como a norueguesa Yara . Os direitos de pesquisa e lavra pertencem ao Grupo Magnor. A jazida, que ocupa uma área de 900 hectares, é a principal reserva de fosfato de Minas Gerais e uma das cinco maiores do país: o volume estimado gira em torno de 1,5 bilhão de toneladas. O investimento necessário para torná-la economicamente viável beira os R$ 3,5 bilhões.  Os norte-americanos consideram o negócio absolutamente estratégico para a montagem de uma operação integrada. A mina deverá garantir mais de um terço do fosfato consumido pelas misturadoras da Mosaic no Brasil, reduzindo em mais de 25% os custos da empresa com a aquisição do insumo – hoje integramente importado. A investida se dá pouco mais de dois anos depois de o grupo desembolsar US$ 350 milhões para ficar com os ativos de fertilizantes da conterrânea ADM no Brasil e no Paraguai. Maior produtora mundial de fertilizantes, a Mosaic não tem poupado adubo financeiro para expandir sua operação no Brasil. Além da aquisição dos negócios da ADM, desembolsou no ano passado cerca de US$ 10 milhões para ampliar sua fábrica de Catalão (GO). Mas nem só de flores é feita a lavoura da empresa no país. Há pouco mais de um ano, Tobias Grasso deixou a presidência da Mosaic no Brasil, sendo substituído por Floris Bielders. Consta que Grasso desgastou-se com os norteamericanos ao conduzir exatamente o processo de compra dos ativos da ADM. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Mosaic, Grupo Magnor e OAS.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.04.16
ED. 5349

Cultivo com fertilizante

 Apontada como potencial candidata a parceira da Vale na área de fertilizantes, a norueguesa Yara dedica-se a um negócio de menor calibre, mas, ainda assim, estratégico para sua operação no Brasil: um aumento de capital de US$ 150 milhões na Galvani. O aporte poderá aumentar sua participação na empresa paulista de 60% para 80%. Procurada pelo RR, a Galvani não comentou o assunto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.11.15
ED. 5247

Fertilizantes

Às vezes, um charuto é apenas um charuto, dizia Freud. Já o aporte de US$ 185 milhões feito pela norueguesa Yara na Galvani na semana passada não seria somente um financiamento para a implantação do projeto de fosfato de Serra do Salitre (MG), conforme reza o discurso final. Os recursos estariam vinculados a uma opção de compra dos 40% da fabricante de fertilizantes ainda pertencentes à família Galvani. Yara e Galvani negam.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.08.15
ED. 5180

Adubo misturado

Dona de 60% da fabricante de fertilizantes Galvani, a Yara avança sobre o restante do capital. Por ora, o empresário Rodolfo Galvani Jr. faz jogo duro. Mas os noruegueses estão convictos de que é só uma questão de tempo. E de cifrões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.07.15
ED. 5158

Fertilizantes

A norueguesa Yara é forte candidata a  compra de ativos da Petrobras no setor de fertilizantes, notadamente a fábrica de nitrogenados do Paraná.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.